Dicas de conseguir empregos mais rápido, veja 10 maneiras eficientes e infalíveis


Em tempos de concorrência alta, o que o profissional pode fazer para ser escolhido para uma vaga de trabalho?
Segundo especialistas em carreira e recursos humanos, o primeiro passo é mostrar que está disponível para o mercado de trabalho, ou seja, não ter vergonha de falar sobre o desemprego.

1 – Não “atirar” para todo lado
Mandar currículo para todas as oportunidades que aparecem não é uma boa opção para quem está em busca de um emprego. “Os principais erros ao procurar emprego podem ser resumidos a enviar o mesmo currículo para uma série de vagas sem tomar o cuidado de verificar se possui as qualificações técnicas e comportamentais desejadas pelo empregador ou sem personalizar com palavras-chave que tenham relação com o anúncio”.

2 – Currículo atualizado
É comum esquecer de atualizar o currículo ou não colocar a informação de um curso logo após a conclusão. Mas na hora em que se começa uma busca efetiva por um emprego, o profissional precisa deixar o documento atualizado com suas informações profissionais e, principalmente, de contato.

3 – Autoconhecimento
“É preciso fazer uma análise sobre a oportunidade como um todo, incluindo afinidade com a vaga e a empresa em questão, além de chances de aprendizado e crescimento profissional”, diz Mantovani. Segundo ele, o salário não deve ser o principal fator na hora de procurar emprego.

4 – Explicando a demissão
Segundo os especialistas, o profissional não precisa explicar os motivos de sua demissão no currículo, mas terá que falar sobre o assunto na entrevista. “A transparência sempre é o melhor caminho, seja honesto e verdadeiro. Porém, é importante ficar atento para não demonstrar em seu discurso tons de reclamação ou fofoca. Isso não é bem visto por recrutadores”.

5 – Salário
De acordo com Oggiam, o profissional que está desempregado acaba perdendo uma parte do seu poder de negociação para uma nova oportunidade. “Com isso, mantenha-se aberto para oportunidades que em casos sejam cargos ou remuneração abaixo do que possuía anteriormente”, afirma.
“Outra dica é não mencionar o salário no currículo, porque se por um lado a informação te direciona para oportunidades desejadas, por outro pode te excluir de vagas interessantes”.

6 – Flexibilidade para novos projetos e desafios
Segundo Oggiam, o profissional deve estar aberto a avaliar o que o mercado pode oferecer. “Existem ótimas oportunidades em projetos especializados com tempo de duração determinado. Elas podem se transformar em um emprego permanente ou preparar o profissional para outros trabalhos”.

7 – Prepara-se para a entrevista
Pesquisar sobre a empresa é essencial para ter um bom desempenho na entrevista. O profissional deve conhecer a companhia e demonstrar interesse nela também, e não somente no cargo.
O profissional deve “vender” suas realizações e resultados obtidos durante a carreira. “É importante, nesse momento da entrevista, destacar quais ações proativas contribuíram para que não se tornasse um profissional desatualizado, seja por meio de cursos on-line, palestras, workshops ou outras atividades”.

8 – Ansiedade
Quem está procurando emprego fica aflito esperando respostas positivas ou negativas, mas o profissional não deve transferir isso para a pessoa que deveria dar o feedback. “Ficar desempregado nunca é fácil, e todos temos responsabilidades com as quais arcar. Porém, transferir nossa ansiedade em relação a uma recolocação para o recrutador ou indicação, não é uma atitude bem vista”.

9 –  Não desistir
Mesmo quando você receber um não, persista na busca pelo emprego. “Nunca é fácil falar sobre o assunto desemprego, é uma realidade que nos incomoda; porém, é algo que a vasta maioria já passou em algum momento da carreira – ou ainda irá passar. Portanto, não há motivo para vergonha”.

10 – Networking e amigos
“O primeiro passo é comunicar a rede de contatos de que está disponível para novos desafios no mercado de trabalho. Depois, é hora de fazer um mapeamento para alinhar as expectativas pessoais à realidade”.

Sabe qual é o piso salarial de um Programador? confira agora mesmo


O programador, ou desenvolvedor, é um profissional da área de Tecnologia da Informação (TI)  que escreve os códigos que dão origem a programas e sistemas para as mais variadas plataformas. Esse profissional pode implementar desde aplicativos para celulares e tablets até sistemas operacionais de computador, passando por jogos e programas para gerenciar contas correntes em bancos, apenas para citarmos alguns exemplos.

O mercado para programadores está aquecido e em expansão, com grande quantidade de novas vagas de emprego e bons salários, principalmente nos grandes centros urbanos e nos polos tecnológicos espalhados pelo Brasil.

Salário Mínimo Profissional do programador

Os programadores não possuem um salário mínimo profissional definido. Alguns sindicatos, como o dos trabalhadores de processamento de dados, firmam acordos coletivos e estabelecem convenções para aumentos salariais e condições de trabalho válidos em determinada região, estado, cidade, grupo de empresas ou categoria.

Existe um projeto de lei em tramitação, o PL 5487/2013,  que tem por objetivo regulamentar a profissão de analistas de sistemas e outras ocupações relacionadas à tecnologia da informação. A proposta do PL é que somente pessoas com certificado de nível técnico, diploma de nível superior, ou certificações profissionais obtidas em empresas do setor possam atuar na área. Aqueles que já exercem a profissão de programador sem certificação oficial quando a lei começar a valer poderão continuar a trabalhar normalmente, de acordo com o projeto.

Média salarial do programador

A pesquisa do site de empregos Catho indica que um programador ganha entre R$ 950,00 e R$ 4.800,81, com média salarial nacional de R$ R$ 2.284,99. A remuneração desse profissional depende bastante do tipo de programa que desenvolve, da região ou cidade onde atua e do tamanho da empresa, além da própria qualificação e experiência. Seguem mais alguns cargos na área de programação e a média salarial de acordo com o site Catho:

  • Trainee na área de Tecnologia da Informação: R$ 1.741,60
  • Programador Trainee: R$ 1.495,41
  • Programador ASP: R$ 1.538,39
  • Programador ADVPL: R$ 1.995,76
  • Programador Web: R$ 2.287,42
  • Programador PHP: R$ 2.312,97
  • Programador Java: R$ 2.883,23
  • Programador JavaScript: R$ 3.479,52
  • Programador C#: R$ 3.360,97
  • Programador C++: R$ 2.437,28
  • Programador Delphi: R$ 2.454,56
  • Programador Visual Basic: R$ 2.501,64
  • Programador .NET: R$ 2.778,83
  • Programador de Jogos/ Programador de Games: R$ 2.664,03
  • Programador de Sharepoint: R$ 4.967,97
  • Programador Oracle: R$ 4.131,60
  • Programador SQL: R$ 2.356,90
  • Programador Android: R$ 2.467,00
  • Programador iOS: R$ 2.800,40
  • Programador Mobile: R$ 2.506,81

Já a revista Info, especializada no setor, informa os salários de diversos profissionais de TI na região metropolitana de São Paulo, indicando que em outras regiões do Brasil os valores podem ser até 30% mais baixos. Segundo o levantamento da Info, o salário médio de analistas de sistemas de acordo com a experiência é:

Programador Mainframe

  • Júnior: R$ 2.464,00
  • Pleno: R$4.256,00
  • Sênior: R$ 6.496,00

Programador .NET

  • Júnior: R$ 3.380,00
  • Pleno: R$ 5.200,00
  • Sênior: R$ 6.600,00

Programador Abap

  • Júnior: R$ 4.390,00
  • Pleno: R$ 7.810,00
  • Sênior: R$ 10.260,00

Programador ASP

  • Júnior: R$ 2.800,00
  • Pleno: R$ 4.480,00
  • Sênior: R$ 6.820,00

Programador C++

  • Júnior: R$ 3.360,00
  • Pleno: R$ 4.704,00
  • Sênior: R$ 7.840,00

Programador Delphi

  • Júnior: R$ 2.800,00
  • Pleno: R$ 4.256,00
  • Sênior: R$ 6.160,00

Programador Java

  • Júnior: R$ 3.900,00
  • Pleno: R$ 5.420,00
  • Sênior: R$ 7.200,00

Programador PHP

  • Júnior: R$3.360,00
  • Pleno: R$ 5.040,00
  • Sênior: R$ 6.720,00

Programador Progress

  • Júnior: R$ 4.480,00
  • Pleno: R$ 6.720,00
  • Sênior: R$ 8.400,00

Programador Visual Basic

  • Júnior: R$ 2.240,00
  • Pleno: R$ 3.360,00
  • Sênior: R$ 5.040,00

Sobre a carreira do programador

A profissão de programador não é regulamentada e não é obrigatório ter diploma específico para atuar na área, seja de nível técnico ou superior. No entanto, fazer um curso técnico, uma certificação ou faculdade em computação aumenta consideravelmente as chances de conseguir um emprego bem remunerado como programador.

De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, elaborado pelo MEC, existem nove tipos de cursos técnicos de nível médio em Informação e Comunicação ligados de alguma forma à programação, como Informática, Programação de Jogos Digitais e Programação para a Internet.

Entre as possibilidades de cursos superiores que formam programadores,  podemos citar: Sistemas de Informação, Análises de Sistemas e Ciência da Computação, entre outros. Grandes empresas de tecnologia também oferecem cursos de formação de programadores especializados nos sistemas que produzem e comercializam.

Assim como acontece em qualquer carreira, e ainda mais na área de tecnologia, a atualização constante é fundamental para a carreira do programador.

O mercado de tecnologia da informação é um dos mais aquecidos e promissores do Brasil, com vagas sobrando e boa remuneração. Uma reportagem veiculada no Jornal Nacional em outubro de 2014 informou que há 100 mil vagas abertas todo ano para profissionais de TI, sendo que 15 mil delas não são ocupadas por falta de pessoal qualificado.

Há anos entre as profissões mais promissoras, o programador pode atuar em empresas de tecnologia de todos os portes, agências digitais, produtoras de games, empresas de mídia (TV, internet etc.),  operadoras de telefonia, bancos, indústria, trabalhar como autônomo e até mesmo ocupar cargos em órgãos públicos.

Faculdade para Programador

Uma das opções para o programador que pretende se qualificar com um curso superior é fazer uma faculdade Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas:

  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
  • Centro Educacional Anhanguera (Anhanguera)
  • Faculdade Unime (UNIME) – na Bahia
  • Faculdade Pitágoras (PITÁGORAS) – em Minas Gerais

Analista de Sistema: confira seu salário inicial e até quanto esse profissional pode ganhar


Profissional da área de Tecnologia da Informação (TI) que analisa e desenvolve sistemas, mapeia processos, faz a modelagem de dados e levanta os requisitos para implementar esses programas de acordo com os objetivos e as regras de negócio da empresa contratante. Os analistas de sistemas também exercer outras funções, como a análise de desempenho e customização de sistemas já implantados, solução de problemas técnicos, elaboração de documentação e de manuais de uso.

O mercado para analistas de sistemas está aquecido e em expansão, com grande abertura de novas vagas de emprego para esses profissionais.

Salário Mínimo Profissional do Analista de Sistemas

Os analistas de sistemas não possuem um salário mínimo profissional definido. Alguns sindicatos dos trabalhadores de processamento de dados estabelecem acordos coletivos para aumentos salariais e condições de trabalho que valem para determinada região, cidade, estado, grupo de empresas ou categoria

Existe um projeto de lei em tramitação (PL 5487/2013) para regulamentar a profissão do analista de sistemas e outras ocupações relacionadas. A proposta é restringir o exercício da atividade somente a pessoas com certificado de nível técnico, diploma de nível superior, ou certificações profissionais obtidas em empresas do setor. Aqueles que já exercem a profissão de analista de sistemas sem certificação oficial quando a lei começar a valer poderão continuar a trabalhar.

Na prática, os analistas de sistemas no Brasil que estão entrando no mercado de trabalho ganham pelo menos R$ 2.000,00.

Média Salarial do Analista de Sistemas

A pesquisa do site de empregos Catho indica que um analista de sistemas ganha entre R$2.130,00 e R$ 6.400,00, com média salarial nacional de R$ R$ 3.922,02. A remuneração desse profissional depende bastante do tipo de sistema que desenvolve, além de fatores como a cidade onde atua, porte da empresa, qualificação e experiência. Seguem mais alguns cargos na área de análise de sistemas e a média salarial de acordo com o site Catho:

  • Trainee na área de Tecnologia da Informação: R$ 1.741,60
  • Analista SAP: R$ 3.515,52
  • Analista de Sistemas Microsiga: R$ 2.696,87
  • Analista de Sistemas ERP: R$ 2.809,93
  • Analista de Sistemas PHP: R$ 2.903,05
  • Analista de Sistemas Delphi: R$ 3.521,05
  • Analista de Sistemas Java: R$ 4.225,69
  • Analista de Sistemas COBOL: R$ 4.381,38
  • Analista de Sistemas Mainframe: R$ 4.465,57
  • Analista de Sistemas Oracle: R$ 4.676,82
  • Analista de Sistemas Web: 4.688,49
  • Analista de Sistemas .NET: R$ 5.002,67

A Tabela de Salários elaborada pela consultoria Robert Half e publicada na revista Exame lista os salários da área de TI de acordo com o cargo, o tempo de experiência e o porte da empresa. Um analista de sistemas, de acordo com a Tabela, ganha entre R$ 2.500,00 e R$ 17.000,00. Com a formação e a experiência adequadas, esse profissional de tecnologia pode chegar a ocupar cargos de gerência e diretoria, com salários de chegam a R$ 57.000,00.

Já a revista Info, especializada no setor, informa os salários de diversos profissionais de TI na região metropolitana de São Paulo, indicando que em outras regiões do Brasil os valores podem ser até 30% mais baixos. Segundo o levantamento da Info, o salário médio de analistas de sistemas de acordo com a experiência é:

Analista de Sistemas:

  • Júnior: R$ 5.332,68
  • Pleno: R$ 7.038,45
  • Sênior: R$ 8.630,00

Analista de Sistemas Web:

  • Júnior: R$ 6.200,00
  • Pleno: R$ 8.500
  • Sênior: R$ 9.380,00

Sobre a Carreira do Analista de Sistemas

A profissão de analista de sistemas não é regulamentada e a formação específica, seja de nível técnico ou superior, não é obrigatória para trabalhar na área. No entanto, fazer um curso técnico ou faculdade na área aumenta consideravelmente as chances de conseguir um emprego bem remunerado.

O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, elaborado pelo MEC, lista nove cursos da área de Informação e Comunicação ligados ao desenvolvimento de sistemas, como Informática, Programação de Jogos Digitais e Programação para a Internet.

Como opções de cursos superiores, o profissional pode estudar  Sistemas de Informação, Análises de Sistemas e Ciência da Computação, entre outros. Grandes empresas de tecnologia também oferecem certificação profissional para analistas de sistemas especializados nos produtos que desenvolvem. A atualização constante e a fluência no idioma inglês são fundamentais para quem quer se diferenciar na área.

O mercado para profissionais de tecnologia é um dos mais promissores do país, com vagas sobrando e bons salários. Uma reportagem veiculada no Jornal Nacional em outubro de 2014 falou em 100 mil vagas abertas anualmente para profissionais de TI, sendo que 15 mil dessas vagas não são ocupadas por falta de pessoal capacitado.

O cargo de analista de sistemas, ou analista de informação, foi também o que gerou mais vagas nos últimos anos. De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é a profissão que mais criou postos de trabalho entre 2009 e 2012, com 49.535 novos empregos no período.

Há anos entre as profissões mais promissoras, o analista de sistemas pode atuar em empresas de tecnologia de pequeno, médio e grande porte, trabalhar como autônomo, ser empregado em empresas de outros setores que possuem equipes de tecnologia, como bancos, e ocupar cargos em órgãos públicos.

 Onde estudar Análise de Sistemas

Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer cursos na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas:

  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
  • Universidade Cidade de São Paulo (UNICID
  • Universidade de Franca (UNIFRAN)
  • Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
  • Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA)
  • Faculdade Unime (UNIME) – na Bahia
  • Faculdade Pitágoras (PITÁGORAS) – em Minas Gerais

Carreira: 15 profissões mais rentáveis para 2015


Com a crise batendo a porta, 2015 sem dúvida será um ano difícil, mas algumas profissões serão bastantes promissoras, a expectativa de contração taxada como ‘modesta’, o ano corrente não deve ser marcado por grandes movimentações no mercado de trabalho. Com as incertezas no mercado econômico, a ordem nas empresas ainda será de tentar cortar custos, mantendo a produtividade e a rentabilidade.Os especialistas listaram algumas profissões que têm boa perspectiva para 2015.

Analista-de-Sistemas
O tempo de recolocação no mercado de trabalho também aumentou, passando de cerca de 3 meses, nos últimos 2 a 3 anos, para 6 a 8 meses.

 

Veja 15 profissões que estarão em alta em 2015, segundo especialistas:
1) Advogado

Perfil: Advogado com perfil consultivo e técnico. No perfil consultivo (empresas), o profissional deve, além de entender leis e regulamentações, estar conectado ao negócio e ter boas relações com os demais. O perfil técnico, para escritórios, vem ganhando importância na estratégia geral, já que ele deve entender o mercado em que atua.

Por que estará em alta: As empresas buscam esses profissionais para seus departamentos jurídicos e os escritórios procuram advogados com capacidade técnico para entender os mercados específicos em que estão inseridos.

2) Arquiteto corporativo

Perfil: Formação em tecnologia, com especialização em negócios. É responsável por compreender todas as camadas tecnológicas dentro da empresa, desde os negócios até a infraestrutura, buscando a otimização dos processos e a redução de custos.

Por que estará em alta: Empresas procuram padronizar seus ambientes, processos e estruturas buscando a otimização de métodos e estruturas para melhor performance e controle de custos.

3) Business development manager/ gerente de novos negócios

Perfil: Formação em administração de empresa, engenharia e afins, com um uma boa rede de contatos. Prospecta e lidera projetos de novos negócios para captar novas fontes de receita. O resultado final é a gerar novos contratos a partir do desenvolvimento de nova aplicação para produto ou serviço, ou ainda, prospecção de negócios em setores de mercados ainda não explorados.

Por que estará em alta: Considerando um ambiente econômico e de mercado desafiador, a área de vendas passa ter um importante papel na geração de negócios para empresa, além da gestão de vendas ativa baseada no portfólio de produtos ou serviços, carteira de clientes e

4) Cientista de dados/ data scientist

Perfil: Formação em matemática, estatística ou engenharia da computação, com especialização na área. É responsável pelo desenvolvimento de algoritmos matemáticos e o alinhamento ao negócio para melhor desempenho das empresas. Com as plataformas de Big Data, as empresas são capazes de prever ou compreender alguns pontos como: tendências de mercado, repercussão de algum fato/campanha de marketing pelo mercado e comportamento do consumidor – permitindo personalizar ações voltado para o seu público de acordo com o perfil de cada consumidor.

Por que estará em alta: A alta competitividade do mercado obriga a empresa a estar mais próxima do consumidor para entender o que ele precisa, de forma individual.

5) Controller

Perfil: Formação em ciências contábeis, administração ou economia. É responsável pela gestão contábil, fiscal, planejamento e controle.

Por que estará em alta: Várias empresas passam por processos de estruturação e reestruturação, precisando implementar controles e processos para crescer de forma sólida e rentável.

6) Desenvolvedor mobile

Perfil: Formação em tecnologia, com experiência na área. É responsável pelo desenvolvimento de aplicações para sistemas móveis (smartphones e tablets) de acordo com as demandas dos arquitetos de software.

Por que estará em alta: As empresas buscam estar em contato com seus funcionários e com o mercado consumidor e para isso, utilizam a plataforma mobile.

7) Diretor de operações

Perfil: Profissionais com visão para reduzir custo e otimizar processos.

Por que estará em alta: A otimização dos processos de produção ajudam a reduzir o impacto no custo. Portanto, quando todas as operações estão alinhadas, a chance de ter bons resultados aumenta.

8) Engenheiro de instalação/ layengineers

Perfil: Suporta a instalação de linhas (flexíveis/umbilicais) que interligam plataformas de produção aos poços garantindo a entrada em operação de novos ativos produtivos, em conformidade com o planejamento estratégico das operadoras em atividade no país.

Por que estará em alta: Há previsão de novos campos no litoral brasileiro e vai existir a necessidade de um serviço altamente especializado para conectar as linhas produtivas que ligam os poços no fundo do oceano às plataformas.

9) Executivo de vendas/ key account

Perfil: Experiência em vendas, com perfil consultivo. O profissional deve ter conhecimento técnico sobre o produto ou serviço que está vendendo para passar credibilidade e conquistar os clientes.

Por que estará em alta: A busca por rentabilidade e lucro acaba passando pelo resultado obtido pela equipe de vendas. Dessa forma, os profissionais devem vender o produto ou serviço da melhor forma possível.

10) Gerente de embarcações

Perfil: Formação como oficial de náutica ou de máquinas. Deve garantir o funcionamento de embarcações de apoio offshore. Em geral, responde pelo contrato do barco com o cliente final.

Por que estará em alta: Com a escalada de produção de petróleo e gás prevista para o mercado brasileiro nos próximos meses e a entrada de navios de produção, os barcos de apoio se multiplicarão na costa brasileira e profissionais capacitados serão demandados.

11) Gerente de logística

Perfil: Formação em engenharia de produção com especialização em logística. Controla, organiza e garante a integridade do estoque e faz a gestão de toda a equipe operacional. Pode se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.

Por que estará em alta: Aumento de galpões industriais e novos centros de distribuição.

12) Gerente de marketing

Perfil: Profissional com perfil generalista que entenda de todos os processos na área (comunicação, estratégia, planejamento, relações públicas).

Por que estará em alta: Como as empresas não tiveram os resultados financeiros esperados, o setor de marketing é um dos que sofre cortes, portanto um profissional mais completo e com conhecimento de toda a cadeia ganha espaço no mercado.

13) Gerente de obras industriais

Perfil: Engenheiro civil com experiência na área. É o responsável direto pela evolução física do projeto, lidando com diversas disciplinas ligadas à obra. Acompanha o planejamento, orçamento, cronograma físico-financeiro, compras, contratação de serviços entre outros, garantindo sobretudo o custo e prazo de entrega.

Por que estará em alta: Em função da necessidade por galpões industriais, por consequência do volume de centros de distribuição, essa é uma demanda que aponta alta para 2015.

14) Gerente de planejamento tributário

Perfil: Formação em ciências contábeis ou direito, com especialização na área. É responsável pela gestão fiscal e pelo planejamento tributário da companhia.

Por que estará em alta: A demanda está em alta pela necessidade de fazer um planejamento tributário bem elaborado por causa da complexa matriz tributária brasileira.

15) Gerente de produção para indústria de bens de consumo

Perfil: Profissional com histórico de atuação em manufaturas. É responsável por garantir os índices de produção das fábricas, e bons resultados em produtividade, segurança e qualidade.

Por que estará em alta: O brasileiro continua direcionando sua renda para a compra de itens de primeira e segunda necessidades e esses profissionais precisarão manter o mercado abastecido, aumentando a eficiência dentro das fábricas.

16) Gerente de tecnologia da informação

Perfil: Formação na área, com experiência em desenvolvimento de sistemas. Profissional com visão geral, que consiga atender as necessidades da empresa, e implementar sistemas mais rapídos e baratos.

Por que estará em alta: A busca por novas tecnologias ainda está presente dentro das empresas, já que modernizações podem melhorar o desempenho e ainda reduzir os custos e aumentar o lucro.

17) Gestor de RH

Perfil: Formação na área de recursos humanos, com experiência em gestão de pessoas e em remuneração e benefícios. Profissional passa a ser responsável por uma determinada área e não por todo o RH da empresa. Com isso, ele poderá entender as necessidades de cada setor e atuar para manter boas práticas de gestão de pessoas e evitar grandes turnovers.

Por que estará em alta: A busca por bons profissionais continua, mesmo com uma baixa expectativa de contratação. Portanto, uma boa estratégia de gestão de pessoas é fundamental para manter o colaborador na empresa.

Novas contratações e recolocação