Twitter congestionado, dia do protesto deixa rede social fora do ar


Twitter fora do ar. Caiu tudo, mal começou a manhã de protestos pelo Brasil e o Twitter já apresentava instabilidade e logo em seguida ficou fora do ar, neste exato momento em que escrevemos este post; 11h da manhã do domingo, 15 de março, plataforma segue sem conexão, o Facebook segue estável.

As manifestações que pedem o impeachment da presidente acontece em 25 capitais e o Distrito Federal, além de várias cidades no Brasil e no exterior. De um lado grupos com posturas mais radicais, como o Movimento Brasil Livre e Revoltados On Line, pedem o impeachment da presidente, do outro, o Vem Pra Rua considera que não é a hora para isso.

Vamos ficar de olho monitorando, qualquer outra novidade relataremos aqui.

 

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Uma resposta para “Twitter congestionado, dia do protesto deixa rede social fora do ar”

  1. A queda acentuada de popularidade da presidente Dilma Rousseff, que hoje será alvo de protestos em diversas cidades do País, coincide com a mais intensa reversão de expectativas econômicas ocorrida nas últimas duas décadas. Desde o início de seu segundo mandato, o número de eleitores com medo do aumento do desemprego e da inflação chegou às alturas, poucos meses depois de atingir, durante a campanha eleitoral, os níveis mais baixos desde o governo Fernando Henrique Cardoso.

    O pessimismo em relação ao aumento da inflação, segundo série histórica de pesquisas do instituto Datafolha, supera atualmente até os níveis registrados logo após a desvalorização do real ocorrida no início do segundo mandato de FHC. A preocupação com o desemprego ainda não chegou ao patamar da era tucana, mas a linha de tendência aponta para isso.

    Os gráficos publicados nesta página mostram como se manifestaram as ondas de pessimismo econômico nos cinco primeiros anos de governo dos três últimos presidentes. As linhas revelam uma clara tendência de melhora das expectativas durante as campanhas eleitorais de reeleição – época de bombardeio de propaganda na televisão – e de piora no primeiro ano do segundo mandato. Mas as guinadas da gestão Dilma se destacam pela intensidade.

    O pessimismo em relação à economia ajuda a explicar os ânimos acirrados contra a presidente, evidenciados no “panelaço” do domingo passado e em manifestações que hoje tentam se lançar do palco virtual das redes sociais para o concreto das ruas e praças e de cidades grandes e médias.

    Mas o panelaço e o bombardeio virtual contra a presidente e seu partido são também a continuação de um movimento já observado na campanha eleitoral do ano passado, marcada pela acirrada polarização entre o eleitorado pró e anti-PT.

    Após a eleição, que Dilma venceu com 51,6% dos votos – o placar mais apertado desde a redemocratização -, a mobilização de grupos contrários à presidente ganhou impulso com o detalhamento do escândalo de corrupção da Petrobrás e a acusação, feita por ex-funcionários da estatal, de que partidos da base governista foram beneficiados pelo desvio de recursos.

    A onda de insatisfação também se alimentou da série de más notícias no front econômico, desde a aceleração da inflação ao anúncio de medidas impopulares para reduzir o déficit público. No início de fevereiro, segundo o Datafolha, 44% dos brasileiros consideravam o governo ruim ou péssimo – a taxa mais alta da gestão da petista.

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