Melhores carreiras jurídicas você pode seguir – Faculdade de Direito


Melhores carreiras jurídicas. Está pensando em fazer faculdade de Direito? Descubra agora mesmo quais são as carreiras possíveis na área jurídica!

Cursar Direito é a escolha de muita gente que sonha com uma boa remuneração e prestígio profissional. De fato, essa graduação é a preferida dos brasileiros e ocupa o primeiro lugar no ranking dos cursos com mais universitários matriculados – são mais de 850 mil, de acordo com o mais recente Censo da Educação Superior.

Com tantos alunos apostando na carreira jurídica, é verdade que o mercado pode ficar um pouco saturado. A boa notícia é que, para o profissional bem preparado, a área de atuação de um bacharel em Direito é muito ampla!

Confira agora nosso guia sobre algumas carreiras jurídicas possíveis no Direito Público e no Direito Privado. Vamos lá?

Carreiras do Direito Público

Para ingressar na carreira pública do Direito é necessário passar em um concurso. Eles costumam ser disputadíssimos, mas o esforço vale a pena: os cargos oferecem ótima remuneração e estabilidade profissional.

Confira alguns dos principais cargos do Direito Público:

Procurador

Há três tipos de procurador: Municipal, Estadual e da União. Conheça as diferenças entre eles:

  • Municipal: Defende os interesses da prefeitura e atua basicamente como seu advogado, representando-a contra terceiros. Vamos dar um exemplo bem simples: se um pedestre cai em um bueiro aberto e se machuca, pode pedir uma indenização à prefeitura. Cabe ao procurador municipal defendê-la no processo.
  • Estadual: Atua de forma semelhante ao procurador municipal, só que representa os interesses do Governo do Estado.
  • União: O procurador da União representa o Governo Federal, de modo semelhante ao dos procuradores municipais e estaduais.

Os salários dos procuradores variam de acordo com fatores como o porte do órgão contratante e a região do país. Em prefeituras, os rendimentos iniciais ficam em torno de R$ 7.500. Nos estados, a remuneração pode variar entre R$ 17 mil e R$ 19 mil. Na União, o salário dos procuradores é de quase R$ 22 mil.

Em todos os cargos, o profissional pode receber benefícios que são adicionados ao salário, como bônus por tempo de casa. Isso faz com que muitos procuradores recebam até R$ 30 mil, que é o teto salarial do Supremo Tribunal Federal.

Promotor de Justiça

Atua no Ministério Público de cada estado e é um defensor da lei – age para proteger a sociedade e seus interesses e trabalha a favor do povo. Entre suas principais funções estão investigar crimes – como desvio de dinheiro público, por exemplo – e assegurar que os Direitos Humanos sejam respeitados.

É possível encontrar concursos em Ministérios Públicos estaduais com remuneração de R$ 22 mil para promotores de justiça.

Defensor público

Com acesso por concurso público à Defensoria Pública de cada estado ou da União, esse profissional representa as pessoas que não têm como pagar um advogado. O salário de um defensor público pode ultrapassar os R$ 20 mil.

Juiz

Representante do Poder Judiciário, é responsável por analisar e julgar conflitos envolvendo pessoas, empresas e/ou agentes públicos (como prefeituras).

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (que opera nos estados de Rio de Janeiro e Espírito Santo) divulgou recentemente um edital com remuneração a partir de R$ 27.500. No entanto, é preciso ter pelo menos três anos de experiência profissional na área jurídica e estudar muito: os concursos são tão difíceis que muitas vezes as vagas não são preenchidas, pois não há candidatos à altura das exigências do cargo.

Desembargador

O acesso ao cargo de desembargador não se dá por concurso. Em vez disso, a OAB ou o Ministério Público submete uma lista ao governador (no caso de vagas para a Justiça Estadual) ou ao presidente da república (para vagas na Justiça Federal). São necessários pelo menos dez anos no exercício do Direito para poder ser desembargador. Os salários médios de desembargadores ficam na casa dos R$ 30 mil. No entanto, devido à bonificações e vantagens de carreira, podem ultrapassar os R$ 90 mil.

Delegado

O principal trabalho desse profissional é conduzir investigações criminais. Portanto, é necessário grande conhecimento de Direito Penal. Para ser delegado não é obrigatório passar na prova da OAB – ser bacharel em Direito é o suficiente. No entanto, é preciso prestar um concurso, que também costuma ser disputadíssimo, e ter ao menos três de prática profissional no Direito.

Quanto aos salários, podemos dar o exemplo de um concurso recente da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul ,com rendimentos de R$ 13.500, mas há lugares em que a remuneração ultrapassa os R$ 22 mil.

Carreiras do Direito Privado

Se você escolher seguir o Direito Privado, o leque de opções também é enorme e há muitas formas de trabalhar: dá para abrir seu próprio escritório, trabalhar como empregado em um escritório de advocacia ou no departamento jurídico de uma grande empresa. Atuar de forma independente, prestando consultoria, também é uma possibilidade.

As principais áreas do Direito Privado são:

Direito Civil

Trata das relações pessoais, dos negócios jurídicos, da família, das obrigações e contratos, de propriedades e de outros direitos das pessoas. É o maior ramo do Direito e ao qual as pessoas mais recorrem, buscando receber indenizações por danos morais, resolver brigas de vizinhos, quebras de contrato de aluguel, heranças, divórcios…

Segundo a Robert Half, a maior empresa de RH do mundo, nessa área um escritório de grande porte paga até R$ 13 mil para uma advogado pleno e R$ 16 mil aos profissionais com mais tempo de casa.

Direito Empresarial

Cuida das leis que regulam as atividades de uma empresa, como as relações entre sócios, de mercado, de concorrência, como elaborar contratos, etc. É um ramo com boas perspectivas de trabalho atualmente.

A Robert Half estima que os rendimentos dos advogados plenos na área vão de R$ 12 mil a R$ 22 mil, dependendo do tempo de experiência.

Direito Penal

O profissional dessa área é contratado principalmente para defender clientes que foram acusados de algum crime. O salário médio de um advogado criminalista é de R$ 6.200, de acordo com o Site Nacional de Empregos (SINE).

Direito Trabalhista

O advogado trabalhista atua em processos envolvendo empresas e funcionários, representando qualquer uma das partes em situações que vão desde disputas por não pagamento de horas extras, férias ou comissões até indenizações por assédio moral.

A média salarial da área é de R$ 8.500, podendo chegar a mais de R$ 13 mil em um grande escritório, segundo a Robert Half.

Onde estudar Direito

Para seguir qualquer uma dessas carreiras, seja no Direito Público ou Privado, é necessário realizar uma graduação em Direito. Nossa dica é que você busque uma faculdade com boa avaliação pelo MEC e que seja autorizada a oferecer o curso, pois isso garante a validade do diploma.

Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer o curso de Direito:

Saiba o que NÃO fazer em uma entrevista de emprego


Você tinha o perfil da vaga, foi chamado para a entrevista de emprego, mas quando soube do resultado, não foi aprovado. Você tinha certeza que tinha feito uma excelente entrevista de emprego… o que será que deve ter acontecido ? A resposta é simples: assim como tudo na vida, quando o nível de competição se torna alto, são os detalhes que decidem: pode ser que você tenha derrapado em algum detalhe!

Se você teve seu currículo aprovado na primeira fase da seleção para o emprego, esteja certo que você tinha todas as qualificações mínimas para trabalhar naquela empresa. No entanto, a empresa precisa saber mais sobre você, conversar pessoalmente para confirmar as suas qualidades. Basicamente, antes de contratar o profissional o recrutador quer “ver para crer”.

Como foi dito acima, na altura da entrevista de emprego a empresa já sabe que você tem a qualificação técnica necessária. O foco da conversa, portanto, será a sua personalidade. A entrevista de emprego está muito ligada à observação: tudo o que você disser e fizer estará sendo avaliado. Fique atento aos 5 erros mais comuns e tenha mais sucesso na sua próxima entrevista:

1. Chegar atrasado na sua entrevista de emprego

Chegar atrasado na sua entrevista de emprego é um dos erros mais graves que podem ser cometidos, de acordo com boa parte dos entrevistadores e especialistas em seleção. Entre as principais características observadas na entrevista de emprego estão, com certeza, a seriedade e profissionalismo. Chegando atrasado na sua entrevista de emprego você demonstra (antes mesmo de começar a falar) justamente falta de seriedade e falta de profissionalismo.

Procure conhecer o local onde você vai realizar sua entrevista. Se possível, visite-o pessoalmente alguns dias antes. Seja de táxi, carro, metrô, ônibus ou trem, planeje previamente a melhor rota, evitando surpresas de última hora. Outra dica simples é sair de casa adiantado. É melhor ficar esperando e garantir o horário do que chegar atrasado e apresentar desculpas esfarrapadas para o seu entrevistador. Aliás, não são todos entrevistadores e empresas que aceitam candidatos chegando atrasados para a entrevista, a maioria simplesmente cancela a entrevista dos atrasados e passa as pessoas já presentes na frente.

2. Roupas inadequadas para o ambiente da empresa

É um erro comum que, embora não pareça muito sério, pode derrubar um bom candidato. Não estamos afirmando que as empresas exigem que você vista ternos ou roupas caras, mas elas exigem, sim, que o vestuário esteja adequado. O ideal é pesquisar com antecedência o ambiente da empresa e chegar vestido de acordo, de preferência um pouco mais formal.

Em geral, os entrevistadores não vão repreender um candidato por usar roupas inadequadas, mas esse detalhe vai ser anotado e usado como critério de reprovação. O principal fator de um candidato deve ser seu conteúdo e conhecimento, mas uma boa apresentação e uma boa presença são fundamentais.

3. Inventar ou mentir atributos profissionais na entrevista de emprego

Eis uma tática utilizada por muitos candidatos e que nunca dá certo. Mesmo que durante o currículo você consiga dissimular e colocar habilidades “extras”, na hora da entrevista de emprego a sustentação de tais mentiras pode ser inviável. A empresa precisa de inglês avançado e você só tem o básico, diga a verdade. Se realmente precisaram de inglês avançado, procure outra vaga, procure outra empresa.

Se você conseguir passar pela entrevista é ainda pior. Imagine estar contratado e depois a empresa descobrir que você na verdade não tinha os atributos necessários, o que pode resultar em demissão. Quanto mais tempo a mentira permanecer, mais energia será necessária para mantê-la e pior será a repercussão quando ela acabar.

4. Atitude passional em relação ao(s) emprego(s) anterior(es)

Um teste muito comum feito pelos avaliadores durante a entrevista é pedir para você falar ou descrever o seu antigo emprego. É um excelente momento para avaliar a sua maturidade. Evite falar mal de seu antigo chefe ou emprego, mesmo que você realmente tenha motivo para isso.

Quando lhe for perguntado sobre o emprego anterior durante a entrevista, seja profissional, direto, não se prenda a detalhes e opiniões. Se lhe for perguntado durante a entrevista de emprego o motivo pelo qual você saiu do emprego anterior, diga a verdade de forma clara, sem julgamento. Diga que está buscando uma melhor oportunidade, diga que procura um emprego melhor e com mais perspectiva. Em geral, este é realmente o motivo pelo qual a maioria das pessoas muda de emprego.

5. Falta de eloquência, linguagem de baixo nível e humor desnecessário na entrevista de emprego

Entrevista de emprego, antes de tudo, é um momento de seriedade. É um teste durante o qual você deve fazer o seu melhor. Seja formal, seja educado, evite usar gírias e expressões chulas, procure articular bem as suas frases, jamais tente usar a velha tática de “falar, falar e não dizer nada”. O entrevistador é treinado para identificar o seu conteúdo e potencial.

Outro recurso que deve ser evitado é o humor. Não tente socializar ou “descontrair o ambiente”. Pode ser que o entrevistador não veja graça no seu humor e você crie uma situação constrangedora desnecessária.

Como evitar maiores prejuízos se o seu veículo for atingido por outro em caso de colisão


Como evitar maiores prejuízos . Você está dentro do carro, parado em um semáforo ou rodando em baixa velocidade. De repente, outro veículo bate no seu. Mais uma situação comum nas cidades: o motorista de outro veículo tenta mudar de faixa e colide contra o seu. Nesses casos, não há dúvida: os gastos com danos pessoais e reparos do seu carro e/ou do patrimônio público devem ser arcados por quem causou o acidente. Mas nem sempre é fácil garantir que você não ficará no prejuízo.

Após um acidente envolvendo dois ou mais carros, todos os motoristas devem parar. Se não há vítima, a Polícia Militar Estadual, responsável por registrar esse tipo de ocorrência, não irá até o local (veja nos quadros em quais situações será necessária a presença da PM).

O melhor é tentar resolver o caso de forma amigável, trocando telefones. Mas e se o outro motorista não quiser fornecer o número ou der informação errada? Há ainda pessoas que não param e simplesmente fogem do local.

Por isso, a primeira recomendação para quem não quiser ter dores de cabeça é anotar (ou fotografar) a placa dos outros veículos. Há outras formas de se defender, para tentar, mesmo que na Justiça, que o culpado pague a conta.

Mesmo se a opção for acionar o seu seguro, é preciso tomar precauções. Preparamos uma lista com dicas sobre o que fazer com informações fornecidas pelo Detran-SP, PM e seguradoras.

Registro do BO. Não é obrigatório para acionar o seguro, mas é importante, por ser a versão oficial dos fatos. Além disso, é uma proteção, pois a outra parte pode registrar um Boletim de Ocorrência e contar uma versão diferente do mesmo fato. Em acidentes sem vítima, o BO pode ser feito por meio da internet (portal da Polícia Civil e, em caso de acidentes em rodovias estaduais, no da Polícia Militar) ou em qualquer unidade da PM. No boletim deve constar a cronologia do acidente e informações dos veículos (modelo e placa) e motoristas (nome, RG). Se houver testemunhas, inclua também os dados delas.

Preciso chamar a PM? Se não houver vítimas, a PM não irá ao local do acidente, a não ser em caso de agressão física entre as partes ou de motorista alcoolizado. Essas ocorrências devem ser reportadas por quem chamar a polícia.

Devo retirar o carro do local? Se o veículo tiver condições de rodar, você deve retirá-lo da via e estacionar em local seguro. Caso contrário, acione o guincho – as seguradoras oferecem esse tipo de serviço. Deixar o carro impedindo a circulação na via é infração média, com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH.

Quem paga? Em caso de colisão envolvendo dois ou mais veículos, o pagamento dos prejuízos materiais é de responsabilidade do motorista que causou o acidente, ou do dono do carro. Se ele não tiver seguro, você poderá propor que pague a franquia da sua apólice. O prejuízo será menor.

Tome nota de tudo. Tente chegar a um acordo amigável. Peça o telefone do outro motorista e, se possível, os dados da Carteira Nacional de Habilitação. No entanto, ele não é obrigado a fornecer essas informações. Tire fotos dos dois carros, que podem servir de provas caso você tenha de acionar na Justiça o causador do acidente para receber pelos danos causados ao seu carro. Se houver testemunhas, anote o número dos telefones e confirme se elas poderão depor a seu favor em um eventual processo judicial.

Culpado tem de registrar o caso? Não. O motorista, seja culpado ou não pelo acidente, não é obrigado a se dirigir à delegacia com você para registrar o boletim de ocorrência.

Se usar meu seguro, preciso pagar a franquia? Sim. Porém, há seguradoras que, após localizarem o causador do acidente e conseguirem, com ele, o reembolso das despesas com o sinistro, fazem estorno do valor da franquia paga pelo cliente. Consulte seu corretor de seguros para verificar essa possibilidade.

E se o motorista fugir? Anote (ou fotografe) a placa do outro veículo para incluí-la no boletim de ocorrência e informá-la à seguradora. Assim, será mais fácil para a companhia localizar o carro e seu dono.

E se eu não conseguir anotar a placa? Sem os dados da placa, as chances de localização são menores. Por isso, peça para incluir no registro do BO o máximo possível de detalhes sobre o outro veículo, como cor, marca e modelo. Se houver câmeras na via, solicite as imagens ao órgão responsável. Na capital, o pedido deve ser feito à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Vale a pena comprar um carro batido?

Os valores bem abaixo da tabela, costumam chamar mais a atenção desses compradores por permite um acesso mais fácil para adquirir o veículo.

Como separa um bom negocio de uma roubada?

Primeira etapa, precisa identificar os tipo de batida que o veículo se enquadra, geralmente separados por montas.
Quando itens de segurança são afetados como:

  • Colunas
  • Travessa de Reforço
  • Longarina

O veículo é encaminha ao desmanche, se possível aproveitar somente algumas peças. Geralmente esse veículo é um caso sucata.

O próximo passo é definir se o dano pode ser de média e pequena monta. Esse tipo de veículo são casos de que o prazo de conserto é muito longo ou os valores das trocas das peças não compensa.

Se o veículo estiver asegurado, o dono costuma ser indenizado pela seguradora, e a mesma passa o carro para leilão.

É muito comum esse tipo de veículo não possuir garantia nem pelo leiloleiro e nem pela loja que comprou e está revendendo o veículo. Devido a ser um veículo que passou por uma coilisão não pe possível assegurar que todo os itens estejam funcioando corretamente.

Se você pretende comprar um veículo nessas condições precisa se levar em conta:

  • Qual o preço médio de mercado do veículo e o valor que está sendo vendido;
  • Analisar quais itens do veículo precisa ser consertado, com a ajuda de um funileiro e mecânico;
  • Somar o valor de compra e conserto do veículo;
  • Levar em conta também o uso do carro se não pode gerar muito manutenção ao decorrer do tempo;
  • A revenda, a desvalorização é muito alta mesmo tendo consertado o veículo podendo desvalorizar de 25% até 45%;
  • Dificuldades para fazer seguro e financiamentos;

Com essas dicas já dá para ficar mais seguro se é uma boa ou não adquiri um veículo assim.

Dicas para andar de moto na chuva


Para curtir a moto durante o verão, mesmo com as fortes chuvas dos últimos dias, listamos algumas dicas de segurança e também equipamentos que não podem faltar no seu conjunto. Em piso molhado a aderência é menor, seja com muita ou pouca chuva, dobrando o espaço necessário para frear. Por isso, é preciso manter maior distância dos outros veículos e antecipar a frenagem, acionando os freios com menos força e por mais tempo para não travar a roda traseira e causar perda de estabilidade.

Sob chuva fraca, a água se mistura à sujeira do piso, reduzindo ainda mais o contato do pneu com o asfalto. Isso aumenta o risco de queda, principalmente em curvas.Os pneus têm de estar em bom estado e calibrados de acordo com o previsto no manual da moto. Caso contrário, a água não escoará corretamente, o que aumenta o risco de aquaplanagem (os pneus perdem contato com o solo).

Não passe em alagamentos. Buracos ou objetos na via podem causar quedas. Evite passar sobre marcações na via, como faixas de pedestres, pois a pintura tem baixa aderência. Na estrada, procure rodar nas faixas onde passam os pneus dos carros, pois haverá menos água acumulada.

Equipamentos

Ao comprar uma capa de chuva – o preço parte de R$ 100, dependendo do material –, leve um número maior que o “normal”. O equipamento deve ficar sobre jaqueta e a calça.

Para manter os pés secos, opte por polainas. Extensão da capa, são feitas do mesmo material e partem de R$ 30.
Há opções feitas para quem anda de scooter, que cobrem as pernas do piloto e servem para proteger o banco da chuva quando o veículo estiver estacionado. A da marca Motonera custa R$ 400 e tem versões para modelos como Dafra Citycom e os Honda PCX e Lead.

Capas

Item essencial para encarar dias de chuva, pode ter peça única ou ser bipartida. Os preços vão de R$ 100, da California Racing, a R$ 590, como a Rain Flux da Spidi, da foto acima.

Para scooter

A capa da Motonera é para os Honda PCX e Lead e o Dafra Citycom 300i custa R$ 400. Cobre as pernas e protege o banco se o scooter estiver estacionado.

Polainas

Essencial para quem não estiver calçando botas impermeáveis, esse equipamento é feito de PVC ou nylon e tem a parte do solado coberta por material aderente, para evitar escorregões. Os preços variam de R$ 30 a R$ 150.

Fique atento

Frenagem
Em pista molhada, acione os freios com suavidade e mantenha maior distância tanto em relação aos veículos à frente quanto ao lado.

Evite alagamentos
Jamais transite por pontos alagados. Se houver buracos e objetos na via, o risco de queda aumenta.

Cuide dos pneus
Pneus em bom estado e com a pressão correta permitem escoar melhor a água pelos sulcos. Isso evita a possibilidade de perda de controle e aquaplanagem.

Fuja da sujeira
Areia e óleo podem se misturar a água, tornando o piso ainda mais escorregadio. Em curvas, o cuidado deve ser redobrado.

Evite as pinturas
Com a chuva as faixas de sinalização da via viram um “sabão”. Ao trafegar e frear sobre uma delas, a queda é quase certa.