Dívidas com cartão de crédito e dos juros do cheque especial: dicas importantes para se livrar de vez desse mal


Se livrar da roubalheira que é os juros do cartão de crédito e dos juros do cheque especial, é o sonho da maioria da população, veja nesse artigo com dicas de extrema importância de como acabar com esse mal que tanto atormenta os brasileiros.

O número de famílias endividadas atingiu sua terceira alta consecutiva em 2017 chegando a 58,9%, enquanto o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso foi o maior desde setembro de 2016, com 24,1%.

Milhões de brasileiros caíram na armadilha do ‘crédito fácil’, acreditando que o cartão de crédito era uma boa opção para gastar e pagar contas e que os empréstimos, financiamento e cheque especial eram um bom negócio. Se você faz parte desse grupo e está totalmente endividado, usando o limite do cartão para cobrir dívidas de lojas, usando o cheque especial para cobrir despesas de casa, tirando um empréstimo para quitar outro, com nome negativado e dívidas se multiplicando mês a mês, saiba que é possível se livrar desse problema.

O Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) elaborou esse conjunto de dicas para ajudar o consumidor a se livrar desses débitos.

Variação de taxas por linha de crédito:

Cartão de crédito: de 442,33% ao ano (março) para 397,75% ao ano (abril)

Cheque especial: de 305,76% a.a. (março) para 302,31% a.a. (abril)

Juros do comércio: de 98,05% a.a. (março) para 95,82% a.a (abril)

Financiamento de automóveis (bancos): de 30,60% a.a. (março) para 30,30% a.a. (abril)

Empréstimo pessoal (bancos): de 70,17% a.a. (março) para 68,62% a.a. (abril)

Empréstimo pessoal (financeiras): de 158,90% a.a. (março) para 156,05% a.a. (abril)

Como se livrar de dívidas com Cartão de Crédito:

1- A dívida no cartão de crédito é a que cobra os maiores juros do mercado brasileiro, chegando a 12% ao mês. Somados à multa, juros por atraso e cobrança indevida de comissão de permanência, a conta pode passar dos 15% ao mês sobre as parcelas vencidas e não pagas. Ou seja, em um mês o consumidor é cobrado em taxas de juros equivalentes a 18 (dezoito) meses de rendimento da poupança. Para se livrar das dívidas, o consumidor deve seguir os seguintes passos:
2- Procure a administradora de seu cartão de crédito e veja qual a possibilidade de acordo para cancelar ou suspender o cartão, reduzir a dívida e parcelar o pagamento.
Avalie também, caso seja correntista de banco, a possibilidade de tomar um empréstimo do tipo CDC – Crédito Direto ao Consumidor para liquidar a dívida do cartão e pagar este empréstimo em parcelas. Os juros do CDC costumam não ultrapassar 3% ao mês.

Caso não consiga um acordo administrativo ou uma linha de financiamento para quitar a dívida, você pode recorrer a Justiça. Em uma ação judicial, pode-se questionar os juros cobrados (que não podem exceder a média do mercado divulgada no site do BACEN), a capitalização de juros (que é vedada pelo STF), e a cobrança de multas indevidas (acima de 2% conforme Código de Defesa do Consumidor).

Como se livrar dos juros do cheque especial:



Os juros do cheque especial só perdem para os juros do cartão de crédito, girando em torno de 10%% ao mês. E quando é ultrapassado o limite do cheque especial, o consumidor tem os cheques devolvidos e seu nome fica negativado tanto pela empresa que recebeu o cheque sem fundos como no CCF – Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos. Para se livrar das dívidas, o consumidor deve seguir os seguintes passos:
1- Procure o gerente do seu banco e busque a possibilidade de contratar um empréstimo do tipo CDC – Crédito Direto ao Consumidor para liquidar a dívida do Cheque Especial e ainda resgatar os cheques sem fundos emitidos. Há opções de antecipar a restituição do Imposto de Renda, as Férias, o 13º Salário ou fazer um empréstimo consignado em folha de pagamento, que tem juros ainda menores.
2- Uma vez com o crédito liberado, procure as lojas onde passou os cheques para resgatar o cheque. Negocie desconto de multas e juros, explicando que passa por dificuldades transitórias. Muitas vezes os lojistas preferem receber o débito sem cobrança de encargos, do que ficar sem receber. Feito o acordo, o lojista vai lhe devolver o cheque e é obrigado a baixar restrições cadastrais em seu nome.
De posse dos cheques resgatados, leve-os ao banco para que este proceda à baixa da negativação no CCF – Cadastro de Emissores de Cheques sem fundos.
Caso não consiga um acordo administrativo ou uma linha de financiamento para quitar a dívida, você também pode recorrer a Justiça para questionar o contrato de Cheque Especial, cujos abusos são os mesmos que os detectados em contratos de Cartão de Crédito e pode-se também conseguir uma boa redução do débito, revisando os juros pagos até 10 (dez) anos antes da propositura da ação.

Crédito Consignado: como conseguir empréstimos com juros mais baixos – Trocar dívida cara


Quero trocar uma dívida cara por uma com juros mais baixo. Os aposentados e pensionistas do INSS que precisam trocar dívida cara, como do cheque especial, por outra com juros mais em conta podem consultar qual instituição financeira conveniada à Previdência oferece taxas menores na tabela no site www.previdencia.gov.br. Os juros variam de 1,40% a 2,14% ao mês, que é o limite que os bancos têm permissão para cobrar por empréstimos consignados, conforme a Portaria 536.

Segundo o instituto, o beneficiário deve ficar atento: as taxas contemplam todos os custos das operações de empréstimo com desconto em folha, ou seja, o gasto efetivo do crédito. O prazo máximo de pagamento é de 72 meses. A tabela é atualizada sempre que há alterações.

Para não entrar em roubada, é importante consultar a tabela antes de fechar contrato com um dos 41 bancos conveniados. O Banco do Brasil e a Caixa Econômica, por exemplo, têm juros que vão de 1,62% a 1,91% ao mês para empréstimos de um a 15 meses. Ou de 1,85% a 2,05% ao mês de 16 a 30 parcelas. Já nos bancos privados, Itaú é o que têm taxas mais atrativas, com 1,40% ao mês a 2,08%, em iguais períodos dos bancos públicos.

“Antes de tomar o crédito, é recomendável fazer uma pesquisa para saber a taxa de juros que está sendo cobrada”, orienta. “Procure sempre comparar entre três diferentes instituições; confira o prazo, a taxa de juros e a prestação mensal. Os juros máximos são de 2,14% ao mês, mas você pode conseguir por 1,5% ou 2% ao mês”

Das grandes instituições, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal são as que oferecem as menores taxas para pagamento em até 30 meses, segundo a planilha. Os dois bancos estatais trabalham com juros de 1,94% a 2,08%, respectivamente, ao mês. Bradesco, Itaú Unibanco e BMG possuem juros que variam de 2,08% a 2,14% ao mês.

São oferecidos prazos mais longos para pagamento, como 45, 60 ou 72 meses. O que é desanconselhado por economistas. No BB por exemplo, o empréstimo com pagamento em até 45 meses salta de 1,62% (até 15 meses) para 1,95% ao mês. Na Caixa, Itaú e Bradesco vai a 2,14% ao mês.

Para até 60 meses no BB a taxa sobe de 1,85% (30 meses) para 2,02% em 60 meses. Na Caixa passa de 2,05% a 2,10%, em iguais períodos. Itaú e Bradesco cobram 2,14% nesse prazo. Já quem pretende pagar no prazo máximo (72 meses), o BB cobra até 2,02% ao mês sobre o total. Caixa, Itaú Unibanco e Bradesco cobram o teto dos juros.

Conselho Nacional de Previdência aprovou a redução do teto da taxa de juros nas operações para aposentados e pensionistas – Crédito consignado


Já em vigor a partir de hoje, 3 de abril, as novas regras de limite de taxa de juros nos empréstimos consignados (com desconto em folha) para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Soical) e servidores públicos.

De acordo com o governo, a medida permitirá a migração de dívidas mais caras, como as de cartão de crédito, por exemplo, para uma modalidade mais barata e até mesmo estimular novas concessões.

Em termos anuais, a queda é de 5,1 pontos percentuais, passando de 48,7% para 43,6%.

Uma portaria do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, publicada hoje no “Diário Oficial” da União, reduziu pela primeira vez desde que foi criado em 2008, o teto para a taxa de juros nas operações de crédito consignado para servidores. O teto, que sempre foi de 34,5% ao ano, cai para 29,8% ao ano, representando uma redução de 4,6 pontos percentuais. Ao mês, o teto passa de 2,5% para 2,2%.

Como funciona

O crédito consignado é uma das modalidades de menor custo do mercado. Em fevereiro de 2017, o saldo total de empréstimos consignados atingiu R$ 291,4 bilhões, dos quais aproximadamente 94% destinados a servidores públicos (R$ 169 bilhões) e aposentados e pensionistas do INSS (R$ 104 bilhões).

A redução do teto das taxas de juros permitirá que servidores públicos, aposentados e pensionistas, que tenham dívidas caras, pagando até 15,88% ao mês em cartão de crédito rotativo, substituam esse crédito pelo consignado, passando a pagar bem menos.

Segundo o governo, considerando que, neste ano, as concessões de empréstimos consignados permaneçam no mesmo patamar de 2016, estima-se que o pagamento de juros por parte de servidores, aposentados e pensionistas nas novas operações pode ser reduzido em até R$ 3,7 bilhões.

COMO CONTRATAR UM EMPRÉSTIMO CONSIGNADO

Se você se interessa pelo empréstimo consignado, saiba que para contratá-lo você terá que assinar um contrato, juntamente com a empresa em que trabalha e a instituição consignatária, para que possam autorizar a realização dessa formalização de crédito consignado.

Mas atenção! Fique atento quando for contratar o empréstimo consignado, pois não são raras as instituições que cobram a taxa de abertura de crédito, agindo de má fé, já que isto não é permitido. Para não cair nessa “armadilha”, consulte o site do Ministério da Previdência Social ou do Banco Central do Brasil, pois estes mostram as taxas de juros que devem ser praticadas pelas financeiras ou pelos bancos.

Crédito consignado: empréstimo em financeira, juros e modalidades


O consignado é um dos créditos mais baratos do mercado. Nos grandes bancos –Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander–, os juros variam de 1,8% a 2,5% ao mês para servidores públicos, e de 2,56% a 3,26% ao mês para funcionários de empresas privadas.

Por que os juros são mais baixos? Basicamente porque os bancos têm a garantia de receber o dinheiro de volta, já que as parcelas são descontadas automaticamente do salário do trabalhador ou do benefício do INSS (no caso de aposentados e pensionistas).

Quem trabalha no setor privado precisa verificar se o empregador tem convênio com algum banco para oferecer o empréstimo consignado. Essa informação pode ser obtida no RH de sua empresa.

Modalidades de empréstimo consignado

Aposentados e Pensionistas

Confira as opções para você que é Aposentado ou Pensionista do INSS e deseja fazer um empréstimo consignado simule e contrate online. Varias opções em bancos a sua escolha.

Cartões de Crédito

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Servidores Municipais

Servidores Municipais do Brasil aqui você encontra opções para seu empréstimo consignado, seja da Prefeitura de São Paulo ou da Prefeitura do Rio de Janeiro. Consulte nossos convênios.

Servidores Federais

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Militares das Forças Armadas

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Servidores Estaduais

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