Como montar uma clínica de estética facial e começar ganhar dinheiro em 2018


Os principais serviços ofertados pelo Centro de Estética são a limpeza de pele, tratamento de acne, peeling, hidratação e nutrição facial, rejuvenescimento e revitalização facial, discromia (tratamento para manchas de pele), bronzeamento artificial, tratamento contra flacidez muscular, tratamento de estrias, hidratação e nutrição corporal, clareamento de axilas e virilha, banho de lua, banho de ofurô, clareamento de pelos, depilação, drenagem linfática, podologia, endermologia (tratamento de celulite), massagens corporais (relaxante, antiestresse, redutora, shiatsu) entre outros.

Para abrir uma clínica de estética, esses profissionais, que se tornam empresários, podem optar por abrir um negócio próprio ou ainda buscar por Franquias de Estética existentes no mercado.

A vantagem da opção de Franquia é que o profissional/empresário recebe todo o apoio gerencial necessário para padronização do ambiente de trabalho, desde as instalações até o marketing e propagandas.

O mercado de estética, apesar da crise econômica e política que o Brasil atravessa, não tem sido tão abalado quanto o comércio de produtos e demais setores da atividade econômica, devido à preocupação do brasileiro com a estética, a beleza e os cuidados pessoais. Não somente as mulheres, como também os homens têm buscado cada vez mais novos serviços e produtos de beleza.

Existe uma diferença de tratamentos estéticos entre os centros de estética e as clínicas de estética. As clínicas exigem profissionais técnicos responsáveis, como médicos, além do registro em órgão específico, uma vez que neste tipo de empresa realizam-se cirurgia plástica, de eliminação de varizes, botox, dentre outros procedimentos orientados pelo profissional habilitado para tal, neste caso o médico. Já os centros de estética – caso deste conteúdo -, não demandam o profissional técnico responsável, mas recomenda-se que os tratamentos estéticos sejam feitos por profissionais qualificados como esteticistas.

Lembramos ainda que os serviços que serão oferecidos irão variar de acordo com o foco do negócio bem como do seu tamanho e dos profissionais dos quais disponibiliza o empreendimento.

Mercado

Segundo dados de pesquisa realizada pela empresa Sophia Mind (citado pela reportagem publicada pelo Sebrae Mercados), as mulheres estão passando por grandes mudanças comportamentais, culturais e sociais e precisam ser compreendidas profundamente para que se estabeleça com elas uma comunicação efetiva e conveniente.

O objetivo da pesquisa foi avaliar a satisfação das mulheres com a aparência e entender como ocorre o consumo de produtos e tratamentos de beleza, incluindo os realizados nos salões de beleza, como manicure e depilação. Abaixo são apresentados os principais resultados da pesquisa que são importantes para entender tal mercado e para quem pretende abrir um centro de estética :

– 56% das mulheres estão insatisfeitas com sua aparência. O principal motivo é estar acima do peso ideal e o segundo é a insatisfação com o cabelo;

– A opinião de outras pessoas é importante para se sentirem bem;

– 79% das mulheres usam produtos de beleza. Entre eles, os mais usados são produtos para o cabelo, cremes hidratantes e maquiagens. O uso de alguns produtos varia de acordo com a idade. O aumento da renda familiar faz com que aumente o consumo de produtos em todas as categorias investigadas;

– O gasto médio de R$ 95,00 mensais com serviços e tratamentos de beleza é maior do que o gasto médio de R$ 80,00 unicamente com a compra de produtos de beleza;

– Quando perguntadas sobre quais itens sofreriam corte de gastos em uma situação de crise financeira, frequentar o salão de beleza seria o segundo item a ser cortado do orçamento das mulheres. A compra de produtos de beleza é um dos últimos itens indicados ao corte;

– 83% das mulheres se dizem satisfeitas com os produtos de beleza que estão no mercado atualmente, porém apenas 6% não os trocariam por nenhum outro;

– Amigas e profissionais da área de beleza são as principais fontes que apresentam novidades de produtos e, ao mesmo tempo, indicam o uso de produtos específicos.

As alternativas de serviços a serem prestados ampliam-se constantemente. É preciso ter foco e definir um conjunto de atividades que se enquadrem melhor com o tipo de cliente a ser atendido.

Valor do Investimento:

Todo o investimento com máquinas, equipamentos e imóvel está em torno de R$220.000,00 reais, incluindo capital de giro.

Como montar um escritório de consultoria e começar 2018 faturando alto


Segundo relata o Sebrae, consultoria é um tipo de prestação de serviço em que um profissional qualificado e conhecedor do assunto oferece ao mercado, realizando diagnósticos e elaborando processos com o propósito de levantar as necessidades do cliente, identificar soluções e recomendar ações.

Com as informações levantadas o consultor desenvolve, implanta e viabiliza o projeto de acordo com a necessidade específica de cada cliente.

O Escritório de consultoria atua como um processo interativo de agente de mudanças externo à empresa, assumindo a responsabilidade de auxiliar os executivos e profissionais da organização nas tomadas de decisões, não tendo, entretanto, o controle direto da situação.
Um escritório de consultoria deverá ser concebido com visão profissional, desde o seu projeto embrionário, o que irá requerer uma avaliação objetiva sobre a forma de atuação, bem como as expectativas comerciais que esse tipo de empreendimento requer.

Tendencias para 2018

Tendências em qualquer setor são fáceis de observar, especialmente pelos consultores mais atentos e ágeis, cuja sobrevivência depende de estarem à frente, ou ao menos lado a lado, com seus clientes. As mudanças que têm os maiores impactos sobre os negócios, e conseqüentemente sobre o segmento de consultoria, são:

1. Tecnologia da Informação

Os serviços de assessoria estão sendo integrados e somente alguns poucos pesos-pesados têm a capacidade e escopo para competir pelos megaprojetos de consultoria. A assessoria nesta área de especialização migrou de Design e suporte à instalação de sistemas transacionais, para integração de Sistemas, e para redirecionamentos estratégicos, que englobam a adoção de tecnologias complexas como os sistemas de ERP e uso estratégico da WEB como exemplos, com grandes saltos qualitativos após a implementação.
O TI migrou de uma “commodity” de escritório para a linha de frente das vantagens competitivas estratégicas. Ter planejamento e controle integrados do negócio, para alcançar a possibilidade de tomada quase instantânea de decisões, pode ser a diferença entre progredir nos negócios ou sucumbir.

Empresas de consultoria menores, que não estiverem no negócio de administração ou integração de sistemas, podem beneficiar-se desta demanda, provendo os necessários serviços de suporte.
Liderando estes serviços está a “Gestão de Mudanças”, ou seja, apoiar as empresas na implementação das mudanças na organização e nas transições culturais e comportamentais que Tecnologia da Informação exige. Atualmente pode-se dizer que TI é uma das mais, senão a mais poderosa força de mudança sobre empresas e consultores.

Decomposição Estrutural: o fim da organização “top-down” auto-suficiente

Autoridade, autonomia e capabilidade plena estão sendo pulverizadas. Tempos de resposta estão sendo encurtados e hierarquias de planejamento e controle centralizadas estão sendo achatadas. Tecnologia da informação é um dos mais poderosos influenciadores.
Pirâmides de poder, com seus sobe-e-desce de informação, não são mais necessárias. Todas as organizações devem se reestruturar mais drasticamente e freqüentemente do que em qualquer outra época.
Organizações são estruturas que se “dissipam”: nascem, crescem, adquirem certo grau de complexidade, ficam sempre longe do equilíbrio, decompõe- se e ressurgem em modelos às vezes dramaticamente diferentes. Este processo é contínuo e ocorre repetitivamente.

2. Velocidade como vantagem estratégica

Nível de serviço, qualidade e flexibilidade estão ganhando de controle de custos, tamanho e consistência. Mais rápido é melhor. Sistemas integrados de informação, redes e sistemas flexíveis de produção e logística estão em alta. Economia de escala vem sendo, há muito tempo, substituída por economia de escopo e velocidade. Tecnologia da informação é o combustível para flexibilidade e velocidade. A organização que conseguir assimilar as novas tecnologias mais rapidamente, realocar seus recursos em menor espaço de tempo e reestruturar-se mais agilmente, com quedas mínimas no desempenho terá toda a vantagem competitiva sobre seus concorrentes.

3. Gestão de Mudanças

Cada um destes movimentos tem mudança organizacional como um ingrediente muito ativo, no centro da questão. A mensagem é clara: implementar mudanças estratégicas e operacionais, consistente e continuamente, é essencial para organizações que tenham em mente ganhar e sustentar vantagem competitiva. E a mensagem para as empresas que fornecem serviços a estas organizações, como consultores o fazem, é igualmente clara: caso seus serviços não reflitam as novas realidades do contexto empresarial, ou se eles não fortalecem mudança e sustentem agilidade, serão meras “commodities” administrativas, sem diferencial aos olhos do mercado e sem chances de sobrevivência.

Veja mais informações no site do Sebrae.

Como redes sociais pode ajudar ou prejudicar sua carreira


Redes Sociais pode ser um grande aliado para impulsionar sua carreira! Considerando o fato de que o Brasil é um dos países onde as pessoas mais utilizam as redes sociais, nada mais justo que tornar este hábito uma atividade favorável ao crescimento da sua carreira profissional. Pesquisas mostram que mais de 60% dos recrutadores no Brasil se munem das informações disponíveis em redes sociais na caça de novos talentos para as empresas nas quais trabalham.

Uma das dicas de como usar as redes sociais pra ajudar na carreira é ter em mente é que o mundo virtual não substitui o “mundo real”, presencial. Não é porque você tem vários contatos em uma rede social que você precisa deixar de comparecer em reuniões, conferências e encontros informais de trabalho. É importante ter um bom networking online, os contatos na internet podem ajudar, mas também é imprescindível manter esses contatos próximos de forma presencial, reforçando estes laços e também aproveitar oportunidades de conhecer novos contatos pessoalmente.

Hoje, além das mais conhecidas redes como Facebook, Twitter e Orkut, existem também as redes sociais para carreira profissional como o LinkedIn. Se optar por ter uma conta em uma rede social, procure mantê-la atualizada e estar sempre antenada ao que está acontecendo nelas. Não deixe de responder mensagens e recados. Caso você não goste de redes sociais, talvez seja melhor não ter uma conta em nenhuma do que ter e deixar seu perfil desatualizado e seus contatos sem retorno.

impulsione carreira redes sociais Impulsione sua carreira com as redes sociais Alguns profissionais preferem manter duas contas nas redes sociais, uma profissional e uma pessoal. Porém é inevitável que em algum momento informações pertinentes a conta pessoal se misturem com a profissional.

Nesse caso, o melhor é tomar cuidado ao divulgar informações e fotos, agir sempre com cautela, sem exageros e tentar não se expor demais. Felizmente, há casos em que as informações pessoais podem agir a favor do profissional.

Outra dica interessante sobre como impulsionar sua carreira com as redes sociais é manter um blog ou compartilhar informações relacionadas à sua área de trabalho na internet. Desta forma, buscas atrairão outros profissionais da área e até mesmo empregadores. Desta forma você amplia seus contatos, as oportunidades e ainda cria uma imagem profissional na rede.

Não se esqueça de que internet é um local público, por mais que você possa restringir as informações disponíveis, tudo fica arquivado em algum lugar e quando você menos espera, alguém pode tomar conhecimento de algo que você não queria que soubessem (especialmente futuros empregadores).

Procure manter uma etiqueta básica nas redes sociais, não comente sobre festas exageradas ou fale mal de onde trabalha ou trabalhou. Mantenha os assuntos de acordo com o tipo de rede social que está usando. Além disso, seja cautelosa na escolha de contatos e comunidades que pretende adicionar ao seu perfil, isso será considerado uma referência de como você é e como age.

As redes sociais podem ser um trunfo na mão de quem sabe usá-las a seu favor. Por isso, quando decidir usar uma, pense bem e aja estrategicamente para tirar o melhor proveito dessas ferramentas.

Para não errar na hora de usar as redes sociais e não colocar o emprego em risco, ele dá oito dicas simples de etiqueta on line que, não por coincidência, são as mesmas que dou na minha palestra.

  1. Rede Social não é lugar para resolver problemas

Se estiver com um problema no trabalho, não espalhe nas redes sociais. Quem tem este tipo de atitude demonstra que não tem maturidade para resolver suas questões profissionais.

  1. Escolha bem suas palavras

Muitos problemas podem começar na escolha inadequada das palavras em uma mensagem on line. Evite que seus posts tenham um tom indelicado ou irritado.

  1. Nunca poste assuntos sigilosos ou estratégicos da empresa

Postar dicas ou indícios de informações estratégicas ou novos projetos que ainda não foram lançados no mercado pode alertar concorrentes e colocar em risco o projeto e até mesmo seu emprego.

  1. Aprenda a dosar o uso das redes sociais durante o expediente

Mesmo que as redes sociais sejam permitidas na empresa, o indicado é que nada seja postado durante o expediente. Certas postagens podem passar a impressão de que o funcionário está se divertindo ao invés de trabalhar.

  1. Seja discreto

Evite os posts abertos para comentar ou repercutir polêmicas. Opte sempre por uma conversa particular para evitar a exposição de seus problemas ou pontos de vista que podem gerar controvérsias. Isso não significa ter que abrir mão de sua identidade. Emitir opiniões maduras e bem embasadas a respeito de um assunto que diz respeito à empresa pode ser bem interpretado. A chave nestes momentos é ter bom senso.

  1. Cuidado com suas fotos

Evite publicar fotos íntimas ou sensuais. Até mesmo as fotos de roupa de banho como biquíni para as mulheres e sem camisa para os homens devem ser evitadas se você tem algum colega de trabalho em sua rede de contatos ou pretende vir a ter. Preserve sua imagem profissional.

  1. Não reclame publicamente

Comentários como “Esta semana não acaba” ou “Feriado chega logo” passam a impressão de que você não está satisfeito com seu trabalho e podem ser mal interpretados pelos chefes. Por mais cansativa e estressante que tenha sido sua semana, as redes sociais não são o melhor lugar para desabafar.

  1. Antes de publicar revise, revise e revise

Quer compartilhar uma notícia? Cheque se ela é verdadeira e se a fonte é confiável. Distribuir informações falsas ou incorretas na rede social podem passar uma péssima impressão.

Não deixe de verificar se tudo está escrito de forma correta, sem erros de português e, na dúvida, consulte um dicionário. É melhor revisar do que compartilhar algum erro que traga constrangimento futuro.

E, por fim, questione-se: Este conteúdo é realmente relevante para sua rede de contatos? Ele contribui para uma boa imagem pessoal e profissional? Se as respostas forem sim, revise tudo e publique.

Compra da Opel pela PSA oficializado se tornará a segunda montadora maior da Europa


De acordo com a agência de notícias Reuters, o plano para a compra da subsidiária européia da GM foi fechado e será anunciado na segunda-feira (6) antes da abertura dos mercados.

Após uma série de negociações, que envolveram a aceitação dos acionistas da Opel pela aquisição e até o sindicato, que temia o fim das fábricas na Alemanha, o que já foi negado pela PSA, os controladores da PSA, que tem como seus maiores acionistas a família Peugeot, o governo francês e a chinesa Dongfeng, também aceitaram o negócio.
Quando a compra da Opel for concretizada, o Grupo PSA passa a ser o segundo maior fabricante de automóveis da Europa em market share, atrás apenas da Volkswagen e a frente da Renault. Se somados os números, PSA e Opel tiveram receita de 71,6 bilhões de euros e venderam 4,3 milhões de carros em 2016.
A General Motors, que é dona da Opel e da marca britânica Vauxhall – que também entra na negociação -, tenta vender a operação européia desde a crise de 2009, quando a companhia norte-americana entrou com pedido de falência. Isso porque, a Opel pelo 16º ano consecutivo apresentou perdas.