Rodas de carros: como são produzidas – Aro para pneus


Quem não tem curiosidade de saber como são produzidas, feitas as rodas de automóveis, o vídeo abaixo lhe dá uma pequena ideia do trabalhão realizado.

 

As rodas de liga leve se distinguem das rodas de ferro e cada vez mais são utilizadas pelas indústrias automotivas. Elas são compostas de uma liga feita de alumínio, para reduzir o peso, e também de silício e ferro, para garantir resistência. Como o nome diz, elas são mais leves que as rodas de ferro e ainda possuem outras vantagens, por exemplo no quesito segurança.

A grande desvantagem está no preço. As rodas de liga leve são bem mais caras em relação às rodas de ferro. Podem chegar a uma diferença de até 900% no valor! As marcas mais conhecidas são Binno, Mangels, Rodão, TSW e Vaska.

    COMO SãO FABRICADAS RODAS DE CARRO

    Neste video incrível você acompanha a produção, de rodas de liga, do inicio ao fim.

    ROLETA DE CASSINO NAS RODAS DO CARRO

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    TUDO SOBRE RODAS E PNEUS

    Quando se pensa em modificação automotiva uma das primeiras coisas que vem à mente é a troca das rodas e pneus. por isso, o icarros listou os principais ... Tudo sobre Rodas de carros como são produzidas – Aro para pneus

Uma resposta para “Rodas de carros: como são produzidas – Aro para pneus”

  1. A história da roda pode ser muito curta ou abranger milhares de anos – depende da região ou parte do globo em que é considerada. Sabe-se, por exemplo, que enquanto a civilização sumeriana, que floresceu às margens do rio Eufrates há cerca de 6.000 anos atrás, sabia usá-la (como está gravado em um baixo-relevo de UR) e enquanto os egípcios pareciam familiarizados com ela desde 1.700 Antes de Cristo, a roda era completamente desconhecida na Oceania antes da chegada dos primeiros europeus. Mesmo as civilizações pré-colombianas não acharam uso prático para ela, embora em princípio já a conhecessem.

    Acredita-se que a roda foi desenvolvida originada do rolo (um tronco de árvore) que, provavelmente, representou o primeiro meio usado pelo homem para impedir o atrito de arrasto entre dois planos, substituindo-o pelo atrito de rolamento. O vestígio mais antigo do uso da roda em veículos é o desenho de uma carroça numa placa de argila encontrada na Suméria (Mesopotâmia), de 3.500 a.C. Ao que tudo indica, tratava-se de um carro fúnebre com rodas compostas: duas tábuas arredondadas presas de ambos os lados de uma tábua central.

    Em 2.000 a.C., os sumérios colocaram raios no lugar da estrutura maciça, e foi, talvez, a necessidade de introduzir a mão para lubrificar o eixo que fez com que o homem abrisse largos buracos. Em outra ocasião, alguém pensou em proteger o cubo da roda contra choques utilizando uma cobertura, e surgiu a precursora das calotas modernas, que têm objetivo de certa forma funcional. A evolução das rodas dos automóveis se originou diretamente das rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos, às quais eram, a princípio, idênticas.

    Figura 1 – Roda de 4.000 a.C. Figura 2 – Roda grega do século VII a.C.

    As civilizações adiantadas, como egípcia, grega e romana, utilizavam rodas de carvalho raiadas e trabalhadas em suas carroças e bigas, puxadas por homens e animais. Com a inevitável modernização, a tração animal foi substituída por veículos automotores a vapor.

    Com a evolução dos automóveis e a alta dos combustíveis, surgiu a necessidade de veículos mais leves e de menor consumo, gerando inúmeras pesquisas de materiais com peso inferior ao aço, que resultaram na produção de rodas de magnésio. Em meados dos anos 70, passamos a fabricar rodas utilizando a liga leve alumínio/silício. A mudança de material prima deu-se porque o magnésio era um material de difícil tratamento, tanto na usinagem como na soldagem. Quando o magnésio entra em combustão, apenas é possível interromper sua queima por falta de oxigênio ou quando o magnésio todo é consumido. Como a primeira condição é muito difícil de ser obtida, aumentando o custo da produção da roda para se conseguir todo o processo a vácuo, e a segunda condição está descartada, devido ao grande risco de ocorrer acidentes de trabalho, optou-se então pelo alumínio/silício, material de menor resistência mecânica e maior peso, porém um material muito mais fácil de ser tratado, sem correr os riscos de acidentes.

    Outro motivo da utilização do alumínio foi a crescente produção do material na época, o que também estimulou a utilização do alumínio nas rodas. No Brasil o primeiro veículo equipado com rodas de liga leve foi o Dodge Charger RT em 1979, com aro de 14 polegadas e tala de 6 polegadas.

    Aplicações das rodas

    As rodas têm grande abrangência de aplicações. Tanto em veículos de carga, de passeio, competição e qualquer outro tipo de veiculo que deva possuir rodagem sobre alguma superfície.

    Veículos de carga

    Nos países europeus e nos EUA a roda de alumínio reina absoluta. As vantagens oferecidas pelo produto, como menor peso – aproximadamente entre 30 e 35%- que possibilita maior capacidade de carga ao caminhão, menos viagens e redução do consumo de combustível, vêm de encontro às necessidades dos transportadores. Porém, no Brasil, ela ainda disputa espaço com as de aço, que continua presente na maioria dos caminhões. A principal justificativa é o preço pouco competitivo em relação às convencionais rodas de aço. Além disso, a falta de informação do usuário final, que não conhece as vantagens de se utilizar o produto, e acha que se trata somente de uma melhoria estética, impede que o Brasil tenha mais caminhões trafegando com rodas de alumínio.

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