Caixa aumenta juros do crédito imobiliário, bolha prestes a estourar


Só notícias boas em 2015, tudo que o governo do PT pregou durante a campanha esqueça, tudo enrolação, bolha imobiliária será um dos menores problemas para este ano.
A Caixa Econômica Federal divulgou novas taxas que serão adotadas pela instituição no crédito imobiliário a partir de 19 de janeiro. A instituição informou, entretanto, que os juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do programa “Minha Casa Minha Vida” e do FGTS não sofrerão nenhuma correção.

Nas operações pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), a taxa efetiva cobrada no balcão da agência passou de 9,20% para 11% ao ano. O cliente da instituição pagará 10,70%, ante 9,10%, e, aquele que recebe salário pelo banco pagará 10,50% em comparação aos 9% anteriores, mesmas condições do servidor público cliente. O que recebe a folha de salários pelo banco terá um custo de 10,20%, ante 8,80%.

 

Já pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com recursos da poupança, o custo efetivo permanece em 9,15% nas operações cotadas no balcão da agência para não clientes. Os mutuários já com algum relacionamento com o banco pagarão 9% ao ano, ante os 8,75% cobrados anteriormente.

Quem recebe o salário pela instituição passará a pagar 8,70% ao ano, em comparação aos 8,25% anteriores, mesma taxa do servidor que é cliente e que antes pagava 8,60% ao ano. O funcionário público que recebe salário pela instituição passará a arcar com um custo de 8,50% em comparação aos 8% antes do ajuste.

Com informações via Valor Econômico

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Uma resposta para “Caixa aumenta juros do crédito imobiliário, bolha prestes a estourar”

  1. Construtoras reclamam de atrasos do Minha Casa.

    As construtoras baianas estão apreensivas com os atrasos no pagamento das obras do Minha Casa, Minha Vida pelo governo federal, que já afetam o andamento de construções e número de empregos no setor.

    O Sindicato da Indústria da Construção da Bahia (Sinduscon) estima que os atrasos podem chegar a R$ 150 milhões para aproximadamente 40 empresas baianas. As obras fazem parte da faixa 1 do programa, imóveis direcionados para famílias com renda mensal de até
    R$ 1,6 mil.

    Desde a sua criação, o Minha Casa, Minha Vida nunca havia atrasado pagamentos. A instabilidade nos repasses começou em novembro de 2014, o que atrapalhou o pagamento do 13º salário em construtoras baianas.

    Os atrasados começaram a ser pagos em dezembro, no entanto, ainda há valores a pagar referentes a dezembro e a janeiro, segundo o presidente do Sinduscon, Carlos Henrique Passos.

    “Amanhã (hoje), a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) informou que terá um repasse do Tesouro Nacional, o que deve fazer com que os pagamentos avancem para as faturas vencidas até 31 de dezembro. Então a inadimplência passaria ser a partir de 1º de janeiro”, diz.

    Consequências

    O presidente do Sinduscon afirma que as empresas começaram a adotar medidas preventivas para evitar prejuízos com os atrasos, como paralisação das obras e consequente dispensa de pessoal, além de evitar novas compras de materiais.

    “O que mais a gente quer, além de receber, é uma previsibilidade da normalidade de pagamento, porque isso permite às empresas planejar o ritmo das obras. Algumas construtoras pararam as obras, outras reduziram a mão de obra”.

    Gestor do programa, o Ministério das Cidades afirmou, por meio de assessoria de imprensa, que liberou nesta semana pagamentos de R$ 583 milhões para empresas responsáveis. Deste total, R$ 150 milhões foram liberados na segunda-feira e mais R$ 433 milhões ontem.

    Para o presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia), Luciano Muricy, os atrasos afetam toda a cadeia produtiva. “É preciso que haja uma regularização e uma sinalização clara do que vai acontecer”.

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