Honda Forza 125 2018: preço, consumo e ficha técnica


A nova Honda Forza 125 proporciona-lhe a confiança de que necessita para enfrentar a cidade. Está equipada com um novo motor de quatro válvulas e injeção de combustível PGM-FI, concebido para o melhor desempenho em regime médio como na potência máxima.

Todas as viagens são entusiasmantes graças às acelerações a partir dos 90 km/h, as melhores do segmento, bem como aos arranques suaves mas decididos e ao fantástico desempenho nas velocidades mais elevadas.

Mas a potência não é tudo. A Forza 125 está equipada com todo um conjunto de funcionalidades entusiasmantes concebidas para proporcionar mais vantagens ao condutor. As tecnologias de baixa fricção utilizadas no motor, combinadas com a paragem ao ralenti, proporcionam excelente poupança de combustível, com consumo de 2,29 L/100 km (modo WMTC), permitindo prolongar o prazer de condução durante mais tempo.

Além disso, é fácil de manobrar; o peso de apenas 162 kg (com ABS) contribui para melhores performances dinâmicas bem como na facilidade de controlo a velocidades mais reduzidas e nas manobras de estacionamento.

A Forza 125 combina um estilo luxuoso com conforto e funcionalidade supremos. Com 48 L. de armazenamento, existe espaço suficiente para dois capacetes integrais XL debaixo do banco.
Existe ainda uma tomada de 12 V no porta-luvas dianteiro (onde pode guardar facilmente uma garrafa de água), proporcionando prático ponto de recarga de acessórios eléctricos.

Sublinhando a elegância dos potentes faróis LED, as luzes de presença, também em LED, proporcionam um estilo bem marcado e uma identidade única. Os piscas dianteiros, montados na parte superior da estrutura dos espelhos retrovisores, e os farolins traseiros LED com efeito estereoscópico aumentam a visibilidade.

Montados em posição elevada para melhor visualização, o velocímetro e o conta-rotações são acompanhados por um visor LCD de fundo invertido e cores intensas. O ecrã do painel de instrumentos inclui um relógio, nível de combustível, indicador de consumo médio, dois conta-quilómetros parciais e conta-quilómetros total.

Os bancos de perfil vincado oferecem uma posição de condução confortável e segura, com os “pés para a frente”, proporcionando excelente visibilidade da estrada, com uma altura do assento de 780 mm. Além disso, é muito espaçosa, tanto para o condutor como para o passageiro.

Para máximo conforto e excelente protecção contra o vento, o pára-brisas pode ser ajustado em 6 posições, com variação máxima de 120 mm, possibilitando a adaptação a velocidades mais elevadas ou ao trânsito em cidade, e adequando-se às necessidades de todos os condutores.

A elevada eficiência do motor proporcionam um consumo de 2,29 L/100 km (modo WMTC). O que, combinado com o depósito de 11,5 litros, garante que o condutor de uma Forza 125 só visite o posto de abastecimento uma vez por semana.

Destaque a sua presença na cidade com esta mistura contemporânea de linhas fluidas e elegantes e ângulos de agressividade desportiva. As linhas do design dinâmico proporcionam ainda fantástica proteção contra o vento durante a condução a velocidades elevadas, mesmo em autoestradas, enquanto a iluminação integral LED de grande qualidade oferece um aspeto inconfundível à dianteira. O painel de instrumentos estereoscópico complementa o estilo exterior, com visor LCD invertido que apresenta todas as informações necessárias, em cores ricas e intensas.

Ficha Técnica

Motor

Diâmetro X Curso (mm) – 52,4 x 57,9 mm
Alimentação –Injeção eletrônica PGM-FI
Taxa de compressão – 11,5:1
Cilindrada (cm3) – 124,9 cm3
Tipo de motor – Monocilíndrico a 4 tempos, 4 válvulas, SOHC, com refrigeração líquida
Potência máxima – 11kW (15 CV) / 8.750rpm
Binário máximo – 12.5Nm / 8.250rpm
Capacidade de óleo (Litros) – 0,9 litros
Arranque – Elétrico

Rodas

Freios Dianteira – disco de 256 mm
Freios Traseira – disco de 240 mm
Suspensão– Dianteira – Forquilha Telescópica
Suspensão – Traseira – Duplo amortecedor
Tamanho – Dianteira– 120/70-15 / Traseira – 140/70-14
Tipo – Dianteira/Traseira – Liga de alumínio fundido

Ciclística

Bateria – 12V-7AH
Ângulo da coluna de direção – 26°5′
Dimensões (mm) – 2.135 x 750 x 1.455
Quadro – Tubular em aço
Depósito de combustível (Litros) – 11,5 litros
Consumo de combustível – 2,3l/100km
Distância livre ao solo (mm) – 150 mm
Luzes – LED
Peso em ordem de marcha (kg) – 159 kg
Altura do assento (mm) – 780 mm
Trail (mm) – 89 mm
Entre-eixos (mm) – 1.490 mm

Transmissão

Embreagem – Automática, centrifuga, tipo seca
Transmissão Final – Correia em V
Transmissão – CVT

Yamaha XSR900 Abarth 2018 – Preço, consumo e ficha técnica


Criada pela colaboração entre dois fabricantes altamente respeitados, apaixonados por corridas e design, a XSR900 Abarth eleva os padrões na classe café racer.
Trata-se de uma moto especial de estilo retro de alta performance e leve, cujo design autêntico café racer reflete o verdadeiro espírito dos anos 1960.

A carenagem em carbono leve e guiadores ao estilo de avanços com um banco individual proporcionam uma posição de condução desportiva. Com o seu motor de 3 cilindros e 850 cc de elevado binário e escape completo Akrapovič, esta café racer de excelente qualidade combina estilo com performance desportiva.
Abarth XSR900 está equipada com um sistema 3 em 1 especialmente concebido com coletores em titânio e ponteira de encaixe duplo em titânio. Para além de ajudar a manter um peso baixo, este sistema exclusivo tem um óptimo som e melhora a performance.

Ao verdadeiro estilo café racer, a XSR900 Abarth está equipada com uma carenagem dianteira compacta e leve que é fabricada a partir de fibra de carbono. Com um clássico farol redondo, o acabamento da carenagem em carbono sem pintura reforça o aspeto minimalista e desportivo deste modelo especial e exclusivo “Faster Sons”.

Para que possa manter o seu peso mais baixo e para o ajudar a manter a parte superior do corpo fora do fluxo de ar principal, a XSR900 Abarth está equipada com guiador em forma de andorinha. O design de encaixe e rebaixado do guiador proporciona uma posição desportiva com grau melhorado de capacidade de controlo, para que se sinta um só com esta moto

Graças à extensa utilização de fibra de carbono, a Abarth XSR900 é um dos modelos mais leves na categoria café racer. Tal como a carenagem dianteira leve, o guarda-lamas dianteiro e a carenagem do banco individual são também fabricados a partir de fibra de carbono, que realça a construção de alta qualidade da máquina e a genuína herança de competição.

Dentro da carenagem do banco individual de carbono existe um conjunto de farolim traseiro circular compacto que complementa o estilo geral da café racer e reforça o design desportivo e minimalista deste modelo especial. Para obter um aspeto suave e elegante da extremidade traseira, é instalado um suporte da chapa de matrícula leve especialmente concebido para o efeito.

O banco individual foi concebido para complementar o guiador em forma de andorinha e proporcionar-lhe uma posição de condução desportiva que mantém o peso corporal mais perto da moto para uma melhor centralização da massa. Com um revestimento em camurça de alta qualidade na frente da carenagem do banco de carbono, este banco individual desportivo proporciona uma condução confortável com muito apoio lombar.

Ficha Técnica

Motor

Tipo de motor – 3 cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida, DOHC, 4 válvulas
Cilindrada – 847 cm³
Diâmetro x curso – 78,0 mm x 59,1 mm
Taxa de compressão – 11,5 : 1
Potência máxima- 84,6 kW (115CV) @ 10.000 rpm
Binário máximo – 87,5 Nm (8,9 kg-m) @ 8.500 rpm
Sistema de lubrificação – Cárter húmido
Tipo de embraiagem – Húmida Multidisco
Alimentação – Injeção de combustível
Sistema de ignição – TCI
Sistema de arranque – Eléctrico
Sistema de transmissão – Sincronizada, 6 velocidades
Transmissão final – Corrente
Consumo de combustível – 5,2 l/100km
Emissões CO2 – 120 g/km

Chassis

Quadro – Diamante
Sistema de suspensão dianteira – Forquilha telescópica
Curso dianteiro – 137 mm
Ângulo do avanço de roda – 25º
Trilho – 103 mm
Sistema de suspensão traseira – Braço oscilante, Tipo Link
Curso traseiro – 130 mm
Travão dianteiro – Disco duplo hidráulico, Ø 298 mm
Travão traseiro – Monodisco hidráulico, Ø 245 mm
Pneu dianteiro – 120/70ZR17M/C (58W) (Tubeless)
Pneu traseiro – 180/55ZR17M/C (73W) (Tubeless)

Dimensões

Comprimento total – 2.075 mm
Largura total – 815 mm
Altura total – 1.135 mm
Altura do assento – 830 mm
Distância entre eixos – 1.440 mm
Distância mínima ao solo – 135 mm
Peso (incluindo óleo e gasolina) – 195 kg
Capacidade Dep. Combustível – 14 L
Capacidade Dep. Óleo – 3,4 L
Observação – EU4 compliant

Chrome: Saiba como evitar comando indesejado no teclado que fecha todas as abas do navegador


Como evitar comando indesejado no teclado que fecha todas as abas do navegador. O Google Chrome tem vários atalhos úteis para teclado, mas um deles pode mais prejudicar do que ajudar. O comando Ctrl+Shift+Q é capaz de fechar todas as abas do navegador e encerrar o programa por completo de uma só vez. A combinação vem configurada por padrão, o que acaba favorecendo digitação acidental – especialmente em teclados internacionais que exigem Ctrl+Shift+W para usar interrogação. O atalho não pode ser desativado, mas há uma forma de resolver.

Ao configurar o Ctrl+Shift+Q para executar outra função, como abrir uma extensão instalada no Chrome, é possível sobrepor o comando de encerramento e impedir que uma digitação acidental feche seu trabalho não salvo. Aprenda redesignar o atalho para qualquer outra função.

1. Digite chrome://extensions na barra de endereços para abrir a lista de extensões do Chrome. Para prosseguir, você deve ter pelo menos uma extensão instalada. Role até o final da página e clique em “Atalhos do teclado”;

2. Selecione uma das extensões e defina o atalho “Ctrl+Shift+Q” para abrí-la. Ao final, clique em “Ok” para confirmar a mudança;

3. A dica é importante para reconfigurar um atalho que não pode ser desativado. A partir daí, sempre ao digitar o comando “Ctrl+Shift+Q” acidentalmente, o Google Chrome irá abrir a extensão configurada em vez de encerrar o navegador.

Land Rover Discovery 2018 – Preço, informações e ficha técnica


Você já parou para refletir se realmente aproveita todo o potencial do seu carro? Não estou falando de desempenho apenas, mas de todos os recursos que ele te oferece. Quando o assunto é SUV então, alguns disfarçam e fogem da conversa. Ih, deixa eu fugir daquele papo de SUV de shopping de novo… Mas a vericidade é que quem sabe do que é capaz não foge do papo. Da trilha. Da lama. Dos igarapés. Foi isso que a Land Rover pensou para demonstrar do que o novo Discovery é capaz.

Marca tradicional no Reino Unido, sempre com modelos de sua gama à disposição da família real, tem no luxo uma de suas virtudes. Desempenho e capacidade fora de estrada também. Mas luxo combina com lama? Um carro sofisticado serve para os mais variados tipos de desafios que um país como o Brasil oferece? Para responder essa pergunta, a Land Rover escolheu um ponto no mapa conhecido mundialmente: a região Amazônica.

Confesso que topei o convite com algumas incertezas. O destino foi Alter do Chão, um distrito de Santarém, no estado do Pará, que atualmente é conhecida como o Caribe Brasileiro. Localizado na margem direita do Rio Tapajós, abriga a mais bonita praia de água doce do mundo segundo o jornal inglês The Guardian. O lugar é realmente fantástico, mas o que tem a ver com o Discovery?

Para começar, descobri que no início do século XX, Alter do Chão foi uma das rotas de transporte do látex extraído das seringueiras de Belterra e Fordlândia. Opa, Henry Ford, o pai da produção em série esteve naquelas bandas. Tinha história automotiva ali, mas contarei em outra matéria.

Retorno ao novo Discovery, quinta-geração do utilitário esportivo de luxo. Seu visual agora tem linhas mais arredondas e pouco lembra o estilo quadradão que fez sucesso até o Discovery 4. Particularmente, gosto bastante daquele jeitão old-school. Um ressalto no teto, o desenho da tampa traseira com a placa deslocada para a esquerda, grade dianteira com traços em formato de colmeia e desenho das rodas. Basicamente isso a nova geração carregou do passado.

Também sai de cena a construção em chassi e longarina e entra e entra em linha uma nova plataforma monobloco construída com 85% de alumínio. Aços de alta resistência estão presentes em pontos estratégicos, como a coluna C e portas para dar mais rigidez e segurança. O resultado é um peso total até 480 kg menor do que anterior. O seu visual agora seguem os traços dos irmãos, que começou no Evoque e agora completa toda a família. Além de deixá-lo mais moderno, também traz um melhoria de 15% na aerodinâmica.

Nova plataforma e construção mais refinada também beneficia o uso do motor 3.0 V6 Turbocharged diesel de 258 cv de potência. De concepção moderna, utiliza injeção de baixo fluxo de oito bicos, o que resulta em melhor eficiência e baixo nível de ruído. O resultado acústico ficou tão bom que a marca aposta praticamente todas suas fichas nesta opção, associada ao câmbio automático de 8 marchas. Mesmo assim, se você preferir o motor a gasolina, basta encomendar.

O nosso teste começou em Santarém. Ambiente de cidade, às margens do rio Tapajós, onde os meios de transporte mais utilizados são os barcos e balsas. Nem por isso as ruas e estradas são ruins. Nelas o Discovery mostra as qualidades que estarão disponíveis encarar qualquer cidade do país. Baixo nível de ruído interno, excelente visibilidade, boa ergonomia e tranquilidade para passar por valetas e lombadas. Ah, claro, pelos buracos também.

Se anda bem? Com torque de 61,2 kgfm disponíveis a baixíssimas 1.750 rpm, o Discovery ganha velocidade muito rápido. Os dados da fabricante apontam o 0 a 100 km/h em 8,1 segundos, tempo que condiz com a sensação ao acelerar o bicho. As trocas de marcha são rápidas e praticamente te faz esquecer que existem os paddle-shifts no volante para qualquer intervenção manual. Mas para você saber, eles estão lá. O grande barato da Land Rover é oferecer a dualidade. Quando você quer um carro para encarar uma estrada e pisar com vontade no acelerador, o Discovery também é o cara. Com a suspensão baixa, você tem nas mãos um SUV de 2 toneladas rápido e que oferece muito controle.

Mas para tornar o test-drive de fato interessante, desviamos das vias principais e entramos em rotas secundárias. As cidades da região amazônica estão acostumadas a enfrentar chuva constante e em abundância. Isso cria igarapés (ruas que mais parecem trechos de rios), trechos com grandes erosões e, claro, muita lama. Acrescente uma floresta pulsante que coloca no caminho troncos de árvores e muita mata fechada.

Passei por igarapés com tranquilidade por conta da capacidade que o Discovery tem de encarar trechos com até 90 cm de água. Parte do segredo é o Terrain Response, sistema que otimiza configurações de motor, transmissão, diferencial central e chassis conforme as exigências do terreno. Também há a opção de ativar a reduzida, tudo feito por botões. O Wade Sensing, sistema que utiliza sensores localizados nos retrovisores extrernos, ajuda mostrando informações gráficas em tempo real sobre a profundidade da água na tela multimídia. Pronto, seleciono o modo lama (as opções são automático, grama, cascalho/neve, lama/buracos e areia) e avanço por mais uma rua cheia d’água enquanto observo uma pequena ponte de madeira improvisada para travessia dos moradores locais.

Seguimos por uma trilha rumo ao Mirante da Serra, ponto onde é possível ter uma visão panorâmica dos rios Tapajós e Amazonas. Choveu torrencialmente na noite anterior, o que deixou o caminho, digamos, mais divertido. Além de lama, erosões exigiam mais atenção. Digo erosões para ser mais político, mas para deixar mais claro, entenda como grandes buracos ou fendas capaz de tombar qualquer carro que caísse nelas. Atenção redobrada, aciono a reduzida, elevo a altura da suspensão e coloco o modo lama/buracos. É impossível não pensar a todo instante: quem é o maluco que coloca um carro deste preço nestas condições? Mesmo neste trecho insano, em nenhum momento o Discovery deu a impressão de que não iria passar. Pelo contrário, passava bem, mesmo com não sendo calçado com pneus do tipo Mud (lama pesada). De todo modo, reforço que é uma sensação louca e que dificilmente repetiria em uma viagem sozinho.

Água, erosões, lama. O que falta? Areia. Sim, faltava areia. Em um determinado trecho próximo a uma praia de água doce, foi a vez de selecionar este modo e acelerar no piso arenoso. As respostas do acelerador ficam mais lentas para o Discovery não patinar, bem como a tração trabalha de modo mais constante para manter o trajeto sob controle.

Depois disso, o roteiro seguiu por estradas da região. Conheci a BR-163, a famosa Transamazonica, mas que é incrivelmente bem cuidada e diferente daquela situação calamitosa que sempre vemos nos noticiários.

Noite já, após jantar típico com peixes do rio Tapajós e uma apresentação de Carimbó, o teste continuou de forma diferente. Com sete pessoas a bordo, sete adultos diga-se de passagem, retornamos a Santarém. Sentei na terceira fileira para avaliar o conforto enquanto encarávamos cerca de 40 quilômetros até Santarém. O espaço para as pernas é bom, mas como o assento é baixo, os joelhos ficam muito dobrados e pode cansar em viagens mais longas. Situação semelhante para quem vai na segunda fileira, mas caso não tenha passageiros atras, dá para deslizar a fileira inteira e ampliar o espaço.

No dia seguinte, para tirar qualquer dúvida em relação à capacidade off-road, fomos até o Land Rover Experience Amazônia, um parque de diversões 4×4. Praticamente tudo que é possível fazer com o Discovery foi feito. Ladeira com mais de 30 graus de inclinação, descida também acentuada para teste do HDC (hill decent control), crateras tipo “pegada de elefante”, rampa de inclinação lateral e área para submersão de até 90 cm. Em uma das rampas, além da inclinação acentuada, havia uma erosão parcial que fazia uma das rodas do Discovery “cair” na fenda, obrigando a completar a subida em três rodas e com o SUV inclinado para a lateral.

Depois deste intensivo amazônico de Discovery, o veredito. O novo Discovery mantém a alma aventureira que o consagrou, agora com muito mais tecnologia para vencer ambientes mais hostis. Não é um veículo lameiro feito para aquelas trilhas insanas, mas este SUV encara muito mais do que os seus concorrentes diretos. SUV moderno, espaçoso, de sete lugares, muita conectividade (possui nove portas USB) e com capacidade real de um fora de estrada. A única dúvida que tive seria ele ou o Range Rover Sport. No irmão, mais caro, há ainda mais itens de tecnologia, como o piloto automático adaptativo, sistema de frenagem de emergência e ainda mais luxo no interior. Depois de desbravar a Amazônia, não vejo nenhum concorrente capaz de fazer o mesmo. O novo Discovery chegou. Preparem as malas.