KTM 390 Duke recebe série especial no País


A KTM está apresentando uma série especial da 390 Duke ABS para o Brasil. O modelo ganhou grafismos especiais e equipamentos da linha de acessórios PowerParts. Ela é tabelada a R$ 22.690.

No visual, a mudança está no tanque, que ao invés de trazer o 390 enorme tem a inscrição KTM e Duke em letras garrafais no espaço, seja na opção de cor preta ou branca.

Os acessórios da PowerParts são o assento ergonômico com espuma especial, que segundo a KTM melhora o conforto para o uso diário, a coroa da corrente e as tampas dos reservatórios de fluido de freio na cor laranja.

A parte mecânica continua inalterada, com o motor monocilíndrico de 373,2 cm³ que rende 44 cv e 3,5 mkgf associado à transmissão de seis marchas. Os freios são a disco, simples nas duas rodas, e as suspensões são da grife WP.

Valor: R$ 22.690

Nova KTM Duke 390 chega reestilizada, KTM 200 sai de linha e tem desconto para zerar estoque


Desconto para zerar estoque. A marca KTM quer limpar o estoque para a chegada da nova Duke 390, que foi reestilizada lá fora, e está oferecendo os modelos Duke 200 e Duke 390 ABS com descontos até o final do mês.

Com preços sugeridos de R$ 15.990 e R$ 21.990, Duke 200 e 390 ABS estão sendo oferecidas com bônus de R$ 1.000, por R$ 14.990 e R$ 20.990, respectivamente. Ambas são modelo/ano 2016/2017.
A Duke 200 tem motor monocilíndrico de 199,5 cm³ que entrega 26 cv, enquanto a irmã maior tem propulsor também monocilíndrico de 373,2 cm³ que rende 44 cv. As duas street têm câmbio de seis marchas e suspensões dianteira e traseira WP com 150 mm de curso.


Nova 390 Duke. Para a linha 2017 / 2018,  a street recebeu novo visual, mais agressivo e parecido com o da irmã maior 1290 R Super Duke, painel de instrumentos com tela de TFT, dispensando o antigo digital com fundo laranja, e farol de LED bipartido.
Outras mudanças são uma reestilização do subchassi e, por consequência, da posição de fixação do assento do piloto. As suspensões WP são novas e o disco de freio dianteiro, de 320 mm, também.


Já a 200 Duke sai de linha por não atender as novas regras de emissões de poluentes e ruídos, abrindo espaço para a chegada da 125 Duke, cujo motor monocilíndrico de 124,7 cm³ tem 15 cv.

TABELA FIPE

Duke 200

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2015818043-112.618,00
2016818043-113.633,00
2017818043-114.795,00
Zero KM818043-115.990,00

Duke 390

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2015818040-718.101,00
2016818040-718.800,00
2017818040-720.165,00
Zero KM818040-721.990,00

Kawasaki Z300 vs KTM 390 Duke vs Yamaha MT-03 vs BMW G 310R – Qual a melhor das 300cc


Um grande comparativo, Kawasaki Z300 vs KTM 390 Duke vs Yamaha MT-03 vs BMW G 310R. Este novo segmento entre 250 e 500 cm é tão promissor que até marcas que jamais olharam para as motos de baixa cilindrada, como a BMW, se lançaram de cabeça nesse nicho.

Ante a falta de experiência com esse tipo de produto, e a necessidade de oferecer uma motocicleta com o preço o mais ajustado possível, os alemães decidiram apoiar-se em que leva décadas fabricando-as e vendendo-as aos milhares.

Assim, a G 310R, uma das novidades entre as 300, foi desenvolvida em parceria com a marca indiana TVS, um caminho similar ao adotado pel KTM quando, em 2013, apresentou a pioneira desta história, a 390 Duke, depois de ter lançado as 125 (em 2011) e 200 Duke (em 2012), desenhadas pela austríaca KISKA, mas igualmente construídas em colaboração com uma marca indiana, a Bajaj, Diferentemente dos europeus, os fabricantes japoneses representados neste especial (Kawasaki e Yamaha) já contavam com os meios e experiência suficientes para tirar da manga um modelo com essas características. Lançada no ano passado, a Z300 foi a primeira a entrar no ringue para enfrentar a 390 Duke, mas a Yamaha não demorou para dar a resposta. Ambas seguiram um mesmo caminho: utilizar como ponto de partida suas esportivas de 300 cm para lançar suas respectivas versões naked.

MOTORES DAS 300CC

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Os diferentes caminhos que europeus e japoneses usaram no desenvolvimento de suas pequenas motocicletas também é perceptível quando analisamos os seus motores. Enquanto a KTM e a BMW apostam em mais simples, estreitos e leves monocilíndricos, as concorrentes japonesas preferiram dividir a cilíndrica total em dois cilindros. Essa diferença, assim como a capacidade escolhida, é determinante para o caráter de cada um deles. O de menor capacidade Kawasaki , o único que fica abaixo dos 300 cm (tem exatos 296 cm), ainda que sia condição de bicilíndrico lhe permite compensar isso com uma alta capacidade de giro para chegar a nada desprezíveis 39 cv.

Ele justifica a fama de esportividade da marca ao ser o motor com o melhor potência específica das quatro: 131,8 cv/litro. Seu regime máximo de rotações está 2 000 rpm acima do da KTM, que, sendo o maior dos quatro, com 373,2 cm é também o mais potente deles, com 44 cv declarados.

eicma_2015_bmw_roesner_0129A outra japonesa, a Yamaha MT-03, situa-se entre as duas europeias com seus 321 cm e 42 cv. A BMW optou por uma cilindrada de 313 cm para seu monocilíndrico com cabeçote virado 180 graus para permitir que a admissão fique voltada para frente. Segundo a marca, o fato do ar fresco encontrar um caminho mais direto no sentido da admissão contribui para conseguir um melhor equilíbrio entre rendimento e consumo de combustível.

Ela declara 34 cv, o que a coloca como a menos potente e todas, mas também, pelos números divulgados pelos fabricantes, a que promete ser a mais econômica. Se ela confirmar a média de 30,3 km/l anunciados pela BMW, a G teria boa vantagem diante dps 19,6 km/l e os 21,3 km/l que conseguimos nos testes, respectivamente, com a 390 Duke e com a Z300. No caso da Yamaha devemos esperar algo próximo ao conseguido com a R3 em um uso variado: 22,2 km/l. Com qualquer das bicilíndricas japonesas não é difícil passar dos 350 km rodados sem reabastecer, já que trazem os maiores tanques. São bons 17 litros na Kawasaki e 14 litros na Yamaha diante dos 11 litros da BMW e da KTM.

Quando o assunto é desempenho, estas quatro motos podem levar você com facilidade acima de 150 km/h. A potência e a incrível leveza da austríaca a fazem alcançar 172 km/h reais, pouco acima dos 170 km/h da Kawasaki. Para a MT-03 podemos ter como referência a R3, que chegou no nosso teste a 173 km/h de máxima, mas, quanto á alemã, teremos de aguardar.

INSTRUMENTOS, PAINÉIS E ESTILOS

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Está claro que estamos diante de motos essencialmente práticas, mas no por isso isentas de atrativos e capricho nos detalhes e design, até porque outro de seus muito objetivos a atrair o público jovem. Na mais veterana, a Duke, notamos alguns traços de tradição off-road da marca na ergonomia, como é o caso das pedaleiras elevadas e o assento mais duro. Até o seu quadro de instrumentos é ultracompacto.

O painel de LCD traz muita informação:  conta-giros, velocidade, temperatura do motor, hodômetros parciais, nível de combustível, consumo médio e instantâneo, marcha engatada, autonomia, relógio e até Shift-light, como a Yamaha. O problema é que mostrar tanta informação em uma tela tão pequena faz com que os dígitos sejam também pequenos e com uma leitura pior do que gostaríamos.

A mais parecida é mais uma vez a BMW, mas com uma solução mais discreta e de acordo com o conceito clássico da marca. O painel de LCD da alemã é compacto como a moto e é quase tão completo quanto o da KTM: traz conta-giros, velocidade, marcha engatada, temperatura do motor, nível de combustível, autonomia, consumo médio e relógio. As cores utilizadas são mais sóbrias e há detalhes Premium como as placas de alumínio ás quais estão fixadas as pedaleiras do piloto e do garupa e as alças do mesmo material para o passageiro se segurar.

Os fabricantes japonesas sempre se caracterizam por motos compactas se comparadas ás rivais do velho continente, especialmente quando nos referimos a modelos de origem germânica. Entretanto, aqui nos encontramos com o fato de que suas motos são mais confortáveis para pilotos de biótipo ocidental, sem por isso deixar desconfortáveis os pilotos mais baixos. Visualmente a Z300 é claramente inspirada em sua irmã de 800 cm assim como a semelhança da MT-03 com a MT-07 é inegável.

O painel de instrumentos de ambas é dominado por um grande conta-giros analógico, com as demais informações em Displays analógicos. No seu, a Z informa a velocidade, as horas, o nível de combustível, dois hodômetros parciais e, curiosamente, um indicador de pilotagem econômica  Eco mas não indica a macha em uso.

Por ultimo, a MT-03 herda os instrumentos da R3. O pequeno display maior, á direita, indica a marcha engatada, a velocidade, consumo médio e instantâneo, dois hodométricos parciais e aviso para troca de óleo.

CICLISTA DAS PEQUENAS NAKED

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Estas quatro pequenas naked empregam chassi tubular de aço e balança de braço duplo. Para KTM mais que uma opção era opção já que até a sua MotoGP segue fiel ao esquema de treliça multitubular! É o mesmo chassi utilizado nas 125 e 200, assim não chega a surpreender que suas dimensões sejam bem contidas e seu peso – 153 kg para Kawasaki, todos em ordem de marcha. A BMW segue a mesma filosofia da KTM e na hora de desenvolver a sua G 310R optou por um conceito de naked essencial e leve, o que resultou em apenas 158,2 kg com gasolina.

Na verdade, as duas europeias não apenas coincidem nesse aspecto mas são também as mais parecidas entre sí. Se olharmos com atenção, encontraremos outras semelhanças além do tipo de treliça tubular que adotam. Coincidências como a balança de alumínio com recortes que lhe dão rigidez completamente á vista ou as formas angulosas do tanque de combustível e, ainda, o design das rabetas.

BMW e KTM ainda usam as mesmas medidas de rodas e pneus traseiros, de 150 mm de largura no lugar dos 140 mm que encontramos nas japonesas e até no sistema de freio dianteiro, como veremos mais a frente. Kawasaki e Yamaha tiraram as carenagens de Ninja 300 e R3 para chegar a estas motos. Ambas possuem chassi principal, como acontece também com a KTM. Somente a BMW leva essa subestrutura aparafusada, um detalhe que permite reparar a parte traseira da moto com mais facilidade.

Voltando ás japonesas, Kawasaki é a única a confiar em uma balança de aço de aspecto mais simples ao não precisar de reforços. A comparação com o belíssimo duplo braço com reforço superior que equipa a Yamaha, ou até mesmo com as bem desenhadas balanças europeias, não deixa dúvidas: esse é um dos aspectos em que a Kawasaki mais economizou no projeto da Z300.

Levando em conta que estas motos são dirigidas a um público sem muita experiência, todas elas, além de serem estreitas entre as pernas do piloto, são baixinhas. A Z300 tem 775 mm, depois vem a MT-03 com 780 mm, a G 310R com 785 mm e, por último, a 390 Duke com seus 800 mm entre 0 assento e o solo.

SUSPENSÕES E FREIOS

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Quando nos referimos a suspensões e freios também podemos dividi-las em dois times. A dupla nipônica economiza no trem dianteiro ao usar bengalas convencionais, com barras de 41 mm e 120 mm de curso para a Z e 41 mm e 130 mm de curso na MT.

As europeias, por sua vez, investiram mais nesse quesito e equiparam seus modelos com mais rígidos e bonitos garfos invertidos. A Duke é mais radical , com barras de 43 mm e nada menos que 150 mm de curso. Não há duvidas de que o DNA ready to race da marca se aprecia em aspectos como esse e outros, como, por exemplo, o fato dela ser única a permitir que desliguemos o ABS.

A G chega com bons 140 mm de curso na suspensão dianteira, mas se contenta com barras invertem, e são as japonesas que mostram um sistema mais elaborado ao utilizar bieletas para dar progressivamente a suspensão traseira.

Um ponto a favor delas, já que as europeias não contam com bieletas e sus amortecedores são fixados diretamente as balanças. ABS e disco de freio único é um denominador comum nas quatro, mas há importantes diferenças nos detalhes, que mostram mais uma vez uma correspondência entre as tendências europeia e japonesa. As motos orientais são mais tradicionais e não trazem pinças dianteiras de fixação radial, e sim um sistema flutuante de dois pistões paralelos e fixação convencional.

Na Yamaha o disco de borda da lista e 298 mm, não flutuante, já na Kawasaki o disco tem 280 mm, não flutuante e tem a borda recortada. Mais uma vez KTM e BMW seguem o mesmo caminho ao confiar á Bybre (marca indiana cuja proprietária é a brembo) o sistema de freios dianteiro, instalado uma pinça radial de quatro pistões e um disco de 300 mm. A Kawasaki é a única a oferecer o seu modelo em duas versões: com ou sem ABS.

KTM antecipa a sport tourer Super Duke GT


DUKEGT-2Novas motos esportivas com pose de trail são mesmo as novas flores da estação. E o fato é que após a renovação das Ducati MultiStrada e Kawasaki Versys 1000, e do lançamento da BMW S1000 XR, agora será a a vez da austríaca KTM entrar nesta disputa.

Conforme antecipa a marca, está marcada para o Salão de Milão em novembro a apresentação oficial da Super Duke 1290 GT, a versão sport tourer da naked Spuper Duke R. Com chassi modificado para acomodar um banco maior e mais confortável e uma nova carenagem dianteira com um para-brisa de bom tamanho, a próxima KTM terá ainda tanque de maior capacidade (para aumentar a autonomia em viagens) e um guidão mais alto e aberto, para deixar a posição de pilotagem mais cômoda. Alterações incluirão ainda uma saída de escape mais baixa, para abrir espaço para um suporte de malas laterais.

Na parte mecânica, a Super Duke GT vaia usar uma versão, digamos, amansada do motor V-Twin de 1.301 cc da Duke R, com potência estimada em mais de 150 cv e menor consumo de combustível. Haverá três modos de condução (Sport, Street e Rain), além do Motorcycle Stability Control (MSC) integrado ao controle de tração com quatro modos e ao ABS também com quatro modos (Street, Sport Rain e Supermoto). Completarão o conjunto as parrudas suspensões da WP semi-ativas, que mudam automaticamente sua rigidez de acordo com o modo de pilotagem escolhido.

Itens de comodidade incluirão controlador de velocidade automático, manoplas aquecidas e até mesmo um assistente de partida em rampas (Hill Start Control), sem falar nos faróis com luzes diurnas de LED. A briga com Ducati, Kawasaki e, especialmente, com a BMW promete!

DUKEGT