Carros: detalhes decisivos na hora de comprá-los – A melhor escolha


Compre com segurança. “Bateu na trave”. Poucas frases expressam tão bem a ideia de algo que quase aconteceu. Para quem já está cansado de ver e ouvir notícias da Copa do Mundo, não se preocupe, não vou falar de futebol. Acontece que me dei conta de quantos carros descartamos comprar apenas por detalhes.

Entendo bem que as montadoras precisam otimizar os volumes de produção e, assim, disponibilizam as configurações que entendem ser as mais consumidas. E sei que a variedade de gostos e opiniões é tão grande entre os consumidores, assim como é entre os leitores do N.M, que seria impossível agradar a todos. Mas às vezes me pergunto se as montadoras sabem ler tão bem assim as preferências dos consumidores. Quão perto estão dos seus clientes? Ou simplesmente ficam observando quais os mais vendidos dentre a concorrência e assim direcionam seus projetos?

Considero como exemplo típico desta suposta alienação das montadoras o sucesso da Ford Ecosport. A aceitação deste tipo de carro foi tão inesperada, que as concorrentes demoraram muito para lançarem algo compatível. E ao longo deste e do próximo ano teremos muitos lançamentos nesta direção.

AA

Mas, pior que isso, é quando gostamos do carro, mas deixamos de comprá-lo por algum detalhe. Às vezes bem pequeno. Talvez um opcional a mais, uma cor a mais, um ajuste simples. Aí bate na trave…Eu teria comprado o novo Ford Focus Sedan. É um carro moderno, bonito, potente, ótimo de guiar e de marca tradicional. Mas quem vai sentar atrás do carro? O espaço interno é decepcionante. É tão difícil assim fazer um sedan com espaço interno decente?

Já ouvi também muitos dizerem que comprariam um Fiat Linea ou um Bravo se estes tivessem a opção de câmbio automático. E isso é óbvio: o câmbio automatizado Dualogic cumpre o objetivo de dar descanso ao pé esquerdo. Mas não é o que o comprador de um carro de maior valor espera. E o Honda Fit, que na nova geração ficou mais “carro” do que “van”, continua oferecendo apenas o motor 1.5. Sei que o desempenho é até melhor que o esperado, mas…se tivesse uma versão mais potente, eu cogitaria comprar. Só falta isso.

Mas nada me parece mais impactante que o caso do Mitsubishi Lancer. Bateu na trave, correu na linha, só que não entrou. Acho o Lancer lindo, potente, esportivo clássico, comportamento dinâmico acima da média, um mito com preço coerente, tudo de bom.

A compra me parece tão óbvia que já “quase” comprei este carro algumas vezes. E não duvido que uma hora não compre. Mas até hoje não comprei por causa daquelas benditas rodas aro 18 com pneus 215/45. Isso dá menos que 100mm de borracha entre a roda e o chão (mais precisamente, 0,45×215=96,75mm). Com as estradas esburacadas como estão aqui no RS, e do jeito que rodo bastante, acho que entortaria aquelas rodas lindas toda semana.

E por aqui já ouvi alguns comentarem sobre esta característica inviável para estradas brasileiras. Até um vendedor da Mitsubishi já me comentou que perdeu algumas vendas por causa destas rodas. Então dona Mitsubuishi, aproveite que vai começar a montar o Lancer no Brasil em breve, e disponibilize uma versão com rodas 17 e pneus mais robustos. Um bom exemplo é o Chevrolet Cruze (rodas 17, pneus 225/50, ou seja, aceitáveis 112,5mm de altura). Fica a dica!

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