YouTube: Saiba como descobrir tags de vídeos sem precisar baixar nada


Descobrir as palavras-chave de um vídeo do YouTube é mais fácil do que se imagina. Um truque simples, que não exige nenhum tipo de instalação e pode ser realizado por qualquer pessoa, revela os termos que são o grande “segredo” de alguns canais famosos. Também chamadas de tags, essas palavras ajudam um vídeo a ser encontrado pelos usuários que as pesquisarem. Além disso, servem para relacionar o conteúdo às publicações ideais, ajudando os canais a ganharem relevância no site.

O procedimento abaixo foi feito utilizando o Google Chrome para Windows 10, mas também funciona em outros navegadores, como o Firefox e o Internet Explorer. Confira o tutorial abaixo e aprenda a fazer.

1. Entre no YouTube pelo computador. Após o acesso, clique para abrir um vídeo do qual deseja descobrir as palavras-chave;

2. Com o vídeo aberto, clique sobre a página com o botão direito do mouse e selecione a opção “Exibir código fonte da página” ou comando equivalente;

3. Uma nova guia contendo o código fonte da página será aberta. No teclado, pressione a tecla F3 ou Ctrl + F para abrir uma barra de busca, digite a palavra “keywords” (palavra-chave, em inglês) e pressione ENTER duas vezes;

4. O navegador irá grifar a segunda vez em que a palavra “keywords” aparece na página. Logo após ela, estarão todas as palavras-chave usadas naquele vídeo, como mostra a imagem abaixo.

Ao lado da palavra “keywords” estarão as as tags do vídeo (Foto: Reprodução/Bruno Soares)

Pronto! Agora você sabe quais são as tags usadas no seu vídeo favorito.

Baixar video do Tio lu

Mulher revoltada com a eva

Youtube: top 20 maiores canais brasileiros


O site de compartilhamento de vídeos Youtube alcança um número satisfatório de inscritos todos os dias. E não é para menos, ele aceita documentários, tutoriais, gameplays, videoclipes musicais, vídeos caseiros, entre outros.

Um verdadeiro acervo, passando na frente do Vimeo, Dailymotion e outros serviços. E, falando nisso, você sabe quais são os canais mais #Famosos do #youtube aqui no Brasil? Você sabe quais estão no topo dessa lista? Com certeza em alguns você deve ser inscrito. Confira!

Top 20 canais brasileiros

O primeiro é o do piauiense Winderson Nunes, que conta com mais de 12,9 milhões de inscritos. Ele se tornou famoso na #Internet por suas paródias, desde Adele a Luan Santana.

O canal de humor Porta dos Fundos, criado por Antonio Tabet, Fábio Porchat, Gregorio Duvivier, Ian SBF e João Vicente de Castro, perdeu recentemente a primeira posição para o youtuber piauiense. O canal possui mais de 12,6 milhões de inscritos.

Em seguida vem o CanalCanalha, do Júlio Cocielo, abordando assuntos aleatórios. Essa conta tem mais de 9,6 milhões de inscritos.

Em quarto lugar, o canal da vlogueira Kéfera Buchmann. 5inco minutos, tem em torno de 9,5 milhões de inscritos. Atualmente ela está atuando no filme “É fada”, em cartaz nos cinemas.

Rezende Evil vem logo a seguir, criando histórias e séries dentro do mundo Minecraft, um jogo que faz bastante sucesso desde 2011. Seu canal engloba mais de 8,7 milhões de inscritos.

O canal Parafernalha, concorrente sobretudo do Porta dos Fundos, produz esquetes de humor. Fundado por Felipe Neto, o canal conta com mais de 8,5 milhões de assinantes.

Atrás por pouca diferença, o Galo Frito – canal de humor repleto de paródias – gira em torno de 8,4 milhões de inscritos.

Com mais de 7,7 milhões de inscritos, Nostalgia, canal do Felipe Castanhari, revive coisas da infância.

A seguir vem o Authentic Games (mais de 6,8 milhões de inscritos), Manual do Mundo (também com mais de 6,8 milhões de inscritos), mais uma vez o Felipe Neto, só que com o canal Não Faz Sentido (mais de 6,3 milhões de inscritos), Eu Fico Loko (em torno de 6.260 milhões), TazerCraft (por volta de 6,240 milhões), KondZilla (mais de 6,2 milhões), Você Sabia? (5,9 milhões), Galinha Pintadinha (5,6 milhões), Venon Extreme (5,6 milhões), Coisa de Nerd (5,5 milhões), Canal Boom (4,8 milhões) e o Desce a Letra (4,6 milhões).

Lembrando que esses foram os 20 maiores canais brasileiros do YouTube, quanto ganha cada um deles fica para a próxima!

Fim da internet fixa ilimitada: Netflix, Youtube e jogos onlines estão com os dias contados no Brasil


atRegressão total, se você é fã de serviços que consome grande tráfego de dados, saiba que essa mordomia está com os dias contados.

Tudo isso porque a internet fixa deixará de ser ilimitada.

O limite no tráfego de internet já acontecia em todas as operadoras no caso de banda larga móvel, aquela utilizada nos smartphones, mini modem e roteador 3G. Mas agora, a limitação ocorrerá também no caso da internet fixa, aquela que chega em residências e empresas através da linha telefônica.

A Telefônica, empresa do grupo Vivo já aplicou as mudanças em seus novos e antigos planos comercializados para empresas.

Diante disso, o Ministério Público Federal já se manifestou contrário à nova medida. Enquanto isso, a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão regulamentador do serviço, se mostrou favorável, alegando que a nova medida beneficiará os usuários que utilizam menos do serviço, e assim, pagará um valor menor, visto que os planos comercializados serão em formas de franquia de dados, e não na forma de velocidade como é praticado atualmente.

Os novos planos da Vivo ficaram da seguinte forma:

No plano de 4Mb/s, a franquia de dados é de 50GB.  Nos planos de 8 e 10Mb/s, a franquia de dados é de 100GB. No plano de 15Mb/s, a franquia de dados é de 120GB. No plano de 25Mb/s, a franquia de dados é de 130GB. Após o término da franquia, a velocidade será reduzida uma velocidade ainda não informada pela operadora.

Veja um demonstrativo de como ficaria com a nova medida para um assinante da Netflix:

Um filme em HD consome em média 2.5GB de tráfego. Se sua internet for a maior contratada, ou seja, a de 130GB, você poderá assistir até 52 filmes sem reduzir a velocidade. Mas isso sem contar a utilização de outros serviços, como navegar na internet, downloads, celulares conectados na rede WI-FI, etc.

Mas você deve estar se perguntando: essa mudança é legal? Sim.

Se no contrato que você assinou junto a prestadora do serviço constar essa cláusula, a mudança pode ser aplicada. Se não consta, o cliente poderá aceitar a alteração do plano ou então solicitar o cancelamento sem cobrança de multa rescisória quando há.

No caso da Vivo, a nova mudança já entrou em vigor para clientes que adquiriram o serviço a partir de 05 de fevereiro de 2016. Para os antigos clientes, não haverá redução da velocidade ou corte do serviço até o dia 31/12/2016. Ou seja, a partir dessa data, todos os clientes estarão sujeitos a nova mudança.

Philips – TV DesignLine 55PDL8908


TV DesignLine 55PDL8908A TV DesignLine 55PDL8908, da Philips, é certamente um aparelho que cativa seu usuário na primeira impressão por causa de seu desenho “folha de vidro”. Ou causa estranhamento sobre seu enorme pé de vidro e sua instalação fora do comum. Ela passou cerca de duas semanas sob o crivo do NovasOnline que explorou as possibilidades deste luxuoso aparelho, que chegou ao Brasil custando R$ 10 mil.

Design…

O primeiro contato com a DesignLine é bastante memorável, tendo em vista que ela pretende ser mais uma peça de decoração do que um objeto funcional. Com apenas 4 cm de espessura, a ideia de seu formato é de que ela permaneça “flutuando sobre o chão”, como descreve seu designer Rod White, mas isso se torna a causa de polêmica: em vez de uma simples instalação na parede ou apoio em um pé ergonômico, esta Smart TV precisa ser posicionada próxima à parede, mas não encostada, para que seu suporte a deixe na vertical.

Na parte inferior, deve repousar sobre uma superfície rebaixada (ou o chão), pois seus nada humildes 50 centímetros de apoio, na forma de uma folha de vidro em degradê, praticamente proíbem seu uso em estantes comuns. A ideia é a de que qualquer que seja o ambiente de sua instalação, ele precisa estar preparado para esta TV: ela praticamente ocupa uma parede inteira sozinha. Mesmo seus controles básicos, incorporados ao corpo da tela, se escondem na sua traseira, na parte inferior direita.

O grande ponto de vendas do aparelho é, logicamente, sua iluminação periférica, oferecida por intensos LEDs multicromáticos que rodeiam a tela do lado de trás (menos na porção inferior). Sua complicada instalação garante que esses feixes de luz sempre encontrem uma parede para rebater, e assim é criado o falado efeito “Ambilight”: a cada cena, um processador dentro da TV calcula a cor dominante em cada feixe de imagem e a estende para fora, criando uma ambientação bastante exuberante.

Formato físico e luzes externas postas de lado, porém, esta é um SmartTV bastante comum. Atingindo 1080p sem restrições a uma taxa de quadros de até 200 Hz, sua imagem é bastante viva e bem definida, cortesia de sua tela de LED de 55 polegadas. Sendo uma TV de ponta, oferece seus recursos de 3D ativo pelo uso de óculos – 2 já inclusos na caixa -, e integra a proveitosa função DualPlay no mesmo acessório, alternáveis pelo uso de um botão na armação. Para os entusiastas deste departamento, seu processamento interno é capaz de converter qualquer imagem para um pseudo-3D bastante competente, em particular na visualização de imagens estáticas.

Outra função básica, mas digna de nota, é a gama de conexões que a TV oferece em sua porção traseira, cujo design atentou para o fato de estar normalmente presa junto à parede. Muitas de suas entradas e saídas são colocadas na lateral, facilitando o acesso, e incluem quatro portas HDMI, três USB, uma Scart, uma conexão de cabo coaxial, uma entrada VGA, saídas para áudio surround e um cabo Ethernet comum para conexão com a Internet. Há até mesmo uma saída para fone de ouvido, por mais estranho que pareça.

A parte do som integrada na TV agrada menos, com dois alto falantes Dolby Digital precisos, mas de apenas 15W cada, na porção inferior traseira do aparelho. O fato de estarem expostos ao toque também causar certo desconforto para alguns usuários, mesmo considerando que eles ficarão na maior parte do tempo rentes à parede.

Desempenho…

O verdadeiro desastre, no entanto, aparece quando passamos a explorar seu aspecto computacional. Baseada em um sistema operacional proprietário da Philips, ela oferece o pão com manteiga de qualquer TV inteligente de hoje em dia: acesso ao YouTube e ao Netflix, aplicativo de integração com o Facebook, um navegador de Internet e funções de gravação. Tudo isso, no entanto, parece ter sido programado para tornar a experiência do usuário a mais arrastada e limitada possível: cada comando demora literalmente dezenas de segundos para ser processado, tudo acontece de forma lenta e aos trancos e algumas limitações arbitrárias parecem estar lá apenas para irritar o usuário.

É o caso perfeito de hardware dos sonhos, software dos pesadelos. Embora a TV venha equipada com um controle remoto completíssimo, com teclado completo na parte traseira e navegação por movimentos (como um controle de Wii), a maioria dos aplicativos não aceita comandos de nenhuma dessas duas fontes. Nada mais frustrante que acessar o YouTube e, de teclado na mão, precisar catar letra por letra em uma linha horizontal que vai de A a Z, travando a cada toque para o lado, com o backspace sendo outro símbolo a ser catado. Ou entrar no Facebook e perceber que não só cada post de sua timeline ocupa um espaço vazio gigantesco em tela, como você não pode expandir imagens ou textos para visualização, quanto mais acessar qualquer link. E que tal passar seu tempo no Netflix, procurando algo entre centenas de opções que demoram dois segundos para passar pela tela, cada uma?

A catástrofe continua fora dos aplicativos de vídeo. Dos 43 disponíveis na loja online da TV, quase nenhum interessa, entre canais de notícia franceses, redes de vídeos pornográficos pagos e rádios estrangeiras. Há uma espécie de visualizador de tráfego do TomTom, sem cobertura no Brasil, um player só dos vídeos da BBC, que – você adivinhou – não permite reprodução fora do Reino Unido. A função de gravação, neste mesmo acidente de trens, apresenta uma natureza contraditória: embora esteja equipada numa TV que claramente custa muito mais que suas concorrentes imediatas, o gravador de canais funciona apenas nos sinais de TV aberta, UHF e VHF – coisa que usuários com dinheiro para comprá-la dificilmente irão utilizar. Além disso, qualquer coisa gravada nessa forma exige um HD externo conectado à TV que fica inutilizado para outras finalidades, e os vídeos capturados não podem ser vistos em qualquer outro aparelho além da TV que os gravou.

Pontos positivos, apesar de incomuns, estão lá: através de um aplicativo para Android ou iOS, é possível aposentar o controle remoto e mexer na TV direto do celular, numa interface bastante fácil de mexer. Além disso, entre os aplicativos está uma função de integração com Windows 7 e 8 que permite aos computadores na mesma rede Wi-Fi transmitirem coisas para a TV, facilitando muito o trabalho de assistir arquivos de vídeo ou visualizar galerias de imagens armazenadas em computadores. São duas coisas realmente úteis.

Por último, e talvez mais irritante que todo o resto somado, é tempo ridículo que a DesignLine exige para ligar. Sem exageros, houve situações repetidas em que o aparelho demorou até 30 segundos para estabelecer seu sinal, mesmo quando já em stand by. Isso acontece porque, a cada vez que é ligada, a televisão precisa iniciar seu sistema operacional, para só então oferecer alguma imagem. Na mesma onda, o acesso às funções de SmartTV exigem, a cada vez que a TV é ligada, um longo momento de login nos servidores da Phillips, mesmo que você não queira nada com eles. E, para fechar com chave de ouro, o próprio fabricante avisa que quaisquer interrupções durante o download ou instalações de updates de firmware podem fazer a TV parar de funcionar de forma permanente. Muito reconfortante, de fato.

Custo-benefício…

Todas as coisas consideradas, é difícil entender o que a Phillips pretende com este modelo luxuoso de televisão. Se por um lado a empresa pôs sua alma e suor em produzir algo que se destaque pelo design arrojado e hardware impressionante, por outro ela tropeça desastrosamente em todas as questões de software, tornando enorme parte de sua experiência de Smart TV literalmente inutilizável. Como TV simples ou monitor, a DesignLine não é apenas uma boa TV, mas algo que chamará a atenção de amigos e família e será o centro de reuniões sociais onde estiver. Como ferramenta de entretenimento, no entanto, ela é um desastre, especialmente ao custo de R$ 10 mil.

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