Opel Corsa S 2018 – Preço e ficha técnica


O novo modelo de entrada da Chevrolet brasileira por quase uma década, o Corsa já era conhecido na Europa antes de vir ao Brasil e continuou sendo feito por lá depois da aposentadoria por aqui em 2011.

Já em sua quinta geração (aqui foram feitas a segunda e a terceira), o hatch teve uma nova versão mais esportiva apresentada no Velho Continente, a S.

Um degrau abaixo da poderosa OPC, o Corsa S tem um 1.4 turbo com 150 cv e câmbio manual de seis marchas e uma “pegada” mais animada que os demais, mas menos “hardcore” que o OPC, de 200 cv.

O modelinho chega aos 100 km/h em 8,9 segundos e vai até os 207 km/h. Por fora, rodas de 17 polegadas e luzes diurnas de LED dão um ar mais esportivo ao modelo. Parachoques com entradas de ar maiores e um difusor traseiro dão o toque especial no visual.

Dentro, o “Corsinha” tem bancos de couro com costuras vermelhas, volante com base achatada e sistema multimídia com Apple CarPlay e Android Auto. Na Europa, o Corsa S custará o equivalente a R$ 68 mil em conversão direta.

Novo Chevrolet Cruze X Honda Civic 2018, consumo, preço, motor e câmbio


Um comparativo dos novos sedãs que estão desembargando no Brasil. Se as picapes dominam os noticiários da indústria automobilística desde o fim de 2015, as atenções devem se voltar para os sedãs médios nos próximos meses.

A primeira grande novidade do segmento será o novo Cruze, que estria em julho, mas a Honda não ficará só assistindo: a décima geração do Civic chegará ao país em agosto, embora a montadora não confirme oficialmente a data de estreia do sedã. Com isso essa informação em mãos, resolvemos antecipar o embate dos próximos meses e fomos até os Estados Unidos avaliar os dois modelos.

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Na Flórida, dirigimos as versões de entrada de Cruze (LT) e Civic (LX) vendidos por lá. Quase 4.500 km de distância nos separaram de Los Angeles, onde tivemos depois contato com a versão topo de linha do Civic (Touring), a única com o  novo motor 1.5 turbo de 176 cv – no Cruze, todas as versões saem de fábrica com o motor 1.4 turbo de 155 cv. Analisamos aos critérios mais valorizados pelo cliente de um sedã médio, mas considerando que a Honda ainda não liberou quase nenhuma informação do Civic brasileiro, decidimos não comparar os equipamentos do modelo americano com os do Cruze vendido no Brasil.

Motor e Câmbio

Feliz será o dono do Cruze, que terá o moderno motor 1.4 Ecotec turbo (de 153 cv com etanol e 150 cv com gasolina) á disposição em qualquer versão, algo que não ocorrerá no Civic. Assim como nos EUA, a Honda com o motor 2.0I VTEC (o mesmo do Civic atual), mas pode trocar a caixa automática de seis marchas pela transmissão CVT empregada no carro americano.

É quase certo que só a versão Touring tenha 1.5 VTEC turbo, com 176 cv e torque de 22,4 mkgf. Enquanto o Cruze já está adaptado á tecnologia flex, o Civic turbo estreará no Brasil bebendo apenas gasolina, sendo que a opção bicombustível surgirá posteriormente. O Civic americano não permite realizar trocas sequenciais (seja por paddle-shifts ou toques na alavanca do câmbio), mas a própria Honda admitiu que no modelo brasileiro pode ser diferente. Já o câmbio do Cruze é um automático de seis marchas, com trocas sequenciais ao mover a alavanca para frente e para trás- em vez dos botões posicionados no topo da manopla do modelo americano

Dirigibilidade

O Civic empolga pelo acerto de suspensão ligeiramente mais rígido do que antes, fazendo a carroceria rolar menos nas curvas. O modelo brasileiro sofrerá alterações na calibragem devido ás péssimas condições das nossas vias, mas analisando o comportamento das gerações anteriores do próprio Civic, a Honda deve preservar suas características dentro do possível. A caixa CVT é mais ágil do que a maioria dos modelos similares, porém, por esportividade, não explora todo o potencial do motor turbo.

Mesmo assim, o Civic não faz feio: embora a Honda não divulgue números de desempenho, a revista americana Motor Trend cravou 7,2 s no 0 a 100 km/h – a mesma publicação fez 7,7 s com o Cruze. Falando no GM, o sedã contorna curvas sem sustos, tolerando exageros antes de convocar a ajuda eletrônica. A suspensão prioriza o conforto, sem ser excessivamente mole, impedindo uma rolagem excessiva da carroceria.

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Consumo

A economia de combustível é uma das principais virtudes dos motores turbinados. O cruze é um bom exemplo: nosso teste feito na versão nacional indicou 11,8 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada. Já que ainda não não tivemos acesso ao números de consumo do Civic nacional, comparamos os dados de fábrica divulgados por GM e Honda nos EUA, com a gasolina local: a Chevrolet informa 12,7 km/l e 17,8 km/l, contra 13,2 km/l e 17,9 km/l do Civic.

Design

Apesar de ser um projeto global, alguns detalhes do Cruze brasileiro o diferenciam do modelo americano. Um deles é o desenho dos faróis auxiliares, que ganharam um estilo convencional. As rodas serão diferentes para cada versão e não seguem o padrão dos EUA (por lá, há até calota; no Brasil só haverá roda de liga).

Já o Civic deve ser praticamente idêntico ao americano no estilo. Além da silhueta típica dos cupês (uma tendência da indústria nos últimos anos), o sedã chama atenção pela prolongação das lanternas na parte superior da tampa do porta-malas, que certamente dividirá opiniões.

Interior

O cruze aposta em um interior aconchegante, com plásticos de baixo brilho que lembram superfícies emborrachadas e encaixes precisos. A tela de 8 polegadas (na LT, é de 7 polegadas) da segunda geração do MyLink domina o console central, acima dos comandos de ar-concionado. Como pontos negativos, o quadro de instrumentos não combina com o restante da cabine por sua aparência simples demais e algumas peças têm aparência pobre, como alavancas de seta e para-brisa, destonado do ar requintado do interior. Já o Civic traz traços mais horizontais, que lembram o City (como no desenho das saídas de ar-condicionado).

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Atrás da manopla de câmbio ficam dois porta-objetos, sendo um deles em posição mais baixa. Ao contrário do HR-V, porém, o acesso não é tão ruim e há até pequenos nichos para encaixar cabos USB. Em vez do antigo painel de dois andares, o Civic tem uma tela de TFT no lugar do velocímetro convencional da versão Touring, agrupando informações do computador de bordo, luzes de advertência e alertas de segurança. Nas versões básicas, esse quadro é mais tradicional e falta um mostrador de combustível com melhor visibilidade á noite – a iluminação do painel dificulta a visualização do ponteiro.

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A Honda garantiu que o acabamento do Civic básico nacional será superior ao do americano, que lá ocupa os segmentos de entrada do mercado. E é bom que seja mesmo: nas versões mais simples, os plásticos duros do interior seguem o padrão do Fit e o sistema de som é simples demais. Na Touring, a história é diferente, com materiais de diversas texturas e montagem com padrão de qualidade acima da média do segmento, com direito a bancos de couro com costuras aparentes, padrão esse que estará no modelo brasileiro.

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Espaço interno

O Cruze não é apertado por dentro, pelo menos para as pessoas mais baixas. Passageiros mais altos, no entanto, sofrem com a falta de espaço para os ombros no banco de trás (houve uma redução de 2 cm ante ao antigo Cruze), além de a cabeça raspar no teto pela diminuição de 1 cm no espaço até o teto.

Já o Civic cresceu para quase todos os lados (o comprimento aumentou em 10 cm, a largura está 4 cm maior e a distância entre-eixos cresceu 3 cm), resultando em mais folga para pernas (na frente e atrás) e mais ainda para a cabeça no banco traseiro. Enquanto o porta-malas do Cruze caiu de 450 litros para 440, o do Civic saltou de 449 para 530 litros. O acesso á bagagem é também melhor no Honda, pois sua tampa traseira é bem maior.

Preço do Civic x Cruze

O Cruze será vendido nas versões LT E LTZ. Nossa estimativa aponta valores de R$ 86.000 a R$ 103.000. Pouco se sabe sobre o Civic, mas a tendência é que a Honda mantenha a oferta de três configurações, sendo que a Top Touring pode ser rebatizada. A nomenclatura EX-T, que já é adotada nos EUA, seria uma opção. Se você achou o Cruze caro, saiba que o Civic não será barato: a versão de entrada deve partir dos R$ 85.000, com a top custando em torno de salgados R$ 110.000.

Informações via QuatrtoRodas

Volkswagen Polo chega ao País em setembro


5A Volkswagen começou a divulgar novas informações sobre o Polo nacional, que será produzido na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e chega a partir de 1° de setembro.

O modelo que é produzido sobre a plataforma MQB, que é a mesma utilizada pelo Golf, terá algumas alterações em relação ao modelo europeu.

A suspensão teve a altura modificada e está 20 mm mais alta, para atender as necessidades de altura superior em relação ao solo das condições do Brasil. A barra estabilizadora dianteira tem 20 mm de espessura. A direção terá assistência elétrica, de série em todos os Polo.

Para a versão de topo ele virá com motor 1.0 turbo, o mesmo do Golf, mas ajustado para 128 cv e 20,4 mkgf. Nesse caso, a transmissão será a automática Tiptronic de seis marchas. Essa versão deverá competir com modelos como Ford Fiesta, Honda Fit e versões mais caras de Peugeot 208 e Citroen C3.

O Polo de topo também terá freio a disco nas quatro rodas, controle de estabilidade e o XDS+, que freia a roda dianteira e traseira do lado de dentro da curva para corrigir a trajetória. Há ainda sistema de frenagem pós-colisão, que evita uma segunda batida e reduz a velocidade a até 10 km/h.

Na opção de entrada, é esperado o 1.6 MSI de 120 cv, com opção de câmbio manual ou automático de seis marchas. Para essa versão, os rivais são o recém-lançado Fiat Argo, Chevrolet Onix e Hyundai HB20.

De série, desde essa versão haverá controle de tração (M-ABS + TC), regulagem de freio-motor (MSR), limpeza automática dos discos de freio, para tirar a camada d’água e monitoramento de pressão dos pneus.

Diferente do que esperado, o painel virtual da Europa será oferecido na versão nacional, mas como um opcional apenas na versão de topo. Há também uma central multimídia com tela de 8 polegadas.

O Polo vai oferecer ainda funções como entrada e partida sem chave (keyless), sensores crepuscular e de chuva, Cruise Control, ar-condicionado digital, três tomadas USB, câmera de ré, sensores de obstáculos dianteiro e traseiro, além de rebatimento dos espelhos com função tilt down.

Além das novidades mecânicas, o Polo nacional estreia a nova nomenclatura da Volkswagen para os modelos TSI. Agora, o torque será expresso em Nm antes do emblema TSI, com a versão turbo se chamando 200 TSI.

Chevrolet Trailblazer 2018 Turbodiesel


Chevrolet Trailblazer 2018 turbodiesel está chegando às concessionárias com um mecanismo no conversor de torque que atenua as vibrações e ruídos gerados pelo motor. Trata-se da mesma novidade presente na picape S10, lançada na semana passada.

Batizado de CPA (iniciais de Centrifugal Pendulum Absorber, ou absorvedor centrífugo pendular), o dispositivo fica na caixa automática (seis marchas), e gera um movimento contrário ao da rotação da transmissão, o que atenua as vibrações. O vídeo abaixo mostra como os contrapesos agem para reduzir esses movimentos indesejáveis.

A Trailblazer é oferecida apenas em uma versão de acabamento, LTZ, e com sete lugares. Com motor 2.8 a diesel, custa R$ 205.990. A exemplo da S10, a Trailblazer mostrou funcionamento mais silencioso e suave. Além disso, o engrenamento das marchas está mais rápido. Como resultado, aquela sensação de que você acelera e o carro não responde foi bastante amenizada.

De acordo com a Chevrolet, a Trailblazer 2018 a diesel vai de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, um pouco mais rápida que os 10,6 segundos referentes ao modelo 2017.

Outra vantagem do engrenamento de marcha mais rápido é a redução de consumo: a montadora informa que, graças a isso, e à nova calibração do conjunto motor-câmbio, a Trailblazer é capaz de rodar 8,4 km/l de diesel na cidade e 10,5 km/l na estrada. Os números anteriores são, respectivamente, 7,8 km/l e 9,1 km/l.

Com esses números, a autonomia rodoviária do modelo sobe de cerca de 690 km para 800 km (o tanque tem capacidade de 76 litros).

Apesar da nova calibração do propulsor 2.8 de quatro cilindros, a potência (200 cv) e o torque (51 mkgf) não mudaram.

Além da versão a diesel, a Trailblazer é disponível também com motor 3.6 V6 a gasolina, de 277 cavalos. Com essa motorização, o SUV custa R$ 173.990. Segundo a montadora, com ele o utilitário-esportivo é capaz de ir de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos.