Proposta de lei quer execução de gays e lésbicas com tiro na cabeça

Por mais que sejamos crítico a este país, as vezes temos que adimitir que não é tão ruim assim, podia ser pior, imagine vocês que um advogado americano morador da Califórnia, quer uma lei que determine a prisão e penas de multa para quem defender os direitos dos homossexuais, referidos como “propaganda sodomítica”. Já os gays e as lésbicas terão um ‘castigo’ diferente: a pena de morte, com execução a tiro.

Matt McLaughlin é o advogado mais famoso dos EUA neste momento, depois de ter enviado à procuradoria-geral do estado da Califórnia uma proposta de lei a condenar os “sodomitas” e a “propaganda sodomítica”.

De acordo com o texto da ‘Sodomite Suppression Act’ (algo como ‘Lei da Supressão Sodomita’), o advogado defende a execução, com um “método conveniente”, para quem assumir “voluntariamente” um comportamento homossexual.

“Qualquer pessoa que voluntariamente toque noutra pessoa do mesmo sexo para fins de gratificação sexual deve ser morto com balas na cabeça ou por qualquer outro método conveniente”, refere a proposta de lei, revelada pela procuradora-geral Kamala Harris.

Mas a moldura penal a determinar não abrange unicamente quem ‘pratique’ a sodomia, “um crime abominável contra a natureza”.

Quem divulgar, mesmo que indiretamente, a “propaganda sodomítica” junto de menores de idade deve ser sancionado com uma coima, no valor de um milhão de dólares, e/ou pena de prisão, que pode ir até aos dez anos. No caso mais grave, o prevaricador pode ser expulso do estado da Califórnia.

O advogado defende ainda, através desta proposta de lei, que “nenhuma pessoa deve ocupar qualquer cargo público, nem servir num emprego público, nem gozar de qualquer benefício público, que seja um sodomita ou que defenda propaganda sodomítica ou que pertença a qualquer grupo que o faz”.

Afinal, a sodomia é “um mal monstruoso” e, segundo Matt McLaughlin, é “melhor que os infratores morram do que todos nós sermos mortos pela justa ira de Deus”.

A procuradora Kamala Harris tem até 4 de maio para apreciar a proposta de lei, tendo de elaborar um resumo da iniciativa para que o promotor da proposta (Matt McLaughlin) possa iniciar o processo de recolha de assinaturas.

Se a proposta de lei reunir 365 mil assinaturas (tem um período de 180 dias para esse processo), sobe automaticamente à votação no senado estadual. Se tal ocorrer, a votação deverá ser agendada para novembro.

Falta saber se o único órgão que pode travar o processo (o Supremo Tribunal) o fará, uma vez que terá de encontrar inconstitucionalidades na lei, isto num estado que permite a pena de morte.

Com informações do PtJornal

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