Método Design Sprint Google: fábrica de sucessos


O Design Sprint é um processo que foi desenvolvido pelo Google Ventures para apoiar e acelerar startups ou ideias que ainda não se tornaram produtos

Segundo uma pesquisa da rede social Linkedln, a nova geração tende a mudar de emprego ao menos quatro vezes até os 32 anos de idade. Adotar o Sprint para tomar decisões pode ajudar na redescoberta profissional.

Criado por funcionários da divisão de novos negócios do Google, o método Sprint consiste numa “linhagem de montagem” para empreender – tanto dentro de uma empresa como na vida pessoal. 

“EU NÃO FALHEI. Apenas encontrei 10 000 maneiras que não vão funcionar e, assim descobri qual dará certo.” A frase, que se tornaria célebre, foi proferida pelo americano Thomas Edison (1847-1931) depois de testar milhares de protótipos para conseguir desenvolver a primeira lâmpada elétrica da história, em 1879. O mesmo espírito animou, em pleno século XXI, um novo método de invenção e empreendedorismo, elaborado no Vale do Silício, polo tecnológico onde surgiram empresas como Apple, Google e Facebook. Batizada de sprint, a técnica permite testar projetos – de startups, de grandes companhias ou mesmo relacionados a carreiras individuais – em apenas cinco dias, partindo de uma ideia e chegando a um teste prático.

Tudo isso sem demandar gastos de milhões de dólares para viabilizar um plano que, no fim do processo, poderia fracassar. O roteiro do Sprint serve de pontapé inicial para todo mundo: marcas que precisam resolver problemas pontuais, empresas estabelecidas que querem lançar novas empreitadas, pessoas infelizes no trabalho que planejam montar o próprio negócio ou mesmo aqueles que pretendem trocar de profissão.

Nessa última categoria, atualmente, os exemplos se multiplicam. Segundo uma pesquisa da rede social Linkedln, a nova geração tende a mudar de emprego ao menos quatro vezes até os 32 anos de idade. Adotar o Sprint para tomar decisões pode ajudar na redescoberta profissional.

Não por acaso, a nova metodologia surgiu dentro de uma companhia reconhecida pelo seus viéis inovador, o Google. Mais especificamente, em seu braço de novos negócios, o Ventures. O sprint começou a ser desenvolvido em 2003 pelo engenheiro americano Jake Knapp. Até 2012, foi testado, na prática, no lançamento de recursos de produtos-chave da empresa – como o navegador Chrome, o serviço de e-mail Gmail e o sistema de publicidade Adwords. A partir do sucesso de aplicação nos inventos da marca, o método se difundiu pelo Vale do Silício e por outros polos de tecnologia. Já foi adotado, por exemplo, por uma concorrente direta do Goo-

A metodologia já foi utilizada em produtos populares como o Chrome e o Gmail

gle, a Mozilla, dona do navegador Firefox. Em 2016, Knapp, ao lado de outros dois colegas do Google – os designers John Zeratsky e Braden Kowitz -, publicou um livro sobre o assunto, que chegou ás listas dos mais vendidos dos Estados Unidos. No mês passado, Sprint: o método Usado no Google para testar e Aplicar novas ideias em apenas cinco dias foi publicado no Brasil pela editora Intrínseca. O sucesso nas livrarias e lojas de e-books se deve sobretudo ao fato da obra servir de guia também a quem jamais pensou em empreender e, no entanto, por motivos diversos, encontra-se de repente em una encruzilhada profissional. No livro, Knapp conta como formulou a ideia do Sprint.

Naquele ano de 2003, ele viu nascer seu primeiro filho. O engenheiro notou então que a novidade familiar fizera com que se tornasse menos produtivo no trabalho.Para retornar seu ritmo, decidiu elaborar um roteiro simples, com o qual pudesse acelerar seus afazeres profissionais. Como empreender, por meio de Ventures, de um modo mais rápido? Assim surgiu a fórmula que permite avaliar, em uma semana útil. Ideias de negócios. Contudo, foram necessários quase dez anos para Knapp aperfeiçoar o procedimento. De início, por exemplo, ele acreditava que um Sprint poderia ser feito com um time de quarenta pessoas. Entretanto, as primeiras tentativas só renderam confusões. Após uma série de testes, chegou-se á conclusão de que a coisa só funcionava quando desenvolvida por equipes pequenas – de, no máximo, sete membros.

Nesse limite, o ideal seria contar com a seguinte composição de perfis: um indivíduo chamado de “o definidor”, que tomaria as decisões finais; e seis especialistas, das áreas de finanças, marketing, contato com o consumidor, tecnologia, logística e design. Isso, claro, considerando-se que o Sprint seria realizado dentro de uma empresa de grande porte, como o Google.O sistema revelou-se prático e  eficaz Disse Knapp: “O nosso método resolve um ponto básico, porém muito difícil de realizar no dia a dia, que é o teste de protótipos. Estudantes e startups, assim como grandes empresas, podem se beneficiar dele. Numa comparação, O Sprint seria como ter a chance única de bater alguns pênaltis contra o time adversário, no primeiro tempo de uma partida de futebol, e só depois apostar em quem ganharia o jogo”.

De acordo com índice Kauffman de Empreendedorismo, que analisa o ecossistema de novos negócios nos Estados Unidos, 310 em cada 100 000 adultos americanos abrem negócios, todos meses, desde 2016. Para financiar as empreitadas, cadas uma dessas startups consegue captar, em média, 1,3 milhão de dólares em investimentos. Além disso, elas gastam em torno de 500 000 dólares mensais para manter suas operações. No entanto, a maioria, nove em cada dez, falha nos primeiros vinte meses. A perda de dinheiro relacionada ao fracasso poderia, em teoria, ser evitada caso se aplicasse o Sprint no início desses projetos; assim, talvez se descobrisse que a empreitada já nasceria fadada a falir.

Em um país em crise, como o Brasil, essa certeza pode ser ainda mais determinante para aqueles que perdem o emprego e optam por se dedicar ao próprio negócio – situação de 44% dos que abriram empresas nacionais entre 2015 e 2016. O Sprint ainda desconstrói a representação romântica que se tem dos empreendedores do ramo da tecnologia. Antes, imaginava-se um jovem nerd numa garagem, sonhando com suas invenções – o script vivido por Steve Jobs (1955-2011), que nos anos 70, criou a Apple, ao lado de Steve Wozniak, literalmente na garagem de casa, e montou ali seus primeiros computadores sem plano de negócios na cabeça.

No século XXI, esqueça essa cena, de um garoto correndo grandes riscos em prol de um projeto visionário. Hoje, o vale do Silício funciona como propõe o Sprint: uma linha padronizada de montagem de ideias; algo mais parecido com o antigo fordismo do que com a imagem de uma mente genial querendo mudar o mundo a partir de uma sacada espetacular.

Informações via Revista Veja.

Livros Sobre Musculação, Academia e Saúde


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Conteúdo:

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Philia para colorir do Padre Marcelo Rossi no topo


Haja grana, religião, um negócio que não sabe o que é crise. Philia, do Padre Marcelo Rossi, retomou o topo na lista Nielsen dos livros mais vendidos do Brasil na semana passada 9 547 exemplares.

padre-marcelo-para-colorir-download-baixarDevolveu Não Se Iluda, Não, de Isabela Freitas, ao segundo posto (com 9 508 livros vendidos). Mas o que mais chama a atenção na relação é a chegada de uma espécie de extensão de marca ao nono lugar: Philia Para Colorir (2 993 exemplares vendidos).

  • Mais livros

Mandalas, flores encantadas, jardins secretos, casa em cores e até o “antiestresse para todos”. Passe por uma banca de jornal ou uma livraria e você verá algum título “para colorir sem parar”.

A febre dos livros de colorir para adultosmovimentou o mercado editorial brasileiro. No primeiro semestre, esses títulos foram responsáveis por 6,5% das vendas de exemplares e 4,65% do faturamento total das livrarias, segundo levantamento realizado pela Nielsen Bookscan. No auge do fenômeno, entre os meses de abril e maio, os livros de colorir atingiram 17,34% de todas as obras vendidas no Brasil, sem contar download ilegal e 14,21% do faturamento.

Depois de impulsionar vendas não somente de livrarias e bancas, mas também de empresas ligadas ao setor de papelaria, como a Faber Castell, a pergunta que o mercado editoral faz agora é se esses livros vieram para ficar. “A gente voltará ao mundo tal qual ele é ou vamos ver que criamos uma nova demanda? Essa demanda continuará trazendo um novo visitante para a livraria?”, pergunta-se Sousa, da Nielsen.

As editoras e associações do mercado estão otimistas. A Dinap, uma das maiores distribuidoras do país, nega que as vendas do gênero estejam queda.  “A venda total não diminuiu, mas cada livro começou a vender menos em função da continuidade de títulos e segmentos que vão aparecendo”, afirma Gilberto Finotto Gil, diretor da empresa. “É uma onda que continua”.

A Globo Livros, por exemplo, acaba de lançar um título desses com a marca e rosto do Padre Marcelo Rossi (Philia).  A Editora Sextante comemora a marca de 1 milhão de exemplares vendidos do Jardim Secreto e 650 mil do Floresta Encantada no primeiro semestre.

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Entre abril e junho, a Dinap distribuiu mais de 2 milhões de exemplares – o que gerou um faturamento ao mercado editorial de R$ 25 milhões. Até o final do ano, prevê dobrar esse valor para R$ 50 milhões, com o lançamento de novos “títulos especializados de colorir”. “Temos conversado com muitas editoras que estão apostando em especializações, com novo acabamento gráfico, para atingir públicos diferentes”, afirma Gil. Hoje, já é possível encontrar de mangá erótico para colorir até obras religiosas.

Livro: Demografia – Dinâmica Populacional, Indicadores e Atenção Básica em Saúde


Com exercícios e explicações didáticas, o livro visa proporcionar ao aluno o entendimento da relação entre população e saúde, abordando os conceitos básicos de demografia, os aspectos gerais da população brasileira e o processo de urbanização no mundo e no Brasil. Trata também do ritmo de nascimento; do envelhecimento da população; das taxas e da proporção de mortalidade; da transição demográfica; e da transição epidemiológica. Apresenta, ao final, um estudo do perfil de uma cidade para exemplificar e as políticas demográficas de natalidade e antinatalidade.
O conteúdo pode ser aplicado para os cursos técnicos em Gerência em Saúde, Registros e Informações em Saúde, Vigilância em Saúde, entre outros.
Possui material de apoio ao professor em www.editoraerica.com.br para download.

SUMÁRIO:

Capítulo 1 – Conceitos Básicos em Demografia
1.1 Demografia
1.1.1 Qual é a importância deste estudo?
1.2 População
1.3 Taxa de natalidade
1.4 Taxa de mortalidade
1.5 Expectativa de vida
1.6 Movimentos migratórios
1.7 Crescimento populacional
1.8 Urbanização
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Capítulo 2 – Aspectos Gerais da População Brasileira
2.1 Uma população miscigenada
2.2 Cresce a população brasileira
2.3 Censo ou recenseamento demográfico
2.4 Como se distribui a população brasileira entre o campo e a cidade
2.5 A cor da pele da nossa população
2.6 Somos um país populoso e pouco povoado
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Capítulo 3 – O Processo de Urbanização: do Mundo ao Brasil
3.1 Os primórdios da urbanização
3.2 As cidades antigas
3.3 A urbanização desacelera na Idade Média
3.4 O capitalismo retoma e impulsiona a urbanização
3.5 A hegemonia da urbanização
3.6 A urbanização no Brasil
3.6.1 Conceitos importantes
Agora é com você!

Capítulo 4 – Existem Mais Homens ou Mulheres no Brasil de Hoje? E no Futuro?
4.1 O que é razão de sexo?
4.1.1 A aplicação da razão de sexo
4.2 Quantas mulheres e quantos homens existem hoje no Brasil
4.3 O aumento da população feminina na sociedade atual
Agora é com você!.

Capítulo 5 – Ritmo de Nascimento dos “Brasileirinhos”
5.1 O que é Taxa de Fecundidade Total (TFT)?
5.1.1 Como a TFT pode ser usada?
5.1.2 Como calcular a TFT?.
5.2 O que é Taxa de Fecundidade Específica e qual seu uso?
5.2.1 Como ela pode ser usada?.
5.2.2 Como é calculada a Taxa de Fecundidade Específica
5.3 O que é Taxa Bruta de Natalidade (TBN)?
5.3.1 A TBN pode ser usada para o quê?
5.3.2 Como calcular a TBN
5.4 Comportamentos da taxa de fecundidade
5.5 O padrão reprodutivo no Brasil.
5.5.1 Fecundidade por região do país de moradia da mulher
5.5.2 Fecundidade segundo critério de renda da mulher
5.5.3 Fecundidade por anos de estudo da mulher
5.5.4 As diferenças nas Taxas de Fecundidade Específicas
5.6 E a Taxa Bruta de Natalidade?
5.7 Quantas crianças são?
5.7.1 Proporção de menores de cinco anos na população
5.7.2 Proporção de crianças menores de cinco anos no Brasil
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Capítulo 6 – Envelhecimento da População Brasileira: Realidade ou Lenda Urbana?
6.1 O Brasil está envelhecendo. Por quê?
6.2 O que é e para o que serve o conceito “esperança de vida ao nascer” (expectativa de vida ao nascer)?
6.2.1 Método de cálculo para determinar a “esperança de vida ao nascer”
6.3 Como está hoje “a esperança de vida ao nascer”
6.4 O que é “esperança de vida aos 60 anos de idade” (expectativa de vida)
6.4.1 Método de cálculo da esperança de vida aos 60 anos.
6.4.2 Hoje, qual é a esperança de vida aos 60 anos?.
6.5 Qual é a idade da população brasileira hoje? E futuramente?
6.6 O que é o índice de envelhecimento populacional?
6.6.1 Como calcular e interpretar o índice de envelhecimento populacional.
6.7 O envelhecimento da população brasileira 7
6.8 O que é razão de dependência?
6.8.1 Como calcular a razão de dependência?.
6.8.2 Interpretação
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Capítulo 7 – Taxas e Proporção de Mortalidade
7.1 O que é a taxa bruta de mortalidade?.
7.1.1 Como a taxa bruta de mortalidade pode ser usada?
7.1.2 Como calcular a taxa bruta de mortalidade?.
7.2 Mortalidade no Brasil
7.3 Mortalidade proporcional por grupo de causa.
7.3.1 Quais são as categorias que podem ser analisadas?
7.3.2 O uso da mortalidade proporcional por grupo de causa
7.3.3 O cálculo da mortalidade proporcional por grupo de causa
7.3.4 A mortalidade proporcional no Brasil.
7.4 Mortalidade infantil: diferença entre vida e morte das crianças
7.4.1 A taxa de mortalidade infantil.
7.5 Taxa de mortalidade infantil no Brasil
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Capítulo 8 – A Transição Demográfica no Brasil
8.1 Fases da transição demográfica
8.2 A transição demográfica no Brasil
8.2.1 Momento atual da transição demográfica brasileira
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Capítulo 9 – A Transição Epidemiológica e os Serviços de Saúde
9.1 As diferenças nas regiões da transição epidemiológica no Brasil.
9.2 Características da transição epidemiológica no Brasil.
9.3 Organização dos serviços de saúde
9.3.1 Prevenção das doenças crônicas não transmissíveis.
9.3.2 Obesidade
9.3.3 Sedentarismo
9.3.4 Combate ao tabagismo
9.3.5 Abuso de álcool.
9.3.6 Prevenção e tratamento das doenças infecciosas e parasitárias
9.3.7 Diminuição da mortalidade infantil.
9.3.8 Invalidez por causas externas
9.4 Outras causas
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Capítulo 10 – Perfil da População do Bairro de Vargem Grande do Município de São Paulo e suas Implicações no Serviço de Saúde Local
10.1 Aplicação dos dados.
10.2 Coleta de dados
10.2.1 Ficha de cadastro – Ficha A
10.2.2 Ficha D
10.3 Formação do bairro de Vargem Grande
10.4 Dados do cadastro familiar
10.5 Razão de sexo na população do bairro de Vargem Grande
10.5.1 A saúde e o planejamento regional devido razão de sexo no bairro de Vargem Grande
10.6 Distribuição por faixa etária da população residente em Vargem Grande
10.7 Índice de envelhecimento da população do bairro de Vargem Grande
10.8 Taxa de natalidade no bairro de Vargem Grande
10.9 Crescimento da população do bairro de Vargem Grande
10.10 Mortalidade infantil no bairro de Vargem Grande
10.11 Qual é a Vargem Grande de hoje?
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Capítulo 11 – Teorias e Políticas Demográficas
11.1 Teorias demográficas
11.1.1 Teoria Malthusiana
11.1.2 Teoria Neomalthusiana
11.1.3 Teoria Reformista ou Marxista
11.2 Políticas demográficas
11.2.1 A política de natalidade
11.2.2 A política de antinatalidade
11.3 Política demográfica brasileira
11.3.1 Política demográfica brasileira hoje

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