Pego sem habilitação em cinquentinha implicará em multa a partir de novembro, veja valores


Falta de habilitação de ‘cinquentinha‘ dará multa a partir de 1º de novembro, veja o que precisa para tirar a sua, além de valores.
Além do aumento dos valores das multas de trânsito, começa a valer em 1º de novembro a exigência de habilitação para guiar motos “cinquentinhas”, como são conhecidos os ciclomotores, informa o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
A aplicação dessas multas foi adiada 3 vezes: a previsão inicial era começar em março passado.

O Denatran chegou a dizer que a cobrança começaria em junho último, mas depois voltou atrás e declarou que seria apenas a partir de novembro. Na época, vários estados chegaram até a emitir as multas e o órgão indicou que os usuários podiam recorrer.

Por que tinha sido adiada?

No último adiamento, o Denatran disse que a lei 13.281, que determina o aumento das multas, também inclui a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) no Código de Trânsito Brasileiro, como um dos documentos aceitos para conduzir “cinquentinhas”.

Como essa lei só começa a valer no próximo dia 1º, as multas foram adiadas até que ela vigore.

Valor da multa

Quem for pego conduzindo “cinquentinha” sem habilitação cometerá infração gravíssima com multa agravada, que é multiplicada por 3. Assim, como a penalidade para infração gravíssima subirá para R$ 293,47 em 1º de novembro, a cobrança por rodar sem habilitação chegará a R$ 880,41. O veículo também poderá ser apreendido.

Documentos que são aceitos

Para guiar “cinquentinha” é preciso ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A, para motos, ou a ACC, um documento pouco conhecido do público.

Veja abaixo mais informações sobre a ACC e as vantagens e desvantagens de cada uma.

ACC é igual a CNH, mas campo assinalado deverá ser preenchido (Foto: Detran-SP)ACC é igual a CNH, mas campo assinalado deverá ser preenchido (Foto: Detran-SP)

Documento emitido pelo Detran que permite rodar com as “cinquentinhas”, que são motos com motor de até 50 cc. Com a ACC, não é permitido guiar motos mais potentes.

Ela tem o mesmo visual da CNH: em todas as carteiras de habilitação existe um campo chamado ACC, que será preenchido (para quem tem a CNH ele costuma ter uma tarja preta).  

O processo é semelhante ao da obtenção da CNH, com curso e provas teórica e prática.

São 20 horas/aula no curso teórico e 10 horas/aula para a parte prática.

O curso de ACC é mais rápido.

São necessárias 20 horas/aula no curso teórico e 10 horas/aula para a parte prática.

Enquanto isso, para tirar a carteira de habilitação A são necessárias 45 horas/aula de teoria e 20 horas/aula de prática.

Na maioria dos estados, as taxas cobradas pelos Detrans para emissão da ACC têm os mesmos valores da emissão da CNH do tipo A.
Além do valor da taxa de emissão, que é fixado pelos Detrans, são cobrados ainda os cursos da autoescola e exames médico e psicotécnico, exatamente como na CNH.

Mas a ACC só permite conduzir “cinquentinhas”; a carteira de habilitação na categoria A pode ser usada para qualquer tipo de moto.

Com a CNH da categoria A é permitido conduzir qualquer tipo de moto, enquanto a ACC é restrita às “cinquentinhas”.

Por ser mais procurada e mais comum que a ACC, é mais fácil encontrar Centros de Formação de Condutores (CFCs) que ofereçam esse curso e todos os Detrans do país emitem esse documento.

Algumas autoescolas também fazem promoções para quem tira a CNH na categoria B (para carros) tirar também a de moto, por um custo menor.

É preciso consultar o Detran do estado para saber se as taxas cobradas para CNH são maiores do que para ACC. Consulte também o valor cobrado pelas autoescolas, que não é tabelado.

Outra questão é que o curso para obter a carteira de habilitação é mais demorado, o que pode encarecê-lo: são necessárias 45 horas/aula de teoria e 20 horas/aula de prática. Para a ACC, são 20 horas/aula no curso teórico e 10 horas/aula para a parte prática.

Cerco às ‘cinquentinhas’

Além da exigência de documentação, os condutores de “cinquentinhas” também estão sendo cobrados pelo licenciamento dessas motos. Até pouco tempo, uma grande parte delas rodava sem placa. Isso porque a legalização ficava por conta das prefeituras e muitas alegavam que não tinham como dar conta do serviço.

Em julho de 2015, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mudou a regra e determinou que os Detrans deveriam emplacar os ciclomotores. Por causa disso, os licenciamentos de “cinquentinhas” aumentaram 280% naquele ano, na comparação com o anterior.

Como é lei para todas as motos, para a guiar a cinquentinha é necessário sempre estar de capacete.

Habilitação para Cinquentinha é obrigatória, mas procura no Detran é baixa


A partir do dia 1º de junho, o condutor das motos “cinquentinha” também vai precisar de carteira, CNH e o pior é que pouca gente até agora foi atrás para tirar esse documento.

O ciclomotor do vidraceiro João Antônio Teles está novinho, não tem nem um ano e ele comprou porque não precisava de carteira para pilotar.

“Eu não tenho habilitação e ela ia me locomover ao meu trabalho, de ida e de volta, sem nenhuma complicação com as autoridades”, afirma João.

Mas agora quem roda por aí nessas motos também conhecidas como “cinquentinhas”, por causa das 50 cilindradas, vai ter que portar uma ACC, Autorização para Conduzir Ciclomotor. É uma habilitação específica para esses veículos.

moto-2016-2017-como-tirar-carteiraA exigência da habilitação deveria ter entrado em vigor em fevereiro, mas o Conselho Nacional de Trânsito voltou atrás e prorrogou o prazo. Agora é para valer. A partir desta quarta-feira (1º), quem for flagrado pilotando um ciclomotor sem a documentação exigida vai ter dor de cabeça. A multa prevista é de R$ 574, além da apreensão do veículo. A infração é gravíssima.

“Hoje, 70% das vítimas de trânsito são provenientes de ciclomotores e motocicletas. Então é importante que eles estejam habilitados para não poder superlotar nossos hospitais e proteger as vidas”, afirma o diretor do Detran-BA, Lúcio Gomes.

Mas em uma autoescola, uma das maiores de Salvador, ninguém até agora tirou uma autorização para conduzir ciclomotor. O custo é de quase R$ 1.500, incluindo aulas, provas e taxas, o mesmo que se paga por uma habilitação categoria A, que dá direito a pilotar qualquer moto. O diretor acha que não compensa. “Mesmo custo, mesmo trabalho, mesmas provas, então não é viável”, declara.

Em Pernambuco, onde quase 30 mil “cinquentinhas” foram emplacadas de um ano para cá, a procura pela autorização também está baixa.

“Nós vamos simplesmente cumprir a legislação. O condutor de uma “cinquentinha” tem que estar habilitado, no mínimo com a ACC e/ou também com a categoria A”, avisa o presidente do Detran-PE, Charles Ribeiro.

O porteiro Agnaldo Alves preferiu não esperar para ver. Ele quer trocar a velha “cinquentinha” por uma moto maior daqui a um tempo e tirou logo uma habilitação categoria A. Pagou caro, mas não se arrepende.

“Estou mais tranquilo, mais seguro. Não vou andar escondendo de ninguém, de um órgão de trânsito. Vou andar tranquilamente, graças a Deus”, afirma Agnaldo.

Informações via Bom Dia Brasil.

Shineray Phoenix S: veja preço e detalhes da cinquentinha


A chinesa Shineray está lançando o ciclomotor Phoenix S, indicado para pequenos percursos urbanos ou rurais.

O modelo tem preço sugerido de R$ 3.890,00, e vem equipado com rodas de liga leve de 17 polegadas, porta-objetos sob o assento, marcadores de combustível e marcha e alça traseira para apoio do passageiro, entre outros itens.

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O ciclomotor tem motor de 2,7 cavalos, câmbio de quatro marchas, partida elétrica, embreagem semi-automática e freio a disco na dianteira (tambor na traseira).

De acordo com a empresa, que tem fábrica em Pernambuco, o Phoenix S pesa 89 quilos, e tem capacidade para 140 quilos.

Moto Cinquentinha: modelos e preços


O programa Auto Esporte da Rede Globo trouxe uma reportagem especial das divertidas cinquentinhas.

A moto “cinquentinha” é classificada como veículo ciclomotor, ao contrário do que muitos pensam, a habilitação é sim obrigatória, seu condutor deve portar a ACC, que é a autorização para conduzir ciclomotores ou a CNH na categoria”, disse um policial do trânsito de Arapiraca, lembrando que toda esta preocupação das autoridades, se deve ao fato do aumento no número de acidentes com vítimas fatais de condutores deste meio de transporte.

dafra - habilitacao - eletrica - emplacamento - carteira obrigatoria replicaCom a mesma economia e resistência de sempre, o ciclomotor, que conquistou os mais diversos públicos interessados em um veículo econômico, barato e de baixa manutenção, agora apresenta novidades. Ela custa em torno de R$ 3.199,00 e vem nas cores preta, vermelha, azul e dourada.

O motor de 49,5cc e 2,45cv continua forte e super econômico e a Star também recebeu ajustes no sistema de alimentação e escape, apresenta um novo conjunto ótico com design mais atual, feixe de luz mais direcionado e os indicadores de direção integrados. As novas carenagens seguem as linhas tradicionais do valor e modelo.

  • Veja consumo, quantos quilômetros faz com litro de gasolina

O painel está reformulado, com pintura prata e o fundo dos instrumentos em um quadriculado preto. O marcador de combustível posiciona-se em lugar de destaque e os indicadores de marcha dividem espaço com as luzes indicadoras do neutro, do farol alto e indicadores de direção. Na traseira, a mudança se deu nos indicadores de direção, agora menores, com formato seguro de diamante e com lentes brancas.





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Há mais de 10 anos a Star 50 2015 – 2016oferece liberdade e economia por um preço justo. Enquadrada na categoria de ciclomotor, de acordo com o Denatran, o modelo faz parte da evolução das antigas mobyletes, motocicletas bastante comercializadas na década de 80. Sucesso garantido, econômica, barata e versátil.

A Star é uma moto completa de série, já vem com roda de liga leve, partida elétrica, painel completo e o melhor: faz até 70km com 01 litro de gasolina. Fácil comprar, muito mais fácil manter. Aproveite a super garantia da Star 50cc: 2 anos de garantia!

A Star 50 continua sendo produzida ao preço sugerido de R$ 3.200 enquanto a Moby chega custando R$ 3.590. O mercado das cinquentinhas é o que mais cresce entre as motos, justamente por ser a opção de entrada de muita gente no mercado de veículos motorizados.

O público-alvo é justamente aqueles que desejam deixar o transporte coletivo ou precisam de uma moto barata, muito econômica e de manutenção fácil para usá-la como meio de transporte ou ferramenta de trabalho.


Assista a reportagem deste domingo 31/03 no programa Auto Esporte da Rede Globo sobre emplacamento, Detran, IPVA, etc.

New Smart Shinerai

New Smart Shinerai 2017
New Smart 50 da Shineray, tradicional e agora de cara nova. Partida elétrica/pedal, rodas de liga leve, nova carenagem, bagageiro central e traseiro.

F2 Plus

Essa é a F2 Plus Cinquentinha, ideal para quem tem estilo despojado e não abre mão de sua liberdade. O modelo possui marcador de gasolina, marcador digital de marcha, partida elétrica e no pedal e porta-objetos. Além de tudo isso, a F2 Plus Cinquentinha pode ser encontrada nas cores preta, branca, vermelha, azul, verde, rosa, cinza, dourada e vinho.
A cinquentinha da Bravax mais completa do Brasil ! Já vem com porta-Capacete, Rodas de Liga Leve, Freio a Disco, Trava de Direção, Marcadores de Marcha e Gasolina e muito mais…

Nova Traxx Moby50

Moby 50 é a nova cinquentinha da Traxx, agora na cor branca. A Moby privilegia o conforto e o design sem esquecer do desempenho. A Moby é perfeita para o dia-a-dia e extremamente confortável.

Moto Elétrica AP 1000

Essa é a AP1000, moto elétrica da Ecoamazon, possui 6 baterias de chumbo de 12V.

Nova Jet 50

Essa nova Shineray JET 50cc é uma boa moto, além do designer super arrojado ainda vem de fábrica com partida elétrica e pedal, rodas de liga leve, freio dianteiro a disco, suspensão traseira, porta-capacete, marcador de combustível e marchas semiautomática.

New Star 50 Traxx

Star 50 agora com um novo design. Cinquentinha da Traxx que possui partida elétrica, rodas de liga leve, hodômetro e protetor de corrente, além da melhor relação custo/benefício.

Joy Plus – Ditally

Joy Plus, freio a disco nas duas rodas, alça para passageiro, banco anatômico de dois níveis, controle remoto de partida e alarme, marcador de combustível, pintura em fibra de carbono, rádio e mp3.

Phoenix Plus – Shineray

A Phoenix Plus da Shineray tem um design estiloso, vem de fábrica com partida elétrica e pedal, rodas de liga leve, freio dianteiro a disco, suspensão traseira, porta-capacete, marcador de combustível e marchas semiautomática.

Eagle 50 – Shineray

Eagle 50 cilindradas da Shineray.

Bike 50 – Shineray

A Bike 50 é da Shineray, sistema de partida elétrica/pedal, embreagem automática, garfo telescópico.

Retro – Shineray

A Retro da Shineray é um estiloso só, vem de fábrica com partida elétrica e pedal, transmissão de Correia Dentada, embreagem automática.

HB 50 – Bull

A cinquentinha da Bull, com motor eficiente, sistema de partida elétrica/pedal, câmbio com 04 velocidades, rodas de liga leve.

Phoenix 50 – Shineray

A Phoenix vem de fábrica com partida elétrica e pedal, rodas de liga leve e garfo telescópico.

Spirit SE – Bull




Spirit SE da BULL tem um lindo design e um ótimo acabamento, possui câmbio automático, motor de quatro tempos e com partida eletrica/pedal.

Spirit SS – Bull

Spirit SS da Bull, vem de fábrica com motor de quatro tempos, porta capacete, porta objetos, sistema de ignição CDI, freio dianteiro a disco e rodas de liga leve.

Spirit SL 50 – Bull

Spirit SL, motor de quatro tempos, câmbio automático, garfo telescópico, porta capacete e porta objetos.

Liberty 50 – Shineray

Cinquentinha da Shineray cheia de estilo, a liberty 50 vem motor de quatro tempos e duas válvulas. Possui câmbio com 04 velocidades, sistema de partida elétrica/pedal e rodas de liga leve.

Jet 50 Plus – Shineray

Shineray JET Plus 50cc possui um lindo design, vem de fábrica com partida elétrica e pedal, porta objetos, rodas de liga leve, freio dianteiro a disco, suspensão traseira, porta-capacete, marcador de combustível e câmbio semiautomático.