Chevrolet Cobalt: Tudo sobre o carro da GM na estrada


Os carros, assim como as pessoas, têm personalidade. Alguns são muito emocionais, enquanto outros são mais racionais. O Cobalt está no segundo grupo: é um sedã que conquista em quesitos como espaçoso e custo/benefício, mas não desperta paixões do ponto de vista estético. Assim sendo, não esperava grandes emoções quando peguei a estrada com o sedã e acabei ficando positivamente surpreso durante o percurso…

Apesar do perfil sóbrio, o Cobalt consegue oferecer diversão em trechos sinuosos: Mesmo em curvas fechadas, é possível abusar um pouco sem desequilíbrios ou escapadas. Ponto para o acerto do chassi e para a suspensão calibragem da suspensão, mais rígida que o usual em veículos Chevrolet, mas sem ser desconfortável. O câmbio também agradou, com engates precisos. O sistema de freios, composto por discos na frente e tambores atrás, com auxílio de ABS, demonstrou eficiência e parece ter sido bem dimensionado.

No quesito conforto, não temos muito do que reclamar. Em sedãs compactos, os assentos dos bancos costumam ser curtos, deixando os joelhos sem apoio. No Cobalt, mais avantajado por fora e por dentro, as poltronas são grandes e acomodam bem tanto os membros inferiores quanto a coluna. Com a adoção da plataforma  Gamma II, a mesma de Onix, Sonic e Spin, a posição dos pedais e do volante foi centralizada: nada de guiar enviesado, como ocorre no Classic e nos irmãos Celta e Prisma.

Pena que o motor tenha jogado contra o conjunto: as respostas são boas até as 3.500 rpm, mas a partir daí, começa a faltar fôlego e o giro demora a subir. Em ultrapassagens, situação na qual é comum explorar rotações mais altas, fica a impressão de certa letargia, o que não deveria ocorrer na versão mais potente da gama. A medida que o tacômetro sobe, também se tornam perceptíveis asperezas, que sempre acompanharam o propulsor 1.8 da chamada Família I.

Viajei o tempo todo sozinho, mas se o carro estivesse cheio, espaço não seria problema. Atrás de mim, um adulto poderia se aproveitar de um verdadeiro latifúndio de espaço para as pernas. No caso de lotação máxima, a dificuldade provavelmente seria outra: o maior peso nas costas do propulsor 1.8. Nesse tipo de situação, o motorista costuma ser obrigado a esticar mais as marchas, justamente para a faixa de rotação em que o motor se mostra mais limitado.

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