WhatsApp não vai alterar privacidade mesmo sendo comprado pelo Facebook


Definitivamente o Facebook não passa confiança ao usuário, principalmente quando o quesito é privacidade, muitos usuários depois da venda do app de mensagens para maior rede social do mundo ainda não estão 100% seguros.

O presidente-executivo do aplicativo, Jan Koum, afirmou que a negociação não vai alterar a privacidade dos usuários, que continuarão a não ter seus dados explorados para fins comerciais de qualquer forma.
“Você não precisa nos dar o seu nome e nós não perguntamos seu endereço de e-mail. Nós não sabemos seu aniversário. Nós não sabemos o seu endereço. Nós não queremos saber onde é o seu trabalho. Nós não queremos saber os seus gostos, o que você busca na internet ou coletar sua localização via GPS.

Nenhum desses dados algum dia chegou a ser coletado e armazenado pelo WhatsApp, e nós realmente não temos plano de mudar isso”, afirmou Koum, em comunicado publicado nesta segunda-feira (17).
O executivo toca em um ponto caro não só aos usuários, que manifestaram preocupação após a aquisição, mas também ao Facebook. O negócio central da rede social é a publicidade, direcionada aos membros do site de acordo com o que compartilham, veem e escrevem na rede.

“Se a parceria com o Facebook significasse que nós tivéssemos de mudar nossos valores, nós não a teríamos feito”, pontou Koum, para quem o WhatsApp fazer parte da família Facebook ajudará que o aplicativo continue a operar de forma independente.

“Especulações do contrário não são apenas infundadas e sem base, mas irresponsáveis. Isso tem o efeito de assustar as pessoas ao fazê-las pensar que nós estamos coletando todo tipo de novos dados.”

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whatsapp-koum-appOntem, o criador do WhatsApp Jan Koum escreveu no blog oficial da empresa que nenhum dado pessoal foi coletado e guardado pelo aplicativo e que não há planos para isso mudar. Depois do anúncio da compra do app de mensagens instantâneas pelo Facebook, houve rumores de que a privacidade das conversas na ferramenta estaria comprometida e que a rede social também iria ter acesso aos dados pessoais dos usuários.

“Infelizmente, houve muitas informações incorretas e descuidadas circulando sobre o que nossa futura parceiria iria significar para a privacidades e os dados dos usuários”, disse Koum. “Você não precisa nos dar seu nome e não perguntamos seu endereço de e-mail. Não sabemos a data do seu aniversário. Não sabemos o endereço da sua casa. Não sabemos onde você trabalha. Não sabemos do que você gosta, o que você busca na internet ou coleta na localização do seu GPS. Nenhum desses dados foi coletado e armazenado pelo WhatsApp e realmente não temos planos para mudar isso”, reforçou.

O executivo também contou sobre ter nascido na Ucrânia e ter crescido na União Soviética nos anos 80. “Uma das memórias mais fortes que eu tenho daquela época é uma frase que eu ouvia frequentemente quando minha mãe estava no telefone: ‘esta não é uma conversa de telefone; te falo pessoalmente’”. Segundo ele, as pessoas não poderiam falar livremente pelo medo de serem monitoradas pela KGB, a organização de serviços secretos da União Soviética, e este foi um dosmotivos pelo qual ele e sua família se mudaram para os Estados Unidos.

Koum reforçou que se o WhatsApp tivesse que ter mudado seus valores, não teria feito a parceria com o Facebook. Ele afirmou que a empresa vai continuar a operar independentemente e com autonomia.

78% dos brasileiros com web móvel têm apps como o WhatsApp

whatsapp-freeDe acordo com um estudo da Qualcomm, 78% dos usuários da internet móvel no Brasil utilizam algum aplicativo de mensagens instantâneas, como WhatsApp, WeChat, Sykpe, Hangouts, entre outros.

O valor significativo ainda fica atrás do México, onde 92% das pessoas usam esse tipo de app ao acessar a internet móvel. Isso mostra a importância da base de usuários para esses aplicativos, vista também com a recente compra do WhatsApp pelo Facebook por US$ 19 bilhões.

Os brasileiros também usam a internet nos dispositivos móveis para acessar serviços multimídia (64%), jogar (25%), usar serviços bancários online (25%) e fazer compras (11%). Baixar aplicativos é uma atividade citada por 65% dos respondentes, e a maioria dos downloads são gratuitos (93%). Dos aplicativos baixados, 76% são internacionais e somente 15% têm conteúdo local.

Em uma comparação com outros países, o uso da banda larga móvel no Brasil contabiliza 4,88 pontos do total de cem, enquanto o México tem 4,28, os Estados Unidos têm 18,75 e o Reino Unido tem 24,15. “Apesar das diferenças, há muito espaço para o Brasil crescer. O País tem muito potencial de crescimento em aplicativos, m-commerce, e serviços de entretenimento em geral”, disse Raphael Steinhauser, presidente da Qualcomm para a América Latina.

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