Mercado livre: produtos mais vendidos no Brasil, confira o Top 10 – Preços


Surpresa no ranking, acessórios para Veículos foram, mais uma vez, os produtos mais vendidos pelo Mercado Livre em 2016.

A categoria lidera a lista desde 2013. Mas, se o primeiro lugar do ranking não foi uma surpresa, a segunda e a terceira posições indicam mudanças no comportamento do brasileiro quanto às compras online.

A categoria itens para Casa e Decoração subiu uma posição e ocupa o segundo lugar no ranking dos mais vendidos em 2016. Em 2014, esses produtos apareciam apenas na quinta posição.

Em terceiro lugar na lista de 2016, está outro segmento que o brasileiros não costumavam comprar pela internet: Calçados, Roupas e Bolsas. Em 2015, esse item aparecia apenas na sexta posição.
O que explica essa mudança no ranking nos últimos anos? Para Leandro Soares, diretor de marketplace do Mercado Livre, a forma como os brasileiros estão se relacionando com a internet está ficando mais complexa. Agora, além de fazerem transações bancárias e comprarem itens comparáveis (aqueles produtos que são idênticos, como CDs, livros, notebooks e celulares), o consumidor está comprando também produtos não comparáveis, como roupas e decoração.
“Essa compra exige um nível de abstração maior. Quando eu vou comprar uma camiseta amarela, preciso pensar se o tom de amarelo é exatamente o que eu estou vendo na tela. Preciso saber o meu tamanho”, diz Soares. “Para isso, é preciso um grau de maturidade maior do consumidor”.

E, como o Mercado Livre tem uma parcela expressiva do mercado de vendas online no Brasil, Soares afirma que olhar para o desempenho das categorias de produtos no site é um bom termômetro sobre o comportamento dos brasileiros na internet como um todo. Segundo a empresa, ela tem 25% de participação de mercado em audiência “a cada quatro minutos que os brasileiros passam em sites de e-commerce, um é no Mercado Livre”, afirma Soares.

Veja a lista dos produtos mais vendidos nos últimos anos:

Top 10

Posição 2016 2015 2014 2013 2012

1 Acessórios para Veículos Acessórios para Veículos Acessórios para Veículos Acessórios para Veículos Celulares e Telefones

2 Casa e decoração Informática Informática Celulares e Telefones Acessórios para Veículos

3 Calçados, Roupas e Bolsas Casa e decoração Celulares e Telefones Informática Informática

4 Celulares e Telefones Celulares e Telefones Eletrônicos, Áudio e Vídeo Eletrônicos, Áudio e Vídeo Eletrônicos, Áudio e Vídeo

5 Informática Eletrônicos, Áudio e Vídeo Casa e decoração Calçados, Roupas e Bolsas Calçados, Roupas e Bolsas

6 Saúde e Beleza Calçados, Roupas e Bolsas Calçados, Roupas e Bolsas Saúde e Beleza Saúde e Beleza

7 Eletrônicos, Áudio e Vídeo Saúde e Beleza Saúde e Beleza Casa e Decoração Games

8 Esportes e Fitness Esportes e Fitness Games Games Esportes e Fitness

9 Agro, Indústria e Comércio Games Esportes e Fitness Esportes e Fitness Casa e decoração

10 Brinquedos e Hobbies Brinquedos e Hobbies

Ford New Fiesta: preço, ficha técnica e informações


Palmas para a Ford, que colocou os dois New Fiesta entre os cincos primeiros. Comparado ao campeão, o New Fiesta 1.5 perde nos itens motor, peso/potência, consumo e equipamentos. Cada ponto conquistado por ele custa R$ 61,84, contra R$ 65,27 do New Fiesta 1.6.

É o preço para trocar um motor 1.5 de 111 cv por um bloco 1.6 de 130 cv. Mas deve-se levar em conta que o New Fiesta 1.5 ganhou do forte Toyota Etios 1.5 (conseguiu mais que o dobro de pontos na lista de equipamentos).

Conforme a Ford na Europa já repassou, ele virá esse ano com algumas alterações na carroceria e melhoras na economia de combustível. Serão feitas algumas mudanças específicas no carro, porém sem comprometer o estilo, deixando ele cada vez mais tecnológico.

Quanto ao design externo, não há muitas mudanças na estética, ficando bem parecido com o modelo anterior, aumentando apenas alguns tamanhos e segundo informações, o tamanho interno e a capacidade do porta malas serão melhorados, assim como a aerodinâmica frontal do carro, o que interfere diretamente no aumento da economia do carro.

Há uma novidade no motor, sobre a adição de um modelo 1.0 com três cilindros para o novo Fiesta 2017 / 2018. Já com o sucesso de vendas Sigma 1.6, agora a Ford tem um foco mais voltado para a economia de combustível do carro, sendo que a versão 1.5 sai de linha.

Veja abaixo quais são os equipamento de série de cada modelo:

NOVO FIESTA SE

Está incluído nessa versão o ar condicionado, direção com assistência elétrica, rádio com conexão bluetooth, alarme, faróis com mascara negra, trava das portas, computador de bordo, vidros dianteiros elétricos. A opção de direção para esse modelo de entrada é a manual com 5 marchas. Esse modelo está na faixa inicial de R$ 51 mil, podendo variar de acordo com a região e adição de itens.

 NOVO FIESTA SEL

O modelo intermediário do Fiesta, o SEL, está na faixa média de R$ 58 mil, podendo chegar até R$ 65 mil, variando de acordo com a direção escolhida, que pode ser a mecânica ou automática. Ele vem com os seguintes itens adicionados: faróis de neblina dianteiros, controle eletrônico de tração e estabilidade, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga leve de 15 polegadas, assistente de partida em rampas, ar condicionado digital, sistema multimídia Ford Sync com assistência de emergência e vidros traseiros elétricos.

Preço: R$ 39.890Ford New Fiesta 1.5 2014

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2013 Gasolina003388-035.455,00
2014 Gasolina003388-037.566,00
2015 Gasolina003388-041.647,00
2016 Gasolina003388-046.153,00
Zero KM a gasolina003388-059.545,00

Yamaha XTZ 150 Crosser ED 2017: preço, informações e ficha técnica


Para começar, temos o estilo. A Crosser exibe a imponência que se espera de uma trail, aliada a traços que fogem um pouco do convencional da categoria. Como destaques podemos citar o para-lama superior dianteiro vazado, como se fosse um gancho, e a traseira com um grande suporte para colocação de bagagens – ou futura instalação de baú. O tanque também é vistoso, com falsas tomadas de ar laterais que dão um aspecto esportivo à moto.

Outra coisa legal é o tanque todo carenado, de forma que se você levar um “rola” pode apenas substituir as partes plásticas, sem necessidade de trocar o tanque de metal. No mais, a Yamaha parece ter aprendido com os erros da Ténéré 250 e criou uma rabeta bonita, que lembra a da Honda XRE 300, com a lanterna delgada e apoios para o garupa na cor prata, bem destacados. Por fim, a marca adotou piscas brancos, de aparência mais sofisticada que os laranjas da irmã de maior cilindrada.

– Yamaha XTZ 150 Crosser ED -3

Além do visual, também apreciamos a qualidade e tato dos componentes, sem falar na montagem cuidadosa. De fato, não parece uma moto “de entrada”, com comandos agradáveis e boa apresentação geral.

A impressão positiva se completa com o painel bastante completo: traz conta-giros analógico em destaque e velocímetro digital, além do medidor de combustível, hodômetro total/parcial e até um indicador de marcha, sem falar na bonita iluminação vermelha. Em compensação, a iluminação do farol é apenas razoável e não há lampejador de facho alto.

Mesmo sendo a moto avaliada na cor branca, que considero a cor mais “coxinha” das oferecidas para a Crosser (há um cinza escuro bem bonito e um laranja bem chamativo), não faltaram olhares de admiração e as tradicionais perguntas de semáforo fechado. “Aí sim, finalmente a Yamaha se mexeu”, disse o dono de uma CG 125, que ainda perguntou se a Crosser arrancava bem. Como resposta, fiz questão de mostrar que ela pula fácil na frente das 125 que saíram no sinal verde, mesmo sem “enrolar o cabo”.

A Yamaha declara que seu novo motor de exatas 149,3 cc entrega 12,2/12,4 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 1,28/1,29 kgfm a 6.000 rpm, mas diz que esses valores são medidos na roda, enquanto a concorrente declara no propulsor.

De fato, a pilotagem somente com o condutor é bastante agradável. O motorzinho monocilíndrico é silencioso e gira macio, sem gerar vibrações incômodas mesmo em altas rotações. Para ajudar, o câmbio de cinco marchas revela engates precisos e macios, até surpreendentes em se tratando de uma Yamaha de baixa cilindrada – bem mais suaves que os da Ténéré 250, por exemplo. Aliás, gostei mais da Crosser do que da Ténéré na cidade: suspensão mais macia, câmbio mais dócil, menor altura do banco e, claro, o consumo melhor – além da opção de usar etanol graças ao sistema Blueflex da Yamaha, ainda não oferecido na trail 250. Durante nossa avaliação, a Crosser registrou média de 33,2 km/l de etanol, passando a 42 km/l com gasolina.

– Yamaha XTZ 150 Crosser ED 

Em movimento, o destaque fica para a suspensão. Apesar de não haver regulagem, os garfos dianteiros e a traseira com link (que ajuda a manter a roda em contato com o solo em desníveis) foram muito bem calibrados pela Yamaha: a Crosser atropela com facilidade os buracos e obstáculos urbanos como valetas, quebra-molas e ruas de paralelepípedo. O jeitão trail também permite algumas brincadeiras na terra, graças ao bom curso de suspensão e aos pneus de uso misto, mas a própria fábrica diz que a vocação do modelo é mais urbana. Para uso off-road pesado, seria preciso uma relação mais curta de pneus de cravos, além de as pedaleiras serem um pouco baixas. Em estradinhas sem pavimento, no entanto, a motinho vai que é uma beleza.

A posição de pilotagem é bastante confortável, com as costas retas e os braços levemente esticados. Nesta versão ED avaliada (com freio a disco na dianteira) o guidão pode ser ajustado em duas posições, sendo uma delas mais à frente, para os mais altos ou de braços mais compridos. Na cidade, achei que o guidão poderia ser um pouco mais estreito para passar entre os carros, mas a parte boa é que a moto esterça bastante e é bem magra e leve entre as pernas.

Dá para pegar estrada? Sim, mas desde que seja uma viagem curta e de preferência em pistas com velocidade máxima de 110 km/h. Isso porque a Crosser mantém os 100 km/h na boa, sem parecer muto esgoelada, mas não avança muito além disso. Chegamos a 120 km/h de painel, mas numa autoestrada todos os veículos parecem mais rápidos do que você, o que gera certa insegurança e pede cautela em ultrapassagens. Mas isso é uma limitação normal de uma moto com motor 150 cc.

– Yamaha XTZ 150 Crosser ED -2

Pelo que anda, a Crosser mostra ciclística de sobra. O chassi é bem firme e as curvas e inclinações são feitas de forma fácil e confiante. Apesar da suspensão macia e dos pneus mistos, a estabilidade da pequena Yamaha é muito boa, e a entrega de torque em baixa deixa a motinho divertida de tocar. O ponto negativo fica por conta dos freios: assim como já havíamos comentado no primeiro contato com o modelo, achamos o sistema dianteiro um tanto borrachudo, sendo necessário apertar a manete com força. Ainda assim, a mordida do disco poderia ser mais forte. Optar pela versão com tambor na dianteira? Nem pensar…

Até porque, convenhamos, a diferença entre as versões E (tambor) e ED (disco e guidão ajustável) é de apenas R$ 300. Não que pagar R$ 9.350 numa moto 150 seja barato, mas vale lembrar que a rival Bros 150 custa a mesma coisa e não é tão moderna e completa quanto a novidade da Yamaha. Bendita seja a concorrência!

Ficha técnica:

Motor: monocilíndrico, comando simples, 149,3 cm3, injeção eletrônica, flex, refrigeração a ar;

Potência: 12,2/12,4 cv a 7.500 rpm;

Torque: 1,28/1,29 kgfm a 6.000 rpm;

Transmissão: câmbio de cinco marchas, transmissão por corrente;

 Quadro: berço semi-duplo de aço;

Suspensão:garfo telescópico na dianteira (180 mm de curso) e monoshock (156,5 mm de curso) na traseira;

Freios: disco simples na dianteira (230 mm) e tambor na traseira (130 mm);

Pneus: 90/90 aro 19 na dianteira e 110/90 aro 17 na traseira;

Peso: 120 kg;

Capacidades: tanque 12 litros;

Dimensões: comprimento 2.050 mm, largura 830 mm, altura 1.140 mm, altura do assento 836 mm, entre-eixos N/D

Volvo XC60 mais barato, veja preço da versão Gasolina e Diesel


Tudo sobre automóveis | Carros – Volvo XC60 fica mais barato, aproveite!

Mais barato e também menos potente, claro… A divisão brasileira da Volvo Cars já oferece a versão T5 do crossover XC60, até então disponivel por aqui somente com o (bom) motor 3.0 turbo de 306 cv com preços a partir de R$ 143.410. A novidade é impulsionada pelo bloco 2.0 turbo de 240 cv, o mesmo usado pelo hatch C30 na versão top oferecido ao público brasileiro. Começa em R$ 119.900 na opção Comfort e vai até R$ 136.900 na série Dynamic a Diesel mais equipada.

O XC60 T5 Comfort já vem equipado de fábrica com controle eletrônico de estabilidade (ESP), sistema de som com entrada auxiliar e o sistema City Safety, equipamento de segurança que pode frear o carro em velocidades de até 30 km/h, reduzindo os danos de uma colisão ou até mesmo evitando a batida.

A série T5 Dynamic traz o mesmo nível da série homônima do modelo T6, que inclui teto solar panorâmico, sensor de chuva e estacionamento e rodas aro 18? (o Comfort vem com jogo aro 17?), além da cabine com detalhes em alumínio e os bancos de couro com aquecimento na frente. A procura na cor branca está enorme, encomende logo o seu!

Novo Volvo com motor a Díesel

A Volvo reposicionou a linha de versões do XC60 no Brasil para 2017. Agora disponível na versão D5 com motor 2.4 diesel de 220cv, conforme antecipou o Portal VRUM, em esquema de pré-venda por R$ 199 mil, o utilitário esportivo deixa de ser comercializado no país na antiga versão topo de linha T6, equipada com um motor 3.0 V6 de 306cv.

Quem quiser o modelo a gasolina terá de optar por uma das três versões de acabamento com o motor 2.0 T5 de 245cv: Kinetic, vendida a partir de R$ 162.950; Momentum, por R$ 186.950 e R-Design, a R$ 205.950. Opção menos potente com motor diesel, o D4, de 190cv, não será importado.

xc60-2018

Vale lembrar que o valor de lançamento para o XC60 D5 também é limitado e só vai até 31 de julho. Depois desse período, a inédita versão movida a diesel sobe para R$ 215.950 – acréscimo de R$ 16.950 ao preço do carro. Além do motor diesel, a nova versão traz de volta a tração integral, colocando o SUV sueco em condições de igualdade para brigar com os ingleses Discovery Sport e Range Rover Evoque, da Land Rover.

Atualmente, o XC60 responde por 65% das vendas da Volvo Cars no Brasil. Entre janeiro e junho de 2016, o SUV vendeu 900 unidades no Brasil.

XC 60 2.0 T5 240cv 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2011 Gasolina029085-872.154,00
2012 Gasolina029085-877.787,00
2013 Gasolina029085-895.418,00
2014 Gasolina029085-8110.638,00
2015 Gasolina029085-8135.855,00
Zero KM a gasolina029085-8152.360,00

XC 60 3.0 AWD 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2009 Gasolina029078-561.250,00
2010 Gasolina029078-565.738,00
2011 Gasolina029078-576.519,00
2012 Gasolina029078-5102.018,00
2013 Gasolina029078-5141.520,00
2014 Gasolina029078-5148.814,00
2015 Gasolina029078-5177.945,00
Zero KM a gasolina029078-5216.906,00

XC 60 3.0 FWD 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2015 Gasolina029097-1183.016,00
2016 Gasolina029097-1191.433,00
Zero KM Gasolina029097-1217.990,00

XC 60 D-5 Kinetic 2.4 AWD Diesel 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2017 Diesel029109-9180.836,00
Zero KM Diesel029109-9207.865,00

XC 60 D-5 Momentum 2.4 AWD Diesel 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2017 Diesel029108-0207.519,00
Zero KM Diesel029108-0238.563,00

XC 60 R-Design 3.0 304cv AWD 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2011 Gasolina029079-389.340,00
2012 Gasolina029079-3115.904,00
2013 Gasolina029079-3168.467,00
2014 Gasolina029079-3195.640,00
2015 Gasolina029079-3214.464,00
Zero KM a gasolina029079-3236.341,00

XC 60 T-5 Inscription 2.0 245 cv FWD 5p

Ano/modeloCódigo FIPEPreço (R$)
2017 Gasolina029110-2192.464,00
Zero KM Gasolina029110-2219.950,00