Volkswagen T-Roc 2018 chega para competir com Jeep Renegade, Honda HR-V e Hyundai Creta


A Volkswagen apresentou oficialmente o T-Roc. Com 4,23 metros de comprimento, 2,60 metros de entre-eixos e 445 litros de espaço no porta-malas, será posicionado abaixo do Tiguan. No mercado brasileiro, onde deverá chegar no ano que vem, pertencerá ao mesmo grupo de modelos como Jeep Renegade, Honda HR-V e Hyundai Creta.

O modelo chegará primeiramente à Europa até o final deste ano. As opções a gasolina incluem motor 1.0 de 115 cv de potência com câmbio manual de seis marchas, um 1.5 TSI de 150 cv de potência com caixa manual de seis marchas ou automática de sete com dupla embreagem com opção de tração integral

A versão topo de linha traz um 2,0 litros de 190 cv, transmissão automática e tração nas quatro rodas. Já as unidades a diesel compreendem um 1.6 de 115 cv, um 2.0 de 150 cv e um 2.0 de 190 cv.

O crossover permite combinar a cor do teto, que pode ser preto ou branco. Na parte de dentro, uma tela de 11,7 polegadas se destaca no painel digital. O sistema de entretenimento também possui display nos mesmos moldes. O modelo fará sua estreia mundial no Salão de Frankfurt, em setembro.

Volkswagen Polo chega ao País em setembro


5A Volkswagen começou a divulgar novas informações sobre o Polo nacional, que será produzido na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e chega a partir de 1° de setembro.

O modelo que é produzido sobre a plataforma MQB, que é a mesma utilizada pelo Golf, terá algumas alterações em relação ao modelo europeu.

A suspensão teve a altura modificada e está 20 mm mais alta, para atender as necessidades de altura superior em relação ao solo das condições do Brasil. A barra estabilizadora dianteira tem 20 mm de espessura. A direção terá assistência elétrica, de série em todos os Polo.

Para a versão de topo ele virá com motor 1.0 turbo, o mesmo do Golf, mas ajustado para 128 cv e 20,4 mkgf. Nesse caso, a transmissão será a automática Tiptronic de seis marchas. Essa versão deverá competir com modelos como Ford Fiesta, Honda Fit e versões mais caras de Peugeot 208 e Citroen C3.

O Polo de topo também terá freio a disco nas quatro rodas, controle de estabilidade e o XDS+, que freia a roda dianteira e traseira do lado de dentro da curva para corrigir a trajetória. Há ainda sistema de frenagem pós-colisão, que evita uma segunda batida e reduz a velocidade a até 10 km/h.

Na opção de entrada, é esperado o 1.6 MSI de 120 cv, com opção de câmbio manual ou automático de seis marchas. Para essa versão, os rivais são o recém-lançado Fiat Argo, Chevrolet Onix e Hyundai HB20.

De série, desde essa versão haverá controle de tração (M-ABS + TC), regulagem de freio-motor (MSR), limpeza automática dos discos de freio, para tirar a camada d’água e monitoramento de pressão dos pneus.

Diferente do que esperado, o painel virtual da Europa será oferecido na versão nacional, mas como um opcional apenas na versão de topo. Há também uma central multimídia com tela de 8 polegadas.

O Polo vai oferecer ainda funções como entrada e partida sem chave (keyless), sensores crepuscular e de chuva, Cruise Control, ar-condicionado digital, três tomadas USB, câmera de ré, sensores de obstáculos dianteiro e traseiro, além de rebatimento dos espelhos com função tilt down.

Além das novidades mecânicas, o Polo nacional estreia a nova nomenclatura da Volkswagen para os modelos TSI. Agora, o torque será expresso em Nm antes do emblema TSI, com a versão turbo se chamando 200 TSI.

Ford EcoSport 2018: preço, consumo e ficha técnica


O carro que reinventou o segmento de utilitários-esportivos está renovado para a luta. Em agosto, chegará a linha 2018 do EcoSport, modelo compacto que há 14 anos deu início a uma febre que não dá sinais de que vai passar e reúne opções que se transformaram em objeto de desejo da maioria dos consumidores.

O Ford ficou mais competitivo diante de rivais como Honda HR-V, Jeep Renegade, Hyundai Creta, etc. Os preços não foram revelados, mas uma fonte diz que a versão FreeStyle (com novo motor 1.5) completa, que deverá ser a mais vendida, terá preço próximo ao das opções de entrada da concorrência.

Além da reestilização, o que fortalece o EcoSport são as mudanças internas e mecânicas. As opções de entrada trazem o quatro-cilindros de 1,5 litro e até 137 cv no lugar do 1.6. Mais importante que isso é o fato de o “jipinho” ser o primeiro Ford a aposentar o câmbio automatizado Powershift, a “caixa de problemas” insolúveis que vem assombrando os donos de carros da marca, como Fiesta e Focus.

Na versão avaliada, com o veterano motor 2.0 e acabamento de topo, Titanium, a “nova” transmissão é a mesma do Fusion. Trata-se de um rápido e eficiente câmbio automático de seis marchas, que casou bem com o conhecido motor de até 176 cv (com etanol). Embora não tenha turbo, esse quatro-cilindros traz injeção direta e tonou o EcoSport o carro mais potente e rápido da categoria.

O Ford não anda tão bem quanto o Tracker, que traz um 1.4 turbo de 154 cv. Porém, enquanto o motor do Chevrolet entrega mais agilidade em baixas rotações, o do novato fica melhor a partir das 2.500 rpm (mesmo abaixo dessa rotação o 2 litros garante certa agilidade, como em ultrapassagens).

A direção com assistência elétrica continua tendo respostas bem diretas e a suspensão é equilibrada: oferece a firmeza necessária para evitar excesso de balanço da carroceria sem comprometer o conforto. A dirigibilidade, aliás, sempre foi um dos pontos altos do Ford.

A suspensão também recebeu alterações. Segundo informações da Ford, no eixo dianteiro o curso está maior. Além disso as buchas foram recalibradas, tudo para melhorar o conforto. Na traseira, o eixo está 15% mais rígido.

S11 ARQUIVO 15/11/2016 JORNAL DO CARRO FORD ECOSPORT 2018 – DIVULGAÇÃO

A outra inovação é na central multimídia. O EcoSport ganhou o sistema Sync3, já disponível no Focus. Tem tela de oito polegadas “flutuante” (não embutida no painel). Embora seja sensível ao toque, há alguns botões físicos sob o monitor, o que acaba deixando sua aparência um tanto estranha.
Na prática, o sistema é eficiente e fácil de usar. Além de conexão Bluetooth, inclui navegador GPS e aplicativos pré-instalados. O Sync3 também pode espelhar smartphones por meio dos sistemas CarPlay (Apple) e Android Auto (Google).

Na linha 2018 o acabamento evoluiu bastante. Além de mais bonita, a cabine ganhou materiais de melhor qualidade no acabamento. Há bastante plástico emborrachado e detalhes de couro na versão de topo.
De série, o EcoSport 2.0 Titanium traz teto solar, bancos e volante de couro, freio de estacionamento elétrico, partida sem chave, ar-condicionado digital, sete air bags, etc.

O senão continua sendo o porta-malas. Na linha 2018, o Ford ganhou assoalho do tipo prateleira (como o do Volkswagen Up!), que cria um “nicho secreto” no qual dá para guardar itens pequenos ou formar uma base plana quando os bancos de trás forem rebatidos. Isso melhorou a versatilidade, mas não a capacidade do porta-malas.

Além disso, a Ford manteve o polêmico estepe posicionado na tampa traseira, solução que desagrada muitos clientes.

Ficha técnica:
Motor: 2.0, 4 cil., 16V, flexível
Potência: 176 cv a 6.500 rpm
Torque: 22,5 mkg a 4.500 rpm
Câmbio: Automático, 6 marchas
Porta-malas: 362 litros

Hyundai Sonata 2018: marca mostra novo facelift do sedã que ficou mais esportivo, confira se chega no Brasil


A Hyundai mostra a nova geração do sedã, que estreia a linha 2018, contará com visual bem mais arrojado e esportivo. Ele, inclusive, passará a contar com uma variante turbo que evoca um desempenho superior.

Na dianteira o Hyundai Sonata 2018 ganha novos faróis, uma grade dianteira mais pronunciada e para-choque com um belo recorte nas laterais provavelmente acomodando as luzes diurnas e uma entrada de ar. O capô também foi esculpido novamente, ganhando contornos mais evidentes.

A traseira traz uma série de evoluções na mesma direção, com destaque para as lanternas com acabamentos destacados no centro. A placa passa a ser fixada no para-choque, que também foi renovado e agora engloba saídas trapezoidais do escapamento. O nome do modelo passa a figurar em letras garrafais e o logotipo de espalha pela tampa do porta-malas.

Ainda é incerto se o modelo poderá voltar a colocar suas rodas em solo nacional, porém, para os fãs do Sonata, a retomada econômica ensaiada pelo país nas últimas semanas pode ser um alento e representar uma esperança do sedã figurar novamente da rede Hyundai CAOA. Pelo menos por enquanto, quem quer um sedã médio-grande da fabricante sul-coreana tem como opção o Azera, modelo já bem estabelecido por aqui.

Enquanto a política da Hyundai por aqui não muda, alguns teasers divulgados nesta segunda-feira (27) pela matriz coreana podem deixar muitos fãs do Sonata torcendo para o retorno do sedã por aqui