A renovada, Ducati Monster 1200 S 2018


Revelada no Salão de Milão (Itália), em outubro, a reestilizada Monster 1200 S está chegando ao Brasil. O modelo passa a ser montado em Manaus e está em pré-venda até o dia 15 de agosto, quando desembarca nas autorizadas Ducati – por ora ao preço promocional de R$ 59.990. Marca da linha Monster, o farol redondo agora tem LEDs e luzes de uso diurno. A traseira e o tanque estão mais finos, o que reduziu o compartimento em um litro (16,5 l).

O motor bicilíndrico de 1.198 cm3³gera 150 cv e 12,8 mkgf (5 cv e 0,9 mkgf a mais). As respostas aos comandos do acelerador ficaram menos agressivas e mais graduais. O câmbio é de seis velocidades e traz quickshift, que permite trocas de marcha sem acionar o manete de embreagem. Os engates muito longos, por sua vez, foram mantidos.

Outra novidade é a Unidade de Medição Inercial (IMU). O sistema “lê” a inclinação e a velocidade das rodas e ajusta a atuação de outras novidades, como os freios ABS para curva e o anti-wheeling (que evita que a frente empine), além do controle de tração com oito níveis e dos três modos de condução. No Sport e no Touring, toda a potência é entregue e no Urban o limite são “só” 100 cv.

A geometria mudou por causa da nova balança, que ficou 2,6 cm mais curta (reduzindo o entre-eixos), e da fixação separada das pedaleiras de piloto e garupa. Na prática, ficou mais fácil encontrar a posição ideal de condução. Há mais conforto para atacar curvas e se posicionar sobre a moto, algo improvável na Monster anterior.

As mudanças de direção também ficaram mais rápidas – a impressão é de estar pilotando uma moto menor. O senão é a frente muito leve, o que poderia ser resolvido com a adoção de um amortecedor de direção. As suspensões Öhlins ajustáveis e os freios com pinça monobloco dão conta do recado.

Ducati Monster 1200 S 2018


A Ducati apresentou a nova Monster 1200 S ao mercado nacional. O modelo, que passa a ser montado em Manaus, chega às lojas na segunda quinzena de agosto, mas já está em pré-venda até o dia 15 de agosto com preço promocional de R$ 59.990. Para 2017, a Ducati irá produzir apenas 100 motos, disponíveis nas cores vermelha ou cinza.

A street fighter passou por uma série de mudanças em relação ao modelo vendido aqui anteriormente, ainda que o visual seja basicamente o mesmo. A traseira foi remodelada, o tanque também mudou e ficou um litro menor, além do farol redondo – marca da linha Monster – ser de LED e ter DRL, a luz diurna.

A nova balança traseira, do tipo monobraço, é 26 mm mais curta, o que reduziu o entre-eixos da moto. Outras mudanças na geometria de pilotagem estão na fixação das pedaleiras, pois agora as do piloto em peças separadas da do garupa.

Seu motor bicilíndrico de 1.198 cm³ agora rende 150 cv e 12,8 mkgf, ou 5 cv e 0,9 mkgf a mais que a Monster 1200 S anterior. O câmbio ainda é o de seis marchas, mas agora conta com quickshift para subir e descer marchas sem acionar o manete de embreagem, o que reduz o tempo de troca.

Na eletrônica, a grande novidade é a adição da Unidade de Medição Inercial (IMU). Ela serve para “ler” a inclinação e a velocidade das rodas e ajusta o funcionamento de outras novidades da eletrônica, como os freios ABS para curva e o anti-wheeling (que evita que a frente levante), além do controle de tração e os três modos de condução (Sport, Touring, Urban), que já estavam disponíveis.

As suspensões são Öhlins na dianteira e na traseira e com ajuste de pré-carga, retorno e compressão. Já os freios Brembo tem discos duplos de 330 mm na frente e pinças monobloco.

Preço baixo: Ducati oferece condições especiais até o final do mês a Scrambler Icon


A Ducati do Brasil está oferecendo até o final do mês de junho a Scrambler Icon, modelo de entrada da marca com estilo retrô e motor bicilíndrico de 803 cm³ e 75 cv, com condições.

O modelo, que custa R$ 38.900, pode ser adquirido com entrada de 50%, taxa zero e saldo em 18 vezes. O consumidor também pode optar pelo seguro grátis por um ano pela corretora Volkswagen, sem análise de perfil. Essa oferta é válida para os primeiros 35 clientes que comprarem a moto neste mês.

Outra vantagem oferecida pela Ducati é um voucher de R$ 2.000 para gastar em acessórios para a moto.

Para as motos Multistrada 1200 Enduro, XDiavel e XDiavel S, a condição é de 50% de entrada, uma parcela após 12 meses e taxa de 1,14 ao mês.

Para os outros modelos da Ducati, o financiamento pode ser feito com 30% de entrada e o restante em 23 parcelas mais uma prestação balão (de 50% do valor final da moto). A taxa de juros é de 1,39% ao mês.

Ducati 1299 Panigale S 2018 com preço de tabela sai por R$ 92.500


Montada em Manaus, a Ducati 1299 Panigale S mostra como algo bom pode ficar ainda mais refinado. A 1199 Panigale era um diamante bruto, mas sua sucessora é uma pedra preciosa lapidada, que tem tabela de R$ 92.500.

No visual, a novata se diferencia da antecessora pela bolha mais alta, dianteira mais larga e entradas de ar maiores sob os faróis. Desde a versão de entrada, tabelada a R$ 79.900, há três modos de condução (pista, sport e chuva).

Os dois primeiros permitem ajustar a entrega dos 205 cv do motor de dois cilindros em “L” de 1.285 cm3 – o último libera “apenas” 120 cv. Dá para regular o freio-motor (em três níveis) e os controles de tração e wheeling, que evita que a moto empine (em oito níveis), além do quick-shift para “subir” ou reduzir marchas sem acionar a embreagem, e freios ABS para curvas.

A mais, a versão S traz faróis de LEDs, para-lama de fibra de carbono, rodas forjadas e suspensões semiativas. Extras também são os dois botões no punho esquerdo para ajustar a eletrônica em configurações pré-programadas mesmo com a moto em movimento.

O motor tem novas bielas, camisas e pistões com diâmetro maior – são 11,6 mkgf de torque. A principal virtude desse “L2” é a entrega de força em faixa mais ampla que na 1199, o que garante boas respostas em baixas rotações. O câmbio de seis marchas com engates curtos propicia uma condução ainda mais esportiva que na antecessora.

Como há espaço para jogar a bacia para trás, a posição de guiar é confortável até para quem tem mais de 1,80 metro. A arquitetura em “L” do motor se traduz em melhor centralização de massa. Com isso, a Panigale é mais ágil nas mudanças de trajetória que as esportivas de quatro cilindros.

As suspensões semiativas dão boa estabilidade à Ducati em curvas, principalmente por manter a dianteira firme para onde se “aponta” a moto.