Bradesco: banco fechou 17 agências e demitiu 4500 funcinários


Uma crise sem precedentes, nem mesmo o maior banco privado do país se safa da incompetência do governo atual.

O Bradesco, maior banco privado em ativos do País, cortou 4.569 colaboradores em um ano. No balanço do primeiro trimestre de 2015, divulgado nesta quarta-feira, 29, a instituição informou que encerrou o mês de março com um total de 94.976 colaboradores. Em relação a dezembro do ano passado, houve corte de 544 pessoas. “A redução em dezembro de 2014, inclui a transferência de 2.431 funcionários da Scopus Tecnologia para a IBM Brasil”, destaca o documento.

As despesas operacionais do Bradesco, que consideram os gastos com pessoal e também os administrativos, foram a R$ 7,084 bilhões no primeiro trimestre de 2015, cifra 4,7% maior que a registrada em um ano, de R$ 6,765 bilhões. No comparativo com os três meses imediatamente anteriores, houve redução de 9,6%.

De janeiro a março, as despesas de pessoal do Bradesco totalizaram R$ 3,445 bilhões, aumento de 5,1% em um ano e queda de 6,3% ante o quarto trimestre de 2014. Segundo o banco, tal elevação é decorrente, principalmente, da variação na parcela “estrutural” por conta de maiores gastos com proventos, encargos sociais e benefícios, impactadas pelo aumento dos níveis salariais, conforme convenção coletiva de 2014 (reajuste de 8,5%).

O Bradesco informou ainda que seus gastos administrativos totalizaram R$ 3,639 bilhões, elevação de 4,4% ante 12 meses. No comparativo trimestral, houve retração de 12,5%. “o aumento no ano deveu-se, basicamente, ao crescimento do volume de negócios e serviços, reajustes contratuais e ampliação de 1.597 pontos de atendimento no período”, destaca a instituição, em relatório. “Cabe destacar o comportamento do índice de inflação (IPCA) nos últimos 12 meses, que atingiu 8,1%”, acrescenta.

O banco encerrou março com 74.917 pontos de atendimento. Em relação a dezembro, a instituição fechou 259 unidades por conta da redução no número de postos de atendimentos (PAs), posto de atendimento eletrônico em empresas (PAEs), caixas eletrônicos externos e ainda da rede Banco24Horas.

No primeiro trimestre, o Bradesco abriu duas novas agências e alcançou um total de 4.661 pontos. Em um ano, porém, fechou 17. Este ano, a instituição vai desembolsar R$ 1 bilhão para reformular a rede atual e abrir mais 185 agências, passo que não dá desde que inaugurou mil unidades em um semestre para compensar a perda do Postal para o Banco do Brasil.

Informações via Eestadão

    AGêNCIA DO BRADESCO EM CHAMAS EM CARPINA - 19-09-17

    Imagem e edição: josé mailson.

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  1. Apesar da alta da taxa básica de juros Selic na semana passada, para o mercado o ciclo de aperto monetário não está perto do fim. O mercado financeiro elevou a previsão para a Selic no fim deste ano para 13,50% ao ano, contra projeção anterior de 13,25% ao ano. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa básica de juros de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano.

    Há um mês, a estimativa observada no Relatório de Mercado Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 4, também era de que a Selic encerrasse 2015 em 13,25% ao ano. Para o fim de 2016, a mediana das projeções foi mantida em 11,50% ao ano. Esta é a décima oitava semana consecutiva em que a taxa fica estacionada neste patamar. Inflação e PIB.

    Pela terceira semana consecutiva, os analistas ouvidos pelo BC elevaram a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano. A expectativa é que o índice oficial de inflação encerre 2015 em 8,26%, contra 8,25% na semana anterior. Há um mês, essa projeção estava em 8,20%. O próprio Banco Central, responsável pela divulgação do Focus, espera uma inflação de 7,9% este ano. Quanto ao crescimento da economia, analistas projetam uma queda de 1,18% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015.

    Na semana anterior, a retração esperada para este ano era de 1,10%. A mediana das projeções para a queda na produção industrial este ano se manteve em 2,50%, na comparação com a semana passada. Para 2016. Em relação ao próximo ano, a previsão para o IPCA foi mantida em 5,60%, mesmo número de quatro semanas atrás.

    De acordo com o Relatório Trimestral de Inflação do BC divulgado em abril, a taxa ficará em 4,9% pelo cenário de mercado – que considera juros e dólar constantes – ou em 5,1%, levando-se em consideração as estimativas da Focus imediatamente anterior ao documento. Os economistas mantiveram em 1% a projeção para a queda do PIB em 2016 e, quanto à produção industrial, a previsão de um avanço de 1% também permaneceu inalterada em relação à semana anterior.

    Câmbio. As previsões para o comportamento do câmbio neste e no próximo se mantiveram estáveis. A mediana das estimativas para o dólar no encerramento de 2015 seguiu em R$ 3,20, mesmo valor da semana passada. Já para 2016, a cotação final seguiu em R$ 3,30 há quatro semanas.

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