Honda CG 160 2018: Preço de todas versões, cores, consumo e ficha técnica


A japonesa Honda colocou à venda a linha 2018 da CG 160 com novidades importantes. Já se preparando para a lei que obriga todas as motos à venda no País a contar com algum sistema de auxílio a frenagem até 2019, o modelo mais vendido do Brasil, agora vem equipado em toda a gama com sistema de frenagem combinada (CBS).

Até então o sistema estava disponível só na versão Titan, topo de linha. Essa função aplica força ao freio dianteiro, mesmo sem acionar o manete. Ela serve para – em frenagens mais fortes – evitar perda de estabilidade da moto.

Outra novidade da linha é a suspensão dianteira Separated Function Fork (SFF). O sistema é derivado das motos de off-road, sendo uma das bengalas dedicada ao sistema hidráulico, com óleo, e responsável pelo controle de compressão e retorno e a outra abriga a mola.

Para as versões 160 Titan e 160 Fan, o painel de instrumentos também mudou e agora é do tipo Blackout, com fundo escuro e grafismos em branco. Na versão Start, o componente ganhou a função de conta-giros e também há aros na cor preta.

O motor segue inalterado. É um monocilíndrico de 162,7 cm³ que rende até 15,1 cv e 1,54 mkgf com etanol. O câmbio é de cinco marchas. A CG 160 Titan tem pneu traseiro de medidas 100/80-18M/C REINF 59P e 80/100-18M/C 47P para o dianteiro. Na CG 160 Fan, os pneus permanecem com as mesmas especificações: 80/100-18M/C 47P (dianteiro) e 90/90-18M/C REINF 57P (traseiro).

Os preços são de R$ 7.990 para a CG 160 Start, R$ 8.990 para a CG 160 Fan e R$ 10.190 para a CG 160 Titan. Todas as versões têm três anos de garantia, sem limite de quilometragem e com óleo gratuito em sete revisões.

Honda Forza 125 2018: preço, consumo e ficha técnica


A nova Honda Forza 125 proporciona-lhe a confiança de que necessita para enfrentar a cidade. Está equipada com um novo motor de quatro válvulas e injeção de combustível PGM-FI, concebido para o melhor desempenho em regime médio como na potência máxima.

Todas as viagens são entusiasmantes graças às acelerações a partir dos 90 km/h, as melhores do segmento, bem como aos arranques suaves mas decididos e ao fantástico desempenho nas velocidades mais elevadas.

Mas a potência não é tudo. A Forza 125 está equipada com todo um conjunto de funcionalidades entusiasmantes concebidas para proporcionar mais vantagens ao condutor. As tecnologias de baixa fricção utilizadas no motor, combinadas com a paragem ao ralenti, proporcionam excelente poupança de combustível, com consumo de 2,29 L/100 km (modo WMTC), permitindo prolongar o prazer de condução durante mais tempo.

Além disso, é fácil de manobrar; o peso de apenas 162 kg (com ABS) contribui para melhores performances dinâmicas bem como na facilidade de controlo a velocidades mais reduzidas e nas manobras de estacionamento.

A Forza 125 combina um estilo luxuoso com conforto e funcionalidade supremos. Com 48 L. de armazenamento, existe espaço suficiente para dois capacetes integrais XL debaixo do banco.
Existe ainda uma tomada de 12 V no porta-luvas dianteiro (onde pode guardar facilmente uma garrafa de água), proporcionando prático ponto de recarga de acessórios eléctricos.

Sublinhando a elegância dos potentes faróis LED, as luzes de presença, também em LED, proporcionam um estilo bem marcado e uma identidade única. Os piscas dianteiros, montados na parte superior da estrutura dos espelhos retrovisores, e os farolins traseiros LED com efeito estereoscópico aumentam a visibilidade.

Montados em posição elevada para melhor visualização, o velocímetro e o conta-rotações são acompanhados por um visor LCD de fundo invertido e cores intensas. O ecrã do painel de instrumentos inclui um relógio, nível de combustível, indicador de consumo médio, dois conta-quilómetros parciais e conta-quilómetros total.

Os bancos de perfil vincado oferecem uma posição de condução confortável e segura, com os “pés para a frente”, proporcionando excelente visibilidade da estrada, com uma altura do assento de 780 mm. Além disso, é muito espaçosa, tanto para o condutor como para o passageiro.

Para máximo conforto e excelente protecção contra o vento, o pára-brisas pode ser ajustado em 6 posições, com variação máxima de 120 mm, possibilitando a adaptação a velocidades mais elevadas ou ao trânsito em cidade, e adequando-se às necessidades de todos os condutores.

A elevada eficiência do motor proporcionam um consumo de 2,29 L/100 km (modo WMTC). O que, combinado com o depósito de 11,5 litros, garante que o condutor de uma Forza 125 só visite o posto de abastecimento uma vez por semana.

Destaque a sua presença na cidade com esta mistura contemporânea de linhas fluidas e elegantes e ângulos de agressividade desportiva. As linhas do design dinâmico proporcionam ainda fantástica proteção contra o vento durante a condução a velocidades elevadas, mesmo em autoestradas, enquanto a iluminação integral LED de grande qualidade oferece um aspeto inconfundível à dianteira. O painel de instrumentos estereoscópico complementa o estilo exterior, com visor LCD invertido que apresenta todas as informações necessárias, em cores ricas e intensas.

Ficha Técnica

Motor

Diâmetro X Curso (mm) – 52,4 x 57,9 mm
Alimentação –Injeção eletrônica PGM-FI
Taxa de compressão – 11,5:1
Cilindrada (cm3) – 124,9 cm3
Tipo de motor – Monocilíndrico a 4 tempos, 4 válvulas, SOHC, com refrigeração líquida
Potência máxima – 11kW (15 CV) / 8.750rpm
Binário máximo – 12.5Nm / 8.250rpm
Capacidade de óleo (Litros) – 0,9 litros
Arranque – Elétrico

Rodas

Freios Dianteira – disco de 256 mm
Freios Traseira – disco de 240 mm
Suspensão– Dianteira – Forquilha Telescópica
Suspensão – Traseira – Duplo amortecedor
Tamanho – Dianteira– 120/70-15 / Traseira – 140/70-14
Tipo – Dianteira/Traseira – Liga de alumínio fundido

Ciclística

Bateria – 12V-7AH
Ângulo da coluna de direção – 26°5′
Dimensões (mm) – 2.135 x 750 x 1.455
Quadro – Tubular em aço
Depósito de combustível (Litros) – 11,5 litros
Consumo de combustível – 2,3l/100km
Distância livre ao solo (mm) – 150 mm
Luzes – LED
Peso em ordem de marcha (kg) – 159 kg
Altura do assento (mm) – 780 mm
Trail (mm) – 89 mm
Entre-eixos (mm) – 1.490 mm

Transmissão

Embreagem – Automática, centrifuga, tipo seca
Transmissão Final – Correia em V
Transmissão – CVT

Novo Chevrolet Cruze X Honda Civic 2018, consumo, preço, motor e câmbio


Um comparativo dos novos sedãs que estão desembargando no Brasil. Se as picapes dominam os noticiários da indústria automobilística desde o fim de 2015, as atenções devem se voltar para os sedãs médios nos próximos meses.

A primeira grande novidade do segmento será o novo Cruze, que estria em julho, mas a Honda não ficará só assistindo: a décima geração do Civic chegará ao país em agosto, embora a montadora não confirme oficialmente a data de estreia do sedã. Com isso essa informação em mãos, resolvemos antecipar o embate dos próximos meses e fomos até os Estados Unidos avaliar os dois modelos.

cruze-x-civic-comparativo

Na Flórida, dirigimos as versões de entrada de Cruze (LT) e Civic (LX) vendidos por lá. Quase 4.500 km de distância nos separaram de Los Angeles, onde tivemos depois contato com a versão topo de linha do Civic (Touring), a única com o  novo motor 1.5 turbo de 176 cv – no Cruze, todas as versões saem de fábrica com o motor 1.4 turbo de 155 cv. Analisamos aos critérios mais valorizados pelo cliente de um sedã médio, mas considerando que a Honda ainda não liberou quase nenhuma informação do Civic brasileiro, decidimos não comparar os equipamentos do modelo americano com os do Cruze vendido no Brasil.

Motor e Câmbio

Feliz será o dono do Cruze, que terá o moderno motor 1.4 Ecotec turbo (de 153 cv com etanol e 150 cv com gasolina) á disposição em qualquer versão, algo que não ocorrerá no Civic. Assim como nos EUA, a Honda com o motor 2.0I VTEC (o mesmo do Civic atual), mas pode trocar a caixa automática de seis marchas pela transmissão CVT empregada no carro americano.

É quase certo que só a versão Touring tenha 1.5 VTEC turbo, com 176 cv e torque de 22,4 mkgf. Enquanto o Cruze já está adaptado á tecnologia flex, o Civic turbo estreará no Brasil bebendo apenas gasolina, sendo que a opção bicombustível surgirá posteriormente. O Civic americano não permite realizar trocas sequenciais (seja por paddle-shifts ou toques na alavanca do câmbio), mas a própria Honda admitiu que no modelo brasileiro pode ser diferente. Já o câmbio do Cruze é um automático de seis marchas, com trocas sequenciais ao mover a alavanca para frente e para trás- em vez dos botões posicionados no topo da manopla do modelo americano

Dirigibilidade

O Civic empolga pelo acerto de suspensão ligeiramente mais rígido do que antes, fazendo a carroceria rolar menos nas curvas. O modelo brasileiro sofrerá alterações na calibragem devido ás péssimas condições das nossas vias, mas analisando o comportamento das gerações anteriores do próprio Civic, a Honda deve preservar suas características dentro do possível. A caixa CVT é mais ágil do que a maioria dos modelos similares, porém, por esportividade, não explora todo o potencial do motor turbo.

Mesmo assim, o Civic não faz feio: embora a Honda não divulgue números de desempenho, a revista americana Motor Trend cravou 7,2 s no 0 a 100 km/h – a mesma publicação fez 7,7 s com o Cruze. Falando no GM, o sedã contorna curvas sem sustos, tolerando exageros antes de convocar a ajuda eletrônica. A suspensão prioriza o conforto, sem ser excessivamente mole, impedindo uma rolagem excessiva da carroceria.

Novo-Civic-2017-2019

Consumo

A economia de combustível é uma das principais virtudes dos motores turbinados. O cruze é um bom exemplo: nosso teste feito na versão nacional indicou 11,8 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada. Já que ainda não não tivemos acesso ao números de consumo do Civic nacional, comparamos os dados de fábrica divulgados por GM e Honda nos EUA, com a gasolina local: a Chevrolet informa 12,7 km/l e 17,8 km/l, contra 13,2 km/l e 17,9 km/l do Civic.

Design

Apesar de ser um projeto global, alguns detalhes do Cruze brasileiro o diferenciam do modelo americano. Um deles é o desenho dos faróis auxiliares, que ganharam um estilo convencional. As rodas serão diferentes para cada versão e não seguem o padrão dos EUA (por lá, há até calota; no Brasil só haverá roda de liga).

Já o Civic deve ser praticamente idêntico ao americano no estilo. Além da silhueta típica dos cupês (uma tendência da indústria nos últimos anos), o sedã chama atenção pela prolongação das lanternas na parte superior da tampa do porta-malas, que certamente dividirá opiniões.

Interior

O cruze aposta em um interior aconchegante, com plásticos de baixo brilho que lembram superfícies emborrachadas e encaixes precisos. A tela de 8 polegadas (na LT, é de 7 polegadas) da segunda geração do MyLink domina o console central, acima dos comandos de ar-concionado. Como pontos negativos, o quadro de instrumentos não combina com o restante da cabine por sua aparência simples demais e algumas peças têm aparência pobre, como alavancas de seta e para-brisa, destonado do ar requintado do interior. Já o Civic traz traços mais horizontais, que lembram o City (como no desenho das saídas de ar-condicionado).

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Atrás da manopla de câmbio ficam dois porta-objetos, sendo um deles em posição mais baixa. Ao contrário do HR-V, porém, o acesso não é tão ruim e há até pequenos nichos para encaixar cabos USB. Em vez do antigo painel de dois andares, o Civic tem uma tela de TFT no lugar do velocímetro convencional da versão Touring, agrupando informações do computador de bordo, luzes de advertência e alertas de segurança. Nas versões básicas, esse quadro é mais tradicional e falta um mostrador de combustível com melhor visibilidade á noite – a iluminação do painel dificulta a visualização do ponteiro.

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A Honda garantiu que o acabamento do Civic básico nacional será superior ao do americano, que lá ocupa os segmentos de entrada do mercado. E é bom que seja mesmo: nas versões mais simples, os plásticos duros do interior seguem o padrão do Fit e o sistema de som é simples demais. Na Touring, a história é diferente, com materiais de diversas texturas e montagem com padrão de qualidade acima da média do segmento, com direito a bancos de couro com costuras aparentes, padrão esse que estará no modelo brasileiro.

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Espaço interno

O Cruze não é apertado por dentro, pelo menos para as pessoas mais baixas. Passageiros mais altos, no entanto, sofrem com a falta de espaço para os ombros no banco de trás (houve uma redução de 2 cm ante ao antigo Cruze), além de a cabeça raspar no teto pela diminuição de 1 cm no espaço até o teto.

Já o Civic cresceu para quase todos os lados (o comprimento aumentou em 10 cm, a largura está 4 cm maior e a distância entre-eixos cresceu 3 cm), resultando em mais folga para pernas (na frente e atrás) e mais ainda para a cabeça no banco traseiro. Enquanto o porta-malas do Cruze caiu de 450 litros para 440, o do Civic saltou de 449 para 530 litros. O acesso á bagagem é também melhor no Honda, pois sua tampa traseira é bem maior.

Preço do Civic x Cruze

O Cruze será vendido nas versões LT E LTZ. Nossa estimativa aponta valores de R$ 86.000 a R$ 103.000. Pouco se sabe sobre o Civic, mas a tendência é que a Honda mantenha a oferta de três configurações, sendo que a Top Touring pode ser rebatizada. A nomenclatura EX-T, que já é adotada nos EUA, seria uma opção. Se você achou o Cruze caro, saiba que o Civic não será barato: a versão de entrada deve partir dos R$ 85.000, com a top custando em torno de salgados R$ 110.000.

Informações via QuatrtoRodas

Big trail CRF 1000L Africa Twin sofre redução de valor, veja preço do modelo 2018


Como era esperado por muitos, a Moto Honda da Amazônia anunciou nesta semana a redução no preço da motocicleta big trail CRF 1000L Africa Twin. Segundo a marca, o reposicionamento proporcionará ao cliente condições mais competitivas, o que irá estimular o mercado e aumentar o volume de vendas progressivamente, uma vez que reduzirá os preços ao consumidor final.

Os modelos tiveram o preço diminuído em R$ 10 mil, ou seja, agora a versão Standard com ABS tem preço público sugerido de R$ 54.900, enquanto a versão ABS Travel Edition passa a custar R$ 64.400, não inclusas despesas de frete e seguro.

A Honda oferece ainda aos interessados o Plano Renova, com novas condições para aquisição, desenvolvido pelo Banco Honda, empresa integrante da Honda Serviços Financeiros, que permite ao cliente definir o valor da entrada variável de 30% a 50% do preço do bem, financiando-o em até 36 meses: sendo 36 parcelas fixas, com valores inferiores aos praticados no financiamento tradicional, e destinar até 30% do valor da motocicleta para a parcela final.

De acordo com os valores atualizados, ao aderir o Plano Renova na aquisição de uma Africa Twin ABS de R$ 54.900 (PPS com base no estado de São Paulo, sem despesas com frete e seguro), o cliente destina R$ 27.450,70 no valor de entrada (50% do valor do bem) e 36 parcelas de R$ 688,69, com taxa de juros especial de lançamento de 1,41% ao mês. Nesse cenário, a parcela final de R$ 16.470 representa os 30% complementares ao valor total do bem.