Guia de Compras: Como fazer escolher o melhor smartphone para você


O melhor do mercado de 2013

Escolher seu celular atualmente não é das tarefas mais fáceis. A grande quantidade de aparelhos, funcionalidades e a enxurrada de planos, tarifas e opções geram uma confusão sem tamanho na cabeça de qualquer um. Sem falar nas longas e intermináveis filas de espera para ser atendido em uma loja.

Mas, como brasileiro adora celular, enfrentamos todos esses demônios. Hoje os dispositivos móveis se dividem em celulares e smartphones. Um smartphone é um celular com capacidades ampliadas, como GPS, conectividade 3G, poder de processamento, espaço de armazenamento, Wi-Fi, Bluetooth, compatibilidade com pacote Office, PDF, vários formatos de mídia, etc.Verizon iPhone 4 Goes On Sale In U.S.

O comportamento de compra desses produtos já se parece muito com o de um computador. A maioria dos usuários que os procura já está ciente de grande parte de sua capacidade e interessado nos novos recursos.

Para facilitar, dividimos esse guia de compras em perguntas fundamentais. São elas:

  • Do que eu preciso? O que eu quero?

Esse é normalmente o ponto de partida para a compra de qualquer coisa. Com um smartphone não deve ser diferente. Normalmente o cliente busca um aparelho para substituir seu antigo, algo que possa ajudar no dia a dia, no trabalho e também a matar o tempo.

A maioria dos smartphones vai oferecer comodidades padrão, como GPS, Wi-Fi, Bluetooth e entrada para cartões microSD, o que ajuda a expandir a memória e carregar uma porção grande de vídeos, músicas, etc.

Grande parte dos aparelhos acompanha a tendência das telas sensíveis ao toque, abandonando os teclados QWERTY (mais próximos a o de um computador) físicos. Mas, com uma garimpada leve, ainda é possível encontrar modelos com touchscreen e as boas e velhas “teclinhas”. O teclado físico é uma ferramenta fundamental para quem utiliza muito o aparelho para mandar e-mails, alterar arquivos de Word e PowerPoint, etc.

  • Resistivo vs. Capacitivo

Há dois tipos de telas sensíveis ao toque: as resistivas, que requerem a pressão para executar as ações, e as capacitivas, que basta o encostar dos dedos para que tudo funcione. A maioria dos aparelhos, buscando uma melhor resposta, qualidade de imagem, etc, recorrem às telas capacitivas (como do iPhone e Galaxy S). A fluidez delas é muito superior. Mas as irmãs resistivas podem encontrar seu público. Para as mulheres que gostam de manter suas longas unhas, as telas capacitivas e a ausência de um teclado físico podem ser frustrantes.

Sistema operacional, o que é isso?

Todo dispositivo móvel, assim como um computador, possui um sistema operacional. É ele que gerencia todas as ações e recursos do aparelho. Nos celulares, os sistemas desenvolvidos não são levados em conta por serem proprietários e não oferecerem muitos recursos.

Nos smartphones o cenário é outro. Com paixões e muitas vezes nervos à flor da pele, os aparelhos se dividem entre Android (do Google), iOS (Apple), BlackBerry e Symbian, que logo mais será substituído pelo Windows Phone 7. Cada um deles tem algo diferente a oferecer, principalmente relacionado à interface, ou seja, a maneira como o usuário interage com o aparelho.

> Compare os recursos do Android 2.3 e do iOS 4.2

Os pontos comuns à todos são as lojas de aplicativos, que oferecem programas pagos e gratuitos para adicionar recursos poderosos ao aparelho, como navegadores de GPS mais eficientes, clientes para redes sociais (como Twitter e Facebook), etc.

O sistema do Google conta com a Android Market e seus 100 mil aplicativos, enquanto a Apple exibe seus 300 mil na App Store. Mas não se engane, muito do que ali está é inútil, para não classificar como lixo. Mas há muita coisa boa e gratuita nas duas lojas. Os melhores aplicativos geralmente são desenvolvidos para as duas plataformas, já que elas são as mais importantes e em constante crescimento ao redor do mundo. O Windows Phone 7 conta com o Marketplace e pode aparecer como um forte competidor para iOS e Android.

Dois Androids podem ser diferentes?

Sim. Isso acontece pelo fato de cada fabricante oferecer versões customizadas do sistema operacional, adicionando recursos, apps pré-instaladas, atalhos e visuais chamativos. A Motorola é a empresa que mantém o Android mais parecido com sua “cara” original.

Um ponto importante que o usuário deve levar em conta: os fabricantes são responsáveis palas atualizações de sistema. Essa característica pode gerar certos conflitos. Com o passar das versões, as mais desatualizadas deixam de contar com novos aplicativos que são lançados. Se você tem um celular com Android 1.5, por exemplo, não poderá usufruir nem de aplicativos desenvolvidos pelo próprio Google, como o novo Google Maps.

A versão atual do Android é a 2.3 (Gingerbread), mas a maioria dos aparelhos, principalmente os vendidos atualmente no Brasil, contam com a 2.2 (Froyo). Procure saber se a empresa tem uma boa política de atualização para o aparelho que pretende comprar.

  • Qual deve ser a configuração?

Conectividade 3G, Wi-Fi, GPS e Bluetooth são fundamentais para um smartphone, desde o mais barato ao topo de linha. Entrada para cartões microSD: esse é outro recurso importante, já que a memória interna dos aparelhos varia muito. Uma câmera mediana, que filme em 720p e tenha o mínimo de ajustes também é fundamental.
Aqui vale a dica de sempre. Pesquise muito, dedique um tempo a ver de perto os aparelhos funcionando nas lojas, converse com outros proprietários e fique de olho em qual sistema mais lhe agrada.

Procure os melhores preços, planos de dados e descontos de outras operadoras. Os preços dos smartphones caem bastante na portabilidade e quando atrelados a pacotes.

Saraiva Editora e Varejista fecha as “portas por parceria com Wdlmart


Nova parceria na praça, a editora e varejista Saraiva anunciou na terça-feira uma parceria para a venda de cerca de 1,5 milhão de produtos que integram seu acervo de livros, CDs, DVDs e itens de papelaria no site do Walmart.com.

A experiência de compra e serviço será feita dentro da loja do Walmart.com, enquanto a disponibilidade de produtos e processo logístico ficarão sob responsabilidade da Saraiva, disse a empresa em comunicado.

Com o acordo, o Walmart.com elevará o número de itens ofertados em pelo menos 20 vezes, afirmou o presidente da empresa, Flávio Dias, numa investida que dará força à sua plataforma online para comercialização de itens de terceiros, conhecida no jargão do mercado como marketplace.

O executivo já afirmou em outras ocasiões que o Walmart.com busca assumir a liderança do e-commerce brasileiro em três anos, enxergando o aumento do sortimento como um dos principais pilares para a expansão do negócio.

Segundo o presidente-executivo do Grupo Saraiva, Michel Levy, esta é a primeira vez que a Saraiva opera o modelo de marketplace reverso, colocando seus produtos à venda em um site parceiro. A empresa também possui um marketplace, lançado em 2011.

Guia de Compras: Notebooks


Notebooks

Os notebooks não são mais como eram antigamente. Para nossa sorte, essa afirmação é mais que pertinente. Com o passar do tempo, essas máquinas portáteis ganharam potência, com processadores dignos de deixar o desktop no chinelo, perderam peso, melhoraram a capacidade com vídeo e estão se espalhando pelos lares brasileiros, já que seu preço, felizmente, também se tornou mais acessível.

Para escolher um notebook, assim como qualquer produto (tecnológico ou não), o mais importante é que o consumidor saiba qual a sua necessidade. Se o desejado é um notebook para fazer o básico: navegar na internet, utilizar aplicativos simples, como Microsoft Office, guardar suas fotos, músicas etc. Se a necessidade é maior: como rodar programas mais pesados, como AutoCAD, Photoshop, etc. Se ele é voltado para entretenimento: assistir vídeos em alta definição com o notebook ligado à TV, reproduzir Blu-ray, jogos e som com qualidade.

A maneira mais justa de dividir os notebooks é por preço. Dessa forma, podemos indicar o que há de melhor e pior, destacando os pontos que consideramos essenciais de cada categoria.

Até 1.500 reais

Essa faixa de preço é a categoria com maior número de representantes. Para começar, nela o usuário encontra os Notebooks e os Netbooks. Como? Sim, são considerados netbooks os portáteis com telas inferiores a 12 polegadas. Outra peculiaridade dos netbooks é a ausência de um drive óptico (Blu-ray ou DVD), além de menor capacidade de processamento, memória e armazenamento.

Os pequenos

Os processadores comuns nos netbooks são os Atom, da Intel. Mas não se engane, a diversidade de modelos e velocidades gera um desconforto na hora da escolha. A velocidade mais comum entre os modelos mais baratos é de 1,66 GHz (Atom N450), mas podem chegar a 2,3 GHz. Isso garante a execução de tarefas corriqueiras, como navegar na internet, executar mídias (áudio e vídeo) e aplicativos de escritório (como o Word).

Se você procura seu primeiro computador, ou substituir seu velho computador principal, o netbook pode não ser o ideal. A ausência de drive óptico, tamanho reduzido da tela e pouca capacidade de armazenamento serão frustrantes.

Mas, para quem quer uma segunda ou terceira máquina, o netbook é uma ideia interessante. A maioria tem peso na casa de 1 kg, o que torna bastante prático de carregar em uma mochila ou bolsa. Para os que estão sempre em movimento e precisam checar e-mails, digitar e editar documentos, os pequenos são ideias.

Os interessados devem ficar de olho na nova família de processadores Atom com dois núcleos, cujo o D525 é o primeiro a aparecer por aqui, com 1,8 GHz.

Os tradicionais

Nessa categoria, que abrange os notebooks com tela acima de 12 polegadas, encontramos velhos conhecidos: Celeron, Athlon e ainda o Pentium Dual Core, a maioria com velocidades acima de 1,8 GHz. Esses processadores, tanto os Intel como os AMD (Athlon), são considerados de segunda linha, para aquelas máquinas menos exigentes.

E realmente, se compararmos o desempenho desses processadores com os considerados mais top de linha, como Core i5 e i7 (Intel) ou Phenom (AMD), eles ficam muito abaixo do desejado. Afinal, ninguém gosta de um computador que trave. Mas, para o uso não intenso, que engloba navegar na internet, ver vídeos, ouvir música e ainda estar com o Word aberto, eles são suficientes e não causarão transtornos.

A maioria dos modelos com Windows é equipada com 2 GB de memória RAM e com o Windows 7 Home Basic. Os HDs variam de 320 a 500 GB. Se o espaço de armazenamento for menor que 320 GB, pesquise mais antes de comprar, pois provavelmente você encontrará um produto mais interessante pelo mesmo preço.

Para completar o quadro que torna essas máquinas baratas, elas acompanham chips gráficos nada potentes, com memória compartilhada e que servem para o básico. Se você pensa em rodar jogos, definitivamente sua faixa de preço não é essa.

De 1.500 a 2.500 reais

O Core 2 Duo, processador que já foi o topo de linha da Intel é hoje o representante mais básico dessa categoria, que oferece máquinas com configurações justas e preços ainda acessíveis.

Nessa faixa de preço, para a felicidade dos consumidores, já encontramos representantes de maior força de processamento, como os Core i3 e Core i5, da Intel, e os Phenom e Athlon X2, da AMD.

Além de processadores mais estáveis, com velocidades acima de 2 GHz, essa categoria também conta com 3G ou mais de memória RAM. Mas, para baratear o preço do produto, muitas vezes são oferecidas versões em 32 bits do Windows. Neste caso, procure versões em 64 bits. Em nossos testes no INFOlab, observamos que a versão em 64 bits trabalha muito melhor que a em 32 bits, mesmo o Windows 7 suportando os 3 GB. Se a máquina possui 4 GB ou mais, de nada irá adiantar a versão 32 bits do sistema, pois ela não consegue trabalhar com mais de 3 GB.

Outra opção que o usuário deve ficar atento nessa categoria é a versão do sistema operacional. Evite máquinas com a versão Home Basic do Windows 7, pois ela é limitada e não condiz com essa faixa de preço.

Aqui, para a felicidade de todos, o padrão de espaço de armazenamento deve ser os 500 GB. Há ainda equipamentos com HDs de 320 GB, mas consulte outras opções, pois essa quantidade já está abaixo do esperado para esses valores.

Uma questão importante é avaliar o investimento. O usuário deve se questionar se é possível investir em uma máquina com mais memória, processador veloz, espaço interno e recursos multimídia, como teclas dedicadas a música e processadores gráficos melhores. Quanto melhor a configuração, por mais tempo o consumidor terá uma máquina alinhada com o mercado.

De 2.500 a 3.500 reais

Saída HDMI, placas de vídeo ou chips mais potentes, processadores com mais força, mais memória RAM e multimídia. Essa categoria seria o equivalente aos carros completos, aqueles que vêm com ar condicionado, teto-solar, direção hidráulica, câmbio automático e motor 2.0, mas, ainda não são esportivos de luxo ou SUVs super caros, como um Pajero (Mitsubishi) ou um Captiva (Cevrolet).

Nessa categoria notamos a entrada de motores mais potentes, como os processadores Core i7 e Phenom X4, que conta com 4 núcleos. O padrão de memória é 4 GB em sistemas 64 bits. Os Core i7 dessa categoria normalmente são os da série 700. A velocidade comum para os núcleos é de 1,6 GHz, mas podem ser encontrados modelos de maior velocidade.

Um dos grandes diferenciais aqui é o tamanho de tela, que pode chegar às 17 polegadas, pois a função desses notebooks, muitas vezes, é substituir um desktop. Por conta dessa característica também encontramos placas de vídeo mais potentes como a GeForce 320M, que conta com 256 MB de memória dedicada além de compartilhar o restante com a memória da máquina. Aqui já dá para jogar uma ou outra coisa de maneira satisfatória, ligar o notebook em uma TV e reproduzir vídeos em full HD (1920 por 1080 pixels).

Para os computadores acima de 3.500 reais, espera-se todo o conforte e velocidade que há, inclusive os processadores Core i7 e Core i7 extream. Mas vale lembrar que nesse caso as grifes também contam muito. Os MacBooks (Apple) são um grande exemplo. Máquinas acima de 4 mil reais, como o MacBook Pro, podem ser equipadas com Core 2 Duo ou Core i3. Nessa categoria outros fatores entram em jogo e, o principal deles, é o design.

Não se precipite

Seja qual for sua necessidade ou faixa de preço, tenha em mente que pesquisar e buscar avaliações de outros usuários, redes de assistência técnica e informações é uma tarefa mais que necessária.

De preferência, tome um tempo para avaliar os produtos em loja. Assim é possível observar detalhes físicos, como a durabilidade do material, formato do teclado, conforto oferecido e aparência.

Guia de Compras: Desktops


Processador

Máquinas muito básicas costumam vir equipadas com chips Celeron ou Pentium Dual Core, ambos da Intel. A linha Core 2 está presente em máquinas intermediárias e avançadas. Uma linha de chips mais avançada da Intel para desktops é a Core 2 Quad, composta de modelos com quatro núcleos. No topo da escala está o chip Core i7. Já a AMD tem as linhas Sempron (básica), Athlon 64 (intermediária) e Phenom (avançada). Qualquer PC recente oferece chips com boa performance em aplicativos como browsers e gerenciadores de planilhas.

Memória RAM

2 GB é o mínimo para rodar confortavelmente o Windows Vista. Quem lida com aplicativos mais pesados, como Photoshop, Flash ou Illustrator, ficará melhor com mais gigabytes. O acréscimo de memória também é útil para gamers. Em PCs com mais de 3 GB é conveniente instalar a versão de 64 bits do Windows Vista. Ela gerencia melhor quantidades grandes de memória RAM.

Disco rígido

A capacidade dos desktops atuais varia entre 160 GB nos modelos básicos e 500 GB em desktops muito avançados. Se precisar de mais espaço, a forma mais prática de resolver o problema é comprar um HD externo. O valor de 160 GB já oferece espaço de sobra para fotos e músicas. Já quem baixa muitos vídeos deve considerar a compra de um HD maior.

Vídeo

Muitos desktops básicos e intermediários vêm com placas de vídeo integradas, ou seja, acopladas à placa-mãe. Elas dão conta do recado se o objetivo for apenas rodar programas de escritório e navegar. Quem pretende trabalhar com aplicativos 3D ou curtir um game precisará de uma placa de vídeo dedicada. Os preços variam muito, de 200 a 2 mil reais.

Portas

Além das tradicionais portas USB, alguns desktops vêm com conexões eSATA, um padrão mais veloz. Infelizmente, ainda há poucos HDs externos e periféricos que suportem esse padrão. O mesmo vale para o FireWire. Alguns desktops vêm também com conectores para cartões de memória, o que facilita a transferência de fotos para o computador.

Drive óptico

O padrão é o drive de leitura e gravação de DVDs com velocidades em torno de 16 vezes. Poucos desktops vêm com drives Blu-ray, mas é possível comprar um por cerca de 500 reais. Já o gravador está na faixa dos mil reais.

Gabinete e placa-mãe

Um gabinete pequeno e estiloso pode ser ótimo para a decoração. Mas, na hora de adicionar um HD extra, pode faltar espaço no interior. Um gabinete pequeno geralmente significa que a placa-mãe possui poucos slots. Isso pode se tornar um problema para instalar ou trocar uma placa de vídeo, já que as mais parrudas costumam ocupar o espaço de dois slots.

desktops