“Carros ficarão em média 15% mais caros em 2016 / 2017”, diz executivo


renaFim de ano é uma época de confraternizações e planos para o ano seguinte, e no setor automotivo não é diferente. Pena que, em 2015, os encontros da imprensa com o pessoal das montadoras agora em dezembro tenham tido clima de preocupação. Segundo a maioria dos executivos ouvidos por uma reportagem, o mercado de automóveis no Brasil ainda deverá cair um pouco mais antes de se estabilizar e, apesar disso, os carros ficarão mais caros.

Entre os executivos, é consenso que o primeiro semestre de 2016 será ainda pior que o segundo semestre de 2015, a não ser que haja uma grande mudança política que influencie na economia – caso se concretize o impeachment da presidente Dilma Rousseff, por exemplo. De acordo com o dirigente de uma marca japonesa, as vendas deverão cair de 5% a 10% na primeira metade de 2016. Na primeira semana de janeiro, a Anfavea (associação que reúne as principais montadoras) anunciará suas previsões para o mercado de 2016. Para a entidade, as vendas se manterão estáveis em relação ao último trimestre deste ano.

Ainda de acordo com o executivo japonês, o patamar de preços dos veículos 0 km também vai mudar. “Os carros ficarão, em média, 15% mais caros até o fim de 2016”, antecipou. Segundo ele, a pressão dos sindicatos, a alta da energia elétrica, o preço das commodities, o valor do aço e, principalmente, a explosão do dólar vão afetar sobremaneira o valor final dos veículos. “Ainda há muitos componentes importados na maioria dos modelos feitos no Brasil”, explica, e agora estes componentes já estão chegando com dólar de R$ 4…

Apesar de parecer contraditório o aumento de preços em época de retração do mercado, o fato é que hoje o Brasil está com uma inflação anual chegando perigosamente na casa dos dois dígitos, além de contas públicas no vermelho e benefícios sociais indexados à inflação. Para o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, os atrasos no ajuste fiscal atrapalham a convergência da inflação para o centro da meta.

A previsão dos executivos do setor já se tornou realidade em pelo menos duas marcas, BMW e Mercedes-Benz, que já anunciaram suas tabelas de preço para janeiro de 2016 com aumentos expressivos. E o mesmo deve se seguir com as demais fabricantes. Resta saber se, com a recessão, ainda haverá consumidores dispostos a pagar cada vez mais caro por um carro ou se, com as vendas emperradas, pode surgir um novo plano de apoio ao setor por parte do governo para evitar ainda mais demissões do que já houve em 2015.

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