Conserto de eletrônicos e eletrodomésticos em alta na crise, veja profissões mais rentáveis e melhores franquias


Segundo a Abrasa (Associação Brasileira de Pós-Vendas em Eletroeletrônicos), no primeiro semestre, houve alta de 30% no conserto de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

Conserto em alta – Aumento da demanda para reparos de eletroeletrônicos e eletrodomésticos com a crise

Projeções da entidade mostram que o setor deve fechar o ano com crescimento de 16,17% na comparação com 2016, com faturamento saindo de R$ 2,04 bilhões para atingir R$ 2,37 bilhões.

Com o valor que pagaria uma parcela de um aparelho novo, consertei o antigo, que está funcionando perfeitamente, e eu não tive de entrar em uma dívida longa, especialmente neste momento de incerteza econômica.”

As oportunidades de negócio e o bom momento vivido pelo segmento estão diretamente ligados ao, por exemplo, aquecimento – mantido nos últimos anos – da construção civil. Esse aquecimento absorveu muito a mão de obra especializada e como consequência, entre atender um chamado de uma residência ou atuar em uma obra de grande porte e também a crise que vivemos.

Há diversas opções de franquias que podem ser consultadas no site www.abf.com.br. Veja algumas delas a seguir.

Medição
A franquia de assistência técnica para aparelhos como paquímetro e válvulas de segurança custa R$ 170 mil. Contato para interessados: franquia@medicao.net.br ou www.medicaonet.com.br.

Conserta Smart
O investimento inicial da rede de assistência para celulares e tablets é de R$ 24.900. As franquias também vendem seguros. Contato por e-mail: felipe@consertasmart.com.br.

Consig Plan
A rede comercializa seguros para imóveis e automóveis. Existe um modelo de negócio a partir de R$ 25 mil. Informações: franquias@consigplan.com.br.

Bidon Corretora de Seguros
A rede pede investimento a partir de R$ 11.990. Contato pelo telefone (51) 3598-1245 ou pelo site http://bidon.com.br.

Vazoli
A Vazoli vende seguros, além de crédito e outros serviços. O investimento para abrir uma franquia varia de R$ 50 mil a R$ 70 mil. Contatos podem ser feitos por meio do site http://www.vazoli.com.br/ ou pelo telefone (17) 3279-8698.

Seguralta
A rede de corretores de seguros tem modelos de negócio que custam a partir de R$ 22 mil. Acesse http://seguralta.com.br.

Acabar a pirataria: Philips já tem a tecnologia para dar fim as gravações ilegais


Pirataria nos cinemas com os dias contados. A holandesa Philips desenvolveu uma tecnologia baseada em luzes que acabará com a qualidade, já ruim, das filmagens amadoras. A ferramenta possui um conceito bastante simples.

Como funciona

Ao iluminar um lado da sala com luzes em diferentes frequências, as gravações ficarão extremamente danificadas. Os criadores afirmam que “quando a frequência é bem escolhida, uma câmera não poderá filmar o conteúdo corretamente, pois a fonte de luz fica sem sincronia com o aparelho, resultando em listras que passam pelo conteúdo do filme”.

Royal Philips Electronics (NYSE: PHG, AEX: PHI), também denominada como Koninklijke Philips N.V. ou somente como Philips, é uma empresa Holandesa com produtos voltados à tecnologia médica e produtos de consumo e estilo de vida.

1 bilhão: INSS pagou benefícios a mais de 100 mil pessoas que constavam como mortos, afunda Brasil


Como de que forma um país desse pode caminhar pra frente, povo corrupto, políticos corruptos, já era Brasil!

Um levantamento feito entre janeiro e agosto de 2016 detectou que o INSS pagou benefícios a 101.414 pessoas que constavam como mortos no SISOBI (Sistema Informatizado de Óbito), operado pela Secretaria de Previdência Social. Esse mesmo levantamento identificou 1.256 beneficiários cujas mortes tinham sido constatadas em 2005, mas que recebiam benefícios em 2016.

Em média, segundo esse estudo, o INSS levou quatro meses para suspender o benefício. O prejuízo apenas nesse período dos oito primeiros meses de 2016 foi de R$ 460 milhões. Em dezembro de 2016, o rombo totalizou R$ 1,134 bilhão.

A segunda parte da explicação desse prejuízo é, segundo os técnicos, resultado da dificuldade do INSS em reaver os valores depois que eles já foram depositados. Do R$ 1,134 bilhão pago a mortos constatado em 2016, apenas R$ 119,1 milhões foram recuperados, em torno de 10,4% do total.

Informações via UOL economia.